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13 de ago de 2016

O USO DOS CELULARES WI-FI: Seus Efeitos no Corpo Humano


Você provavelmente já sabe que o uso do telefone celular poderia te expor a níveis insalubres de radiação. 

Os telefones celulares emitem uma perigosa forma não-ionizante de radiação eletromagnética a qual é absorvida pelos nossos tecidos e células e pode resultar em sérios problemas de saúde.

De acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel e publicado no Biochemical Journal, um mínimo de 10 minutos em um telefone celular pode provocar alterações nas células cerebrais ligadas à divisão celular e câncer.

O Dr. John Bucher, diretor adjunto do Instituto Nacional de Saúde do Programa Nacional de Toxicologia, testificou: “A partir de agora, com apenas 10 a 12 anos de exposição, e seu uso aumentando drasticamente, há uma preocupação sobre o aumento de câncer no cérebro, relacionada ao uso dos celulares. As crianças possuem uma configuração do crânio, a qual permite uma penetração mais profunda da radiação do telefone celular com um risco potencialmente maior“.

Se você está preocupado com a radiação do telefone celular, aqui estão os 5 principais telefones com maior radiação para você evitar:

             
Huawei  – Metro PCS 4G                             Alcatel – One Touch 

           
Motorola – Moto E                  Motorola – Droid Ultra

Motorola – Droid Maxx




Wi-Fi: A Morte Invisível que Está Destruindo a Geração Mais Jovem em Todo o Mundo?

A Agência de Proteção Sanitária da Grã Bretanha, em um estudo realizado em 2007, constatou que a “radiação de microondas na gama de frequência do wi-fi, causa alterações de comportamento, altera as funções cognitivas, ativa a resposta ao estresse e interfere nas ondas cerebrais.” 

Também mencionaram os possíveis riscos para a saúde das crianças que frequentam escolas com redes sem fio.

E não é de se duvidar que a radiofrequência dos celulares e sem fio, das torres de telefonia móvel e das redes WI-FI emitam radiação que de uma maneira ou outra, afete as pessoas que estão dentro do seu raio de ação.


O estudo “Interphone”, realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e publicado na International Journal of Epidemiology, apesar de não fornecer provas conclusivas sobre supostas terminais de segurança levanta suspeitas. 

Em uma revisão realizada em junho de 2010, assegurou que para cada cem horas de uso de seu celular, o risco de meningioma – tumor cerebral – aumentou 26 por cento.



Fernando Pérez, vice-presidente da Fundação para a Saúde Geoambiental aponta que as crainças em casa são as mais vulneráveis, juntamente com as mulheres grávidas, idosos e enfermos. 

“Todos os estudos epidemiológicos tem demonstrado os efeitos reais das radiações na saúde e no desenvolvimento das crianças“, explica Pérez.


Claro que há outros estudos que afirmam que a exposição a este tipo de radiação é seguro. 

Mas se fosse assim, por que estão tomando medidas na Europa Um dos exemplos mais contundentes vem de seu vizinho. 

Na França, estão eliminando as redes wi-fi em bibliotecas, colégios e lugares públicos, “mas na Espanha a  a lei remonta a 2001 e estabelece limites máximos que 4.000 vezes superiores aos recomendados pelo últimos estudos“, aponta Pérez.

Por outro lado, existem ‘relatórios científicos’, que afirmam que as redes wi-fi são totalmente inofensivas, mas não se esqueça que a maioria destes “relatórios” são pagos pela “aliança WiFi” uma associação que representa a indústria WLAN, composta por mais de 200 grandes empresas.


Os sintomas de uma alta exposição a redes wi-fi se manisfestam como dor de cabeça, cansaço crônico, dificuldade para dormir, palpitações, dor de ouvido e insônia.

Por isso, o melhor é prevenir, se for o caso. Estas são algumas medidas que podem nos proteger das radiações wi-fi, tanto no escritório como em casa.

1 – Desconectar a conexão quando não estiver usando, especialmente durante a noite.

2 – Substitua o acesso sem fio, mediante cabo de rede, ou um PLC que permite que você use suas próprias tomadas elétricas e soquetes como rede local.

3 – Não abuse do celular. O melhor é utilizá-lo com a função viva voz ativada.

4 – Não utilize telefones sem fio DECT em sua casa, os quais emitem grandes doses de radiação. Se não tiver outra opção a não ser um telefone sem fio, escolha as opções tipo ECODECT, que pelo menos evita o problema quando o telefone está descansando na base.

Uso Extensivo de Telefone Celular Pode Triplicar Risco de Câncer de Cérebro


Estudo de pesquisadores franceses, publicado no BMJ (Jornal Britânico de Medicina), mostra que o uso intenso de telefones celulares podem triplicar o risco de câncer de cérebro.

Questionamentos continuam a surgir sobre os telefones celulares e a sua contribuição para certos tipos de câncer. 

Mesmo o Instituto Nacional do Câncer (NCI) levantou alguma preocupação sobre o extenso uso de telefone celular. O NCI explica que os telefones celulares emitem energia de radiofrequência, na forma de radiação não-ionizante. 

Em outras palavras, um telefone celular basicamente dispara as ondas de rádio que são absorvidas pelos tecidos mais próximos do corpo. 

Se uma pessoa carrega um telefone em seu bolso durante todo o dia, a energia pode ser absorvida pela lateral e barriga da pessoa.

Como é que esta energia afetam as células ao longo do tempo?

Será que esta exposição constante interrompe os processos celulares, especialmente quando esta exposição acontece perto do cérebro?

Enquanto o NCI diz que a radiação não-ionizante de um telefone celular não foi comprovada como tendo atividade carcinogênica, outros estudos podem provar o contrário.

Mais de 15 horas de uso do telefone celular por mês pode triplicar risco de câncer de cérebro



Cientistas franceses agora estão relatando sobre um novo estudo de coorte, mostrando como o extenso uso do telefone celular pode aumentar o risco de câncer no cérebro. 

O estudo, incluso na mais recente edição da revista científica britânica Occupational and Environmental Medicine, constatou que o riscos de câncer de cérebro triplicou em indivíduos que usam seus telefones mais de 15 horas por mês.

Este estudo coincide com um relatório de 2011 feito pela International Agency for Research on Cancer mostrando como telefones celulares emitem campos de rádiofreqüência que são capazes de possuir atividade carcinogênica em algumas pessoas.

Neste novo estudo francês, os tumores cerebrais de glioma e meningioma ocorreram com uma frequência três vezes maior do que o normal em pacientes que usaram seus telefones celulares extensivamente em suas carreiras e atividades do dia-a-dia.

“Nosso estudo é parte dessa tendência, mas os resultados têm de ser confirmados“, disse Isabelle Baldi, da Universidade de Bordeaux, no sudoeste da França, que participou do estudo.

Céticos em relação ao estudo acreditam que os resultados não podem ser confirmados e não incluem uma imagem precisa do uso do telefone na vida real, incluindo fatores como o tabagismo. 

Além disso, a relação entre o uso de telefone celular e o câncer nunca foi estabelecido no estudo de coorte.  Também, como a tecnologia de telefonia evolui, diferentes níveis de radioatividade são emitidos por telefones diferentes, fazendo com que a conexão com o câncer seja quase impossível de fazer .

O estudo até mesmo reconheceu isto: “A rápida evolução da tecnologia levou a um aumento considerável no uso de telefones celulares e uma diminuição paralela de [intensidade de ondas de rádio] emitida pelos telefones.”

“É difícil definir um nível de risco, se houver, especialmente enquanto tecnologia de telefonia móvel está em constante evolução.”

Taxas de tumor três vezes maior para aqueles com carreiras que exigem extenso uso de telefone celular

No estudo, vários grupos diferentes de pessoas foram acompanhadas ao longo do tempo, enquanto o uso do telefone celular foi dividido entre os grupos. No estudo, 253 casos de glioma e 194 casos de meningioma foram investigados entre 2004 e 2006. 

Os estilos de vida dos pacientes foram comparados com 892 indivíduos saudáveis (de controle) ​​da população em geral. Os pesquisadores examinaram o uso de telefone celular de todos os indivíduos em um período de dois a dez anos, com um período médio de observação de cinco anos. Depois de analisar os dados de incidência de câncer, os pesquisadores encontraram resultados surpreendentes.


Em média, pacientes com glioma e meningioma usavam seus telefones celulares mais extensivamente para fins de carreira e estilo de vida. 

Aqueles que trabalham com vendas foram os que mais usaram seus telefones, o que provavelmente contribuiu para uma maior prevalência de câncer no cérebro.

Maior risco durante o uso de telefone celular antes dos 20 anos


Os resultados correlacionam-se com um outro estudo de coorte sueco entre 1997 e 2003 que mostraram o aumento do risco de glioma com o uso cumulativo de telefone celular. 

Os questionários que investigam o uso de telefone celular a partir de 1251 pacientes com câncer cerebral  e 2.438 controladamente saudáveis ​​mostraram um aumento do risco de glioma em pacientes primeiramente usaram telefones celulares antes dos 20 anos de idade. 

Possivelmente, o maior risco de câncer de cérebro do uso do telefone celular é baseado tanto no uso prolongado (mais de 15 horas por semana) quanto no uso começando em uma idade precoce.

Os Danos da Radiação do Telefone Celular à Fertilidade Masculina



Homens que mantêm telefones celulares nos bolsos de suas calças podem estar inadvertidamente prejudicando suas chances de se tornarem pais, de acordo com um novo estudo liderado pela Universidade de Exeter.

Pesquisas anteriores já haviam sugerido que a radiação eletromagnética de freqüência de rádio (RF-EMR) emitida pelos dispositivos podem ter um efeito prejudicial sobre a fertilidade masculina. A maioria da população adulta global possui seus próprios telefones celulares e cerca de 14% dos casais em países de alta e média renda têm dificuldade em conceber.


Uma equipe liderada pela Dra. Fiona Mathews, de Biociências da Universidade de Exeter, realizou uma revisão sistemática dos resultados de dez estudos, incluindo 1.492 amostras, com o objetivo de esclarecer o potencial papel desta exposição ambiental.

Os participantes dos estudos eram clientes de clínicas de fertilidade e centros de pesquisa e a qualidade do esperma foi medida em três maneiras diferentes: motilidade (capacidade do esperma para mover-se corretamente em direção ao óvulo), viabilidade (a proporção de espermatozoides que estavam vivos) e de concentração (o número de espermatozoides por unidade de sêmen).

Em grupos controlados, 50-85% dos espermatozoides têm movimento normal. Os pesquisadores descobriram que esta proporção caiu a uma média de 8 pontos percentuais, quando houve a exposição aos celulares. Efeitos similares foram observados na viabilidade espermática. Os efeitos sobre a concentração de espermatozoides foram menos claras.

Dr. Mathews disse:. “Dada a enorme escala de uso de celulares em todo o mundo, o papel potencial desta exposição ambiental precisa ser esclarecido Este estudo sugere fortemente que a exposição a radiação de campos de radiofrequência por carregar celulares nos bolsos das calças afeta negativamente a qualidade do esperma. Isto pode ser particularmente importante para os homens já no limite da infertilidade, e mais pesquisas são necessárias para determinar as implicações clínicas completas para a população em geral.”

Os resultados foram consistentes em estudos in vitro realizados sob condições controladas e de observação em estudos in vivo realizados sobre os homens na população em geral.

“O efeito dos celulares na qualidade do esperma: uma revisão sistemática e meta-análise” de Fiona Mathews et al está publicada hoje na revista Environment International.


Fonte: http://ocultoreveladoaverdade.blogspot.com.br/


http://despertardegaia.blogspot.com/

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