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25 de mar de 2012

DEFUMAÇÃO E INCENSOS


Ninguém sabe quando a humanidade começou a usar as plantas aromáticas.

Estamos razoavelmente seguros de que os sentidos do homem antigo eram bem mais aguçados, e o sentido do olfato foi crucial para sua sobrevivência. 

Há evidência do período Neolítico de que ervas aromáticas eram usadas em culinária e medicina, e que ervas e flores eram enterradas com os mortos. 

A fumaça ou fumigação foram provavelmente um dos usos mais antigos das plantas, como parte de oferendas rituais aos deuses. 

Era provavelmente notado que a fumaça de várias plantas aromáticas tinha, entre outros, efeitos alucinógenos, estimulantes e calmantes. 


Gradualmente, um conjunto de conhecimentos sobre as plantas foi acumulado e passado a centenas de gerações de xamãs.

As plantas aromáticas têm sido honradas de um modo especial desde os tempos antigos. 

Eram utilizadas em rituais religiosos e mágicos, assim como nas artes curativas. 
Estas três práticas eram fundamentais para a existência humana (ainda hoje continuam sendo).

Egípcios


Figura: Seti acende um incenso sobre a oferenda aos deuses (Templo de Abydos)

A antiga civilização egípcia era devotada em direcionar os sentidos em direção ao Divino.

O uso das fragrâncias era muito restrito. Inicialmente, sacerdotes e sacerdotisas eram as únicas pessoas que tinham acesso a estas preciosas substâncias.


As fragrâncias dos óleos eram usadas em perfumes, na medicina e para uso estético, e ainda, para a consagração nos rituais, queimados como incenso.


Sobre as paredes das tumbas dos templos antigos perdidos no deserto, podemos ver com freqüência uma fumaça que sai de um pote, ou um incensário horizontal muito parecido com os atuais. Quando o Egito se fez um país forte, seus governantes importaram de terras distantes incenso, sândalo, mirra e canela.


Esses tesouros aromáticos eram exigidos como tributo aos povos conquistados e se trocavam inclusive por ouro. Os faraós se orgulhavam em oferecer às deusas e aos deuses enormes quantidades de madeiras aromáticas, gomas, resinas e perfumes de plantas, queimando milhares de caixas desses materiais preciosos. Muitos chegaram a gravar em pedras semelhantes façanhas.

Os materiais das plantas aromáticas eram entregues como tributos ao estado, e doados a templos especiais, onde se conservavam sobre altares como oferendas aos deuses e deusas.


Todas as manhãs as estátuas eram untadas pelos sacerdotes com óleos aromáticos. Se queimava muito incenso nas cerimônias do templo, durante a coroação dos faraós e rituais religiosos. Se queimavam também em enterros, para neutralizar odores e afugentar maus espíritos.

Sem dúvida o incenso egípcio mais famoso foi o Kyphi.


O Kyphi se queimava durante as cerimônias religiosas para dormir, aliviar ansiedade e iluminar os sonhos, e acreditava-se inclusive que pudesse reavivar a sexualidade dos mortos.

Sumérios e Babilônios


É difícil separar as práticas destas culturas distintas já que os Sumérios tiveram uma grande influência dos babilônios, e transcreveram muita da literatura dos seus antepassados para o idioma sumério. Sem engano sabemos que ambos os povos usavam o incenso.


Os Sumérios ofereciam bagas de junípero como incenso à deusa Inanna. Mais tarde os babilônios continuaram um ritual queimando esse suave aroma nos altares de Ishtar.

Tudo indica que o junípero foi o incenso mais utilizado, eram usadas outras plantas também.


Madeira de cedro, pinho, cipreste, mirto, cálamo e outras, eram oferecidas às divindades. O incenso de mirra, que não se conhecia na época dos Sumérios foi utilizados posteriormente pelos babilônios.


Heródoto assegura que na Babilônia queimaram uma tonelada de incenso. Daquela época nos tem chegado numerosos rituais mágicos. 

O Baru era um sacerdote babilônio esperto na arte da adivinhação. Acendia-se incenso de madeira de cedro e acreditava-se que a direção que a fumaça levantava determinaria o futuro, se a fumaça movia-se para a direita o êxito era a resposta, se movia-se para a esquerda a resposta era o fracasso.

Hindus e Budistas



 A Aromaterapia tem sido uma parte essencial do ritual religioso Hindu desde o tempo dos Vedas, cuja idade pode ser estimada em 5.000 a.C.


 O incenso favorece um estado meditativo, por isso ele também foi incorporado pelos budistas, que são naturalmente avessos a rituais externos.


É usado na iniciação de Lamas e Monges, e é oferecido aos bons espíritos nos cultos diários.

Gregos e romanos


Estes povos acreditavam que as plantas aromáticas procediam dos deuses e deusas.


Queimavam o incenso como obrigação e para proteção das casas. Em Roma usava-se nas ruas e em especial na adoração do Imperador.


O povo chegou a consumir tantos materiais aromáticos que no ano de 565 foi decretada uma lei que proibia utilizar essências aromáticas pelas pessoas, com temor de não se ter suficiente incenso para queimar nos altares das divindades.

Nativos americanos


Os nativos americanos vivem em harmonia com a terra, reverenciam-na como geradora de vida. Desde muito eles conhecem as propriedades de cura das plantas de poder, usadas em tendas de suor, dança do tambor etc.


Queima-se sálvia branca, cedro, pinho e resinas para limpeza de objetos de poder e rituais de adoração. 


É usada para a saúde e o bem-estar da tribo. Na América do sul resina aromática de copal é oferecida ainda hoje pelos descendentes Maias e Astecas para suas divindades ancestrais.

Judeus


De acordo com o Zohar, oferecer incenso é a parte mais preciosa do serviço do Templo para os olhos de Deus. A honra de conduzir este serviço é permitida somente uma única vez na vida.


Diz-se que quem teve o privilégio de oferecer o incenso está recompensado pela sorte com riqueza e prosperidade para sempre, neste mundo e no seguinte.

Católicos


Como esquecer a historia maravilhosa dos três Reis Magos, que presentearam com o Líbano e Mirra o Mestre Jesus, quando ele nasceu?


Essas resinas aromáticas são presentes mágicos, são incensos de alta importância e fragrância.


Em varias igrejas católicas, misturas de incensos contendo resinas de Olíbano e Mirra são queimados durante os rituais.


A fumaça aromática

Hoje percebe-se um aumento do interesse pelos incensos naturais de antigamente, e isso se deve ao fato que querermos que nossa casa seja um lugar mais aconchegante, convidativo e mais agradável.


Infelizmente incensos comerciais raramente contém resinas ou óleos essenciais, e são feitos com essências sintéticas, carvão e derivados de petróleo que, na verdade, não trazem grandes beneficios.


Prefira os feitos com sândalo (sandalwood) ou serragem (sawdust powder).

Várias pessoas associam incensos com rituais religiosos ou espiritualidade; realmente varias religiões usam fumaça aromática em seus rituais e suas cerimônias.
 
A fumaça que sai do incenso é usada para santificar, purificar ou abençoar, e acredita-se que a fumaça é o mensageiro para o reino dos céus.


Nossos ancestrais faziam uso de incensos em suas casas porque pensavam que podiam protegê-los das pragas e doenças.


Essa teoria possui alguma verdade: incensos feitos de ervas, incluindo tomilho e capim limão, há muito são usados por suas propriedades anti-sépticas e curativas. Estas e outras ervas eram queimadas em quartos de doentes, em hospitais, antes da descoberta dos antibióticos.


Quando queimamos incensos naturais, moléculas de óleos essenciais são soltas no ar.


Então elas acham seu próprio caminho, pelo sistema olfativo ou pelos poros da pele, e atuam no cérebro, onde se processam efeitos químicos que podem mudar seu ânimo, evocar boas memórias e lembranças.


Essa fumaça aromática pode relaxar, estimular e aumentar nossa energia, nos levando para um momento de paz e tranquilidade.


Umbanda


A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda, bem como nos ambientes domésticos.


Este ritual é praticado com o objetivo de purificar o ambiente (terreiro/residência), bem como o corpo do mediúm e a assistência (pessoas que irão participar da gira), retirando as energias negativas e preparando o local para que a gira possa ocorrer em harmonia.

Existem dois tipo de defumação:

DEFUMAÇÃO DE DESCARREGO:  Serve para afastar seres do baixo astral, e dissipar larvas astrais que impregnam qualquer ambiente, tornando-o carregado e ocasionando perturbações nas pessoas que neles se encontram. 

Ervas utilizadas:

ALECRIM DO CAMPO: Defesa dos males, tira inveja e olho gordo, protege de magias.

ARRUDA: Descarrego e defesa dos males, proteção e remove o efeito de feitiços.

BELADONA: Limpeza de ambientes

BENJOIM RESINA e CANELA: Limpa o ambiente e destrói larvas astrais.

CARDO SANTO: Defesa, quebra olho gordo

CIPÓ CABOCLO: Elimina todas as larvas astrais do ambiente

FOLHA DE BAMBU: Afasta vampiros astrais

GUINÉ: Atua como um poderoso escudo mágico contra malefícios.

INCENSO: Tanto a erva como a resina (pedra) são bons para limpeza em geral.

MIRRA: Descarrego forte, afasta maus espíritos

PALHA DE ALHO: Afasta más vibrações
    Modo de usar: Varra a casa ou local a ser defumado, acenda uma vela para seu anjo de guarda, depois acenda um braseiro e coloque dentro do mesmo três tipos diferentes de ervas. Defume de dentro para fora, mantendo o pensamento firme de que está limpando sua casa, sua família e seu corpo.

    DEFUMAÇÃO LUSTRAL: Além de afastar alguns remanescendes astrais que por ventura tenham se mantido após a defumação de descarrego, esta defumação atrai para o ambiente correntes positivas das entidades, que se encarregarão de abrir seus caminhos. 

    Ervas usadas:

    ABRE CAMINHO: Abre o caminho atraindo bons fluidos dando força e liderança.

    ALFAZEMA: Atrativo feminino, deixa o lar mais suave, limpa, purifica e traz o entendimento

    ANIS ESTRELADO: Atrativo. Chama dinheiro

    COLÔNIA: Atrai fluidos benéficos

    CRAVO DA ÍNDIA: Atrativo e chama dinheiro e dá força á defumação.

    EUCALIPTO: Atrai a corrente de Oxossi

    LEVANTE: Abre os caminhos do ambiente

    LOURO: Abre caminho, chama dinheiro, prosperidade e dá energia ao ambiente

    MADRESSILVA: Desenvolve a intuição e a criatividade, favorece também a prosperidade.

    MANJERICÃO: Chama dinheiro

    ROSA BRANCA: Paz e harmonia

    SÂNDALO: Atrativo do sexo oposto e também ajuda a conectar com a essência Divina

    Modo de usar: Esta defumação deve ser feita da porta da rua para dentro do ambiente.

    Na limpeza, evite escolher ervas com funções diferentes, por exemplo: Levante, Louro e cardo santo, pois duas estão abrindo o caminho, e a terceira (cardo santo) é para limpeza. Isso pode não combinar, por isso primeiro defume a casa fazendo somente a limpeza, de dentro para fora, depois use as ervas para atrair coisas boas (de fora para dentro).

    Quando for fazer defumação de café e açúcar, não faça com os 2 juntos; Primeiro defume de dentro para fora com café, jogue as brasas e os resíduos bem longe, depois defume de fora para dentro com açúcar.

    Quando for usar Incenso, Mirra e Benjoim, pode-se usar uma quarta erva para limpeza.

    Muitas pessoas não podem defumar a casa porque o marido, mulher ou vizinhos não gostam de defumação. Então, para uma defumação mais simples e funcional, faça-a com incensos, seguindo a orientação abaixo:

    PARA LIMPEZA DE AMBIENTE COM INCENSOS

    Encha um copo virgem (de vidro) de arroz cru, coloque 8 varetas de incenso, podendo ser de Arruda, Alecrim, Cânfora, Eucalipto, Madressilva ou Pimenta, passe este copo na casa inteira (começando de dentro para fora da porta de entrada) e quando chegar na porta de entrada, deixe-os queimando, no término, jogue todos os resíduos (arroz e o pó do incenso) na água corrente, e o copo guarde para a próxima defumação.

    Tabela de incensos:

    Limpeza:
    Olibano, elemi,copal,cravo da índia, junipero, louro cedro, lavanda alecrim, salvia branca, sangue de dragão, sweetgrass.


    Coragem:
    Elemi, sangue de dragão, balsamo do peru, olibano, palusanto, louro, lavanda, cedro, pinho, junipero, salvia branca, tomilho.


    Criatividade:
    Anis estrelado, copal, cravo da índia, mastic, elemi, breuzinho, olibano, capim limão, junipero.


    Relaxar:
    Lavanda, sândalo, vetiver, sandarac, nardo.


    Meditação e oração:
    Sândalo, mirra, olibano, mastic, copal, nardo, Ladano, sangue de dragão, damar, aloes madeira.


    Sono:
    Sândalo, nardo, galbano, mirra, salvia branca, lavanda.


    Sonhos:
    Aloés madeira, mastic, louro, lavanda.


    Amor:
    Sândalo, aloés copal, bejoin, mirra, vetiver, cássia, nardo, rosa patchuli.



    Histórico do incenso

    Egípcios: são, talvez, os mais antigos na arte da manufatura e do uso de incensos. O mais famoso incenso egípcio é o Kyphi (ou Khyphi), que era produzido dentro de um templo e sob ritual altamente secreto. Era um composto de efeito muito benéfico, e Plutarco o definia como: "O incenso tem dezesseis (16) ingredientes, número que constitui o quadrado de um quadrado e tais ingredientes são coisas que, à noite, deliciam.

    Tem o poder de adormecer as pessoas, iluminar os sonhos e relaxar as tensões diárias, trazendo a calma e quietude àqueles que o respiram." Um dos seus ingredientes é o popular olíbano, árvore considerada sagrada, e durante a poda ou a coleta da resina, os homens deviam se abster de contato sexual ou com a morte. Plutarco forneceu a lista dos 16 ingredientes usados na preparação desse incenso: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris.

    Hindus: sempre foram apaixonados por aromas agradáveis e, a Índia (nos tempos antigos) sempre foi celebre por seus perfumes. A importação de incenso da Arábia foi uma das primeiras, mas outros materiais aromáticos também eram usados, como: - benjoim, resinas, cânfora, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas. O sândalo era um dos itens mais populares da época. Esses materiais eram queimados em rituais públicos ou em casa.

    Judeus: no Velho Testamento encontram-se várias referências ao seu uso entre os judeus. Geralmente os pesquisadores concordam que a queima do incenso só foi introduzida no ritual judaico em torno do século VII antes de Cristo. O primeiro incenso era composto de poucos ingredientes: estoraque, onicha, gálbano e olíbano puro, e sua preparação era semelhante aos sacerdotes egípcios.

    Gregos: começou a ser difundido no século VIII a.C., vindo da Fenícia.

    Budistas: começou a ser difundido por volta do século VII a.C.; e junto com os perfumes, constituía uma das sete oferendas sensoriais, que formam um dos sete estágios de adoração.

    Romanos: muito utilizado na Festa do Pastor, junto com ramos de oliveira, louros e ervas, assim com da mirra e açafrão.

    Cristãos: foram os que mais demoraram a adotar o incenso em seus ritos. Só após o século V, seu uso foi aumentando lentamente. Por volta do século XIV, tornou-se parte da Missa Solene e outros serviços.

    Islâmicos: não há refêrencia ao seu uso no sentido religioso, mas a tradição nos mostra que o seu perfume pode ser usado como uma referência aos mortos.

    Outros cultos: é um acessório comum às cerimonias mágicas, para neutralizar as energias negativas, por exemplo, ou usado nos métodos de encantamentos. As letras do nome da pessoa para qual é feito o encantamento indicam qual o perfume necessário. Os materiais mais usados são: olíbano, benjoim, estoraque, sementes de coentro, aloés (babosa), entre outros.


    Tipos de Incensos

    Os incensos devem ser acesos para energizar e transmutar as energias aonde se encontram. Funcionam como purificadores e condutores de vibrações, sejam das pessoas ou dos locais.

    Para cada uso, existe um tipo específico e uma essência a ser utilizada. Podem ser em pastilhas, palitos, pó, e outras formas existentes no mercado.


    Segue-se abaixo, uma pequena lista de alguns tipos e suas propriedades.

    Arruda: confere proteção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e sua purificação.
    Acácia: evita pesadelos e transmite um sono tranqüilo.
    Absinto: favorece a clarividência, e também, para proteção e amor.
    Alecrim: afasta a depressão, purifica o local em questão, e eleva o nível de pensamentos.
    Alfazema: eleva o astral e transmite tranqüilidade.
    Almíscar: aumenta a sorte e o sucesso, assim como a intuição.
    Angélica: aumenta a proteção.
    Artemísia: faz aflorar a clarividência.
    Anis estrelado: atrai a boa sorte.
    Benjoim: aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos.
    Camomila: melhora as finanças e acalma emocionalmente.
    Canela: é indicado para questões financeiras e tranqüiliza o ambiente.
    Cânfora: aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa.
    Cedro: aumenta a força física. Muito indicado para purificar os ambientes, pois atrai vibrações de harmonia. Quanto aos negócios, ajuda a ter sucesso com as vendas.
    Cipreste: aumenta a concentração, a firmeza e o equilíbrio. Proporciona prosperidade e fortuna.
    Coco: traz o equilíbrio emocional necessário para a tomada de decisões.
    Cravo: abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança.
    Erva cidreira: confere felicidade e sucesso; assim como promove o encontro de verdadeiro amor.
    Erva doce: eficaz contra "olho gordo"; como também promove a harmonia e paz.
    Eucalipto: renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do local.
    Hortelã: anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica.
    Jasmim: aumenta a resistência física e melhora os negócios. Acalma o ambiente.
    Lavanda: elimina a depressão e confere um sono tranqüilo.
    Manjericão: traz sorte, felicidade, prosperidade e proteção.
    Mirra: estimula a intuição.
    Noz moscada: alegra o ambiente e atrai dinheiro, da maneira justa e merecida.
    Orquídea: indicado para purificar o ambiente de trabalho e ajudar a encontrar soluções para problemas práticos.
    Patchuli: traz abundância e reativa a fertilidade.
    Pimenta da jamaica: elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte.
    Pinho: atrai proteção e aumenta a fertilidade.
    Rosa branca: limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor.
    Sândalo: ajuda no desenvolvimento e expansão da intuição.
    Sândalo branco: traz sucesso, proteção e aumenta o poder da meditação.
    Vertiver: é a fragrância que protege o comércio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte.
    Violeta: ajuda a espantar as energias negativas.



    Os Incensos e os Signos

    Áries: mirra ou cipreste, almíscar, angélica, ópium, rosa musgosa, alecrim.
    Touro: sândalo, camomila, arruda, orquídea.
    Gêmeos: canela, âmbar, indiano e eucalipto.
    Câncer: cânfora, jasmim, maça rosada.
    Leão: amor perfeito, cedro, lótus, rosa branca, sândalo vermelho.
    Virgem: canela, cravo da índia, rosa musgosa, angélica, benjoim.
    Libra: eucalipto, calêndula, cedro, jasmim, orquídea.
    Escorpião: almíscar canforado, flor do campo, lótus.
    Sagitário: alfazema, alecrim, sândalo amarelo.
    Capricórnio: arruda, benjoim, cravo da índia, sândalo vermelho.
    Aquário: cedro, flores do campo, eucalipto, rosa branca.
    Peixes: cânfora, jasmim, mirra, opium, sândalo amarelo.



    Maneiras de se acender o Incenso

    Se preferir acender com um isqueiro, é sinal que acredita em sua força mental e em seu pensamento positivo, para a limpeza que será feita.

    Se preferir acender com um fósforo, significa que acredita que os elementos do ar, os silfos e silfídes, estarão ajudando na limpeza de sua casa. Ao acender o incenso, mentalize uma oração (a que mais lhe agradar).


    Limpeza dos Ambientes

    Segure o incenso com a mão esquerda, e percorra cada canto dos cômodos de sua casa. Não pare a sua oração mental ou falada, pois tudo o que é negativo está impregnado nos cantos e deve diluir-se o mais rápido possível.

    Para preservar por mais tempo essa limpeza, jogue um pouco de sal nos cantos. Encare o incenso como um primeiro socorro à sua casa, procurando queimar pelo menos um, todos os dias, pois assim manterá o ambiente sempre limpo e bem protegido.

    Senão puder acender um, todos os dias, faça-o pelo menos de 3 em 3 dias.

    Se algumas pessoas sentirem-se incomodadas com o perfume ou até mesmo acabarem brigando com você, lembre-se de que o gênio contrário ou os espíritos inferiores não suportam ficar no mesmo espaço físico onde existam perfumes mágicos e acabam tentando fazer com que o seu uso seja interrompido.

    Fonte: Grupo Pas
    somostodosum.ig.com.br
    http://despertardegaia.blogspot.com/

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