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4 de ago. de 2018

MENTE SOBRE A MATÉRIA - Consciência e a Natureza da Realidade


A realidade não é o que parece, os antigos sabiam disso, os físicos pioneiros no início do século 20 o sabiam, e os cientistas de ponta atuais estão provando isto, tudo é importante.

As Grandes Questões e a Visão do Mundo Científico Moderno

Ao longo do tempo, a humanidade tem tentado responder as grandes questões. Qual é a natureza da existência e da realidade, o que somos e por que estamos aqui ? 

Na era atual, com a ascensão da ideologia do materialismo científico, temos uma forte tendência a rejeitar qualquer coisa que não se encaixa no paradigma materialista e rotulá-lo como “místico”. Ficamos hipnotizados pelo mundo material. 

O materialismo e o consumismo correm desenfreados em nossa sociedade. Atraídos pelo aparente sucesso do método reducionista que usamos para analisar e entender o nosso mundo, vemos o Universo como um sistema puramente físico, funcionando como uma grande máquina e com a matéria sendo a substância fundamental da realidade.

“O dia que a ciência começar a estudar os fenômenos não físicos, ela vai fazer mais progressos em uma década do que em todos os séculos anteriores de sua existência” - Nikola Tesla

Nossos métodos analíticos científicos foram relativamente bem sucedidos e nos levaram a entender o funcionamento interno da matéria o suficiente para criar muitas tecnologias úteis. 

Mas estes sucessos erroneamente nos levaram a concluir que nossa visão materialista do Universo está correta e a rejeitar outras ideias como “místicas” e atrasadas.

O paradigma materialista persiste no pensamento popular e científico, apesar de muitas evidências de que na verdade, ele está errado. 

A Teoria da Relatividade e a Física Quântica mostraram que a energia é mais fundamental do que a matéria. Os pioneiros da física quântica no início do século 20, Max Planck, Albert Einstein e outros, chegaram à mesma conclusão, que tudo é energia e que de alguma forma a consciência está intimamente entrelaçada com ela. 

E, no entanto, esta visão parece ter sido descartada desde então. Os físicos ainda perseguem a “partícula” fundamental e se concentram em fenômenos materiais ao invés de se concentrar em como a energia forma a matéria e quais outras formas podem ser tomadas.

“Se você quiser descobrir os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração”. - Nikola Tesla

A ciência moderna ainda é totalmente ignorante sobre o papel da consciência, apesar das observações de fenômenos quânticos que sugerem fortemente que a consciência está intimamente relacionada com a natureza da realidade. 

A ciência convencional continua a assumir que a realidade é objetiva, que ela existe independentemente da consciência do observador apesar de muitas evidências em contrário, e as conclusões de muitos pioneiros da física quântica.

O físico, astrónomo e matemático inglês, Sir James Jeans, declarou:

“Eu me curvo para a teoria idealista de que a consciência é fundamental e que o Universo material é derivado da consciência, não que a consciência é derivada do Universo material… Em geral, o Universo está mais próximo de um grande pensamento do que de uma grande máquina. Onde cada consciência individual deve ser comparada a uma célula cerebral de uma Mente universal”.

E ele não estava sozinho, abaixo Max Plank compartilha um ponto de vista semelhante:

“Eu considero a consciência como fundamental. Considero a matéria como derivada da consciência. Não podemos ficar atrás da consciência. Tudo sobre o qual falamos, tudo o que consideramos existente, postula a consciência”. 

A realidade não é o que parece.

“Existe mais coisas no céu e na Terra, Horatio, do que sonha tua filosofia”. 
Shakespeare, de Hamlet

A consciência é provavelmente o fenômeno mais misterioso e significativo do Universo, de modo que tratá-la como irrelevante para a compreensão da realidade é um grande erro. Na verdade, houve algumas experiências muito profundas que deixam pouca dúvida de que existe uma relação íntima entre consciência e realidade.

Levando alguns a concluir que a consciência é a substância fundamental do Universo, como muitas filosofias esotéricas e místicas ao longo dos tempos afirmaram de uma forma ou de outra.

 Veja este vídeo sobre essas experiências:


Não é surpreendente que possamos ficar presos na ideia errada de que a matéria é a substância fundamental da realidade porque esta ideia é apenas uma consequência natural de nossas limitações perceptivas.

O nosso aparelho sensorial: visão, audição, olfato, tato, nos fornece uma representação útil do mundo externo, mas quando se trata de nosso canal sensorial primário, a visão, é bem conhecido que “enxergamos” apenas uma banda muito estreita de energia.

Nossos olhos detectam frequências de energia eletromagnética e as convertem para imagens e cores que percebemos. Mas nossos olhos só detectam uma porção extremamente pequena destas frequências, inferior a 0,00018%.

E estamos apenas “vendo” os aglomerados de energia condensados em uma vibração lenta (matéria). Não conseguimos ver todo o resto da energia e como tudo é um padrão de energia interconectado.

“Toda a matéria é apenas energia condensada em uma vibração lenta”. 
Bill Hicks

Apesar da lição do fenômeno não visto da radiação eletromagnética nos ensinar, ainda desconhecemos totalmente como as limitações de nosso aparelho sensorial condicionou nossos modelos de realidade.

Há muitos outros fenômenos invisíveis que ainda precisamos detectar e entender. Nossas percepções visuais são mais incompletas do que jamais imaginamos, e isto levou a uma visão distorcida que coloriu nosso modelo de realidade.

Este viés está interferindo na formulação de um modelo mais amplo,e mais preciso, incluindo abordar a grande questão que estamos evitando, o que é a consciência e como está relacionada com a realidade.

Filosofias Cosmológicas Antigas – Tudo é Mente

Muito antes da nossa era científica atual, e por muito mais tempo, existiram muitas culturas com uma visão diferente do cosmos.

Elas perceberam que o Universo é inteligente e vivo, em sua própria estrutura, eles pensaram no cosmos como uma grande mente, e que nossa realidade terrena era em certo sentido, uma grande ilusão.

A filosofia continua a explorar a natureza da realidade e da consciência, debatendo as perspectivas alternativas.

Entre as escolas de pensamento contemporâneo existem aquelas que ressoam com a ideia antiga de que “tudo é mente”. Essa ideia não foi completamente perdida.


“O fluxo do conhecimento está seguindo em direção a uma realidade não mecânica. o Universo começa a parecer mais um grande pensamento do que uma grande máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no domínio da matéria, podemos chamar isto de criador e governador do domínio da matéria. Supere isto e aceite a conclusão indiscutível. O Universo é imaterial, mental e espiritual”. - Sir James Jeans

A ciência nasceu da filosofia, mas há muito tempo tomou um caminho separado, a ciência é focada em como as coisas funcionam e FATOS, a filosofia é focada no SENTIDO. É por isto que a humanidade perdeu seu coração e sua alma, os fatos sem SENTIDO são como um navio sem leme.

A ciência quer nos fazer acreditar que a vida, a consciência e a inteligência surgiram de alguma forma das mecanizações do Universo de forma aleatória, por mais improvável que isto seja. Que eles são essencialmente acidentes e, portanto, não têm um sentido mais profundo.

No entanto, existem aqueles que acreditam que tudo tem um sentido profundamente significativo e por projeto e, portanto, proposital.

O Campo de Energia Primordial e o Surgimento da Consciência

A física quântica está começando a aceitar que tudo é energia e está se movendo em direção a uma teoria de campo energético unificado, mas eles ainda não têm ideia de quão profundo o buraco de coelho é.

Quando descobrirem as complexidades mais profundas da energia atômica e das energias moleculares e biomoleculares, tornará possível avanços surpreendentes nas tecnologias. E à medida que isto acontece, eles começarão a perceber que a consciência é um processo no campo energético e, finalmente, nos despedimos da visão materialista da realidade, que tem dominado nosso pensamento há tanto tempo.

Exatamente como a consciência surge no campo energético não é claro, mas um ramo da informação e da teoria computacional pode, em última instância, ter a resposta.

A Teoria Celular Automata afirma que padrões e dinâmicas altamente complexas e organizadas podem surgir a partir de sistemas muito simples contendo células discretas, com pequenos conjuntos de estados e regras que governam a proximidade das células afetadas.

E esta estrutura tem uma similaridade interessante com os predicados básicos de uma série de teorias do campo unificado, obscuras, mas convincentes (Teoria do Campo Zero, Teoria do Sistema Recíproco e outras).

Presumivelmente, um destes padrões dinâmicos complexos é o processo da própria consciência, a inteligência e consciência omni-presente que permeia o campo energético, o tecido do Universo.

Para obter um relato muito interessante sobre as descobertas científicas que tem acontecido ao longo dos últimos vinte anos relacionadas com o campo energético e as conexões com a consciência, verifique o livro: “The Field: The Quest for the Secret Force of the Universe“.

Existem vários grupos que estudam cientificamente os fenômenos físicos relacionados à consciência e suas descobertas são muito interessantes.

Pesquise o trabalho destas organizações para mergulhar mais profundamente na matéria: 

Laboratório de Pesquisa de Anomalias de Engenharia de Princeton,
Laboratório de Pesquisa de Consciência Internacional,
Projeto de Consciência Global e
Instituto de Ciências Noéticas.

Um esforço relacionado ao Projeto de Consciência Global que está prestes a ser lançado é o aplicativo “Global Consciousness“.

Confira o vídeo abaixo sobre esta interessante aplicação e projeto.


Tudo é Energia e os Pensamentos São Energia

De acordo com Guy Needler, em seu livro “The History of God”, a consciência surgiu em uma pequena parte do campo energético universal e gradualmente aumentou até que fosse totalmente sensível. Naquele momento, decidiu explorar o que era experimentando o que poderia fazer.

Ela rapidamente percebeu que seus pensamentos criavam padrões de energia no campo em que existia. Ela também descobriu que poderia dividir sua consciência e ponto focal de consciência em muitas partes menores e perceber de muitas perspectivas diferentes ao mesmo tempo.

Cada um de nós é uma destas divisões. Nós somos todos segmentos da consciência universal, e ela está experimentando tudo o que estamos experimentando.

Na mente universal, os pensamentos são padrões de energia, e estes padrões de energia são tudo o que vemos: luz, matéria, galáxias, estrelas, planetas e tudo o que não podemos ver.

Existe muito mais acontecendo na parte que não podemos ver do que a maioria de nós imagina. O espaço que pensamos como o único Universo, e com uma realidade, de fato, possui muitas realidades paralelas, muitas vezes referidas como dimensões ou planos da realidade.

Porque a consciência da Fonte está criando tudo o que existe com os pensamentos e cada um de nós é um fio desta consciência, nossos pensamentos também são criativos.

Não percebemos isto porque nos esquecemos do que somos, mas estamos criando nossa realidade com nossos pensamentos, individual e coletivamente, o tempo todo. Isto não é óbvio porque nossos pensamentos são erráticos e indisciplinados, por isto nossa criação não é direcionada e é incoerente.

Se adotarmos nosso poder criativo e conscientemente dominarmos nossos pensamentos, começaremos a criar coerentemente. E então ficará óbvio que estamos realmente criando nossa realidade e começaremos a criar a vida dos nossos sonhos, e coletivamente o mundo dos sonhos de todos.

“Uma conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade. Como observadores, estamos pessoalmente envolvidos na criação de nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o Universo é uma construção “mental”. - R.C. Henry, Professor de Física e Astronomia

Dentro da Mente

Tudo o que existe: as galáxias, as estrelas, os planetas, a luz, a matéria, você e eu, tudo o que podemos ver, e tudo o que não podemos ver, está funcionando internamente na mente cósmica, o Universo é consciente em sua própria formação, e estamos dentro dele !

Essa consciência, de fato, engloba muitos universos e uma grande quantidade de realidades paralelas. É a fonte de tudo o que é, incluindo a nossa própria consciência e a de toda entidade sensível no Universo.

Nós existimos em uma paisagem mental, um reino de ideias manifestadas. Nós existimos dentro de uma mente cósmica que está criando uma multidão de ambientes e experiências para explorar todas as possibilidades de existência e expandir a compreensão de si mesma.

São todas construções do pensamento dentro da mente cósmica.

Você é uma construção que chamamos de pessoa, e você está dentro de uma construção que chamamos de Universo.

Você é um veículo que a consciência da Fonte está experimentando.

Você é uma abertura que ela está usando para observar e experimentar um dos muitos ambientes que criou.

Você é um ponto focal da consciência da Fonte que olha de dentro de um dos seus próprios pensamentos e experimenta-os.

Através de seus pensamentos, está formando uma multidão de realidades paralelas, e depois mergulhando e explorando-as, experimentando-as. Todas as realidades, todos os mundos, são MUNDOS INTERIORES. 

Por que se diz: conhece a ti mesmo e conhecerás a verdade, você só precisa ir para o seu interior. Tudo está dentro da mente ilimitada da consciência da Fonte, e está tudo dentro de você, porque você é parte dela. Você é um pensamento dentro de um pensamento dentro de um pensamento que se experimenta.

“Somos todos uma consciência que se experimenta subjetivamente, não há tal coisa como a morte, a vida é apenas um sonho, e somos a imaginação de nós mesmos”. - Bill Hicks

“Tudo o que vemos ou parece, é apenas um sonho dentro de um sonho.” - Edgar Allan Poe

A Mente Universal é infinita e o que pode criar é sem limites. O Universo é infinito, simplesmente porque é um espaço conceitual, um campo de ideias e imaginação, que o torna intrinsecamente ilimitado. O que ele pode criar é limitado apenas pela imaginação, e a imaginação é ilimitada.

“A lógica irá levá-lo de A para B. A imaginação irá levá-lo a todos os lugares”. - Albert Einstein

Cada um de nós é uma parte desta mente infinita, e todos nós potencialmente exercemos seu poder criativo ilimitado porque nós somos ilimitados. A única coisa que nos limita é a nossa crença e imaginação ! Acorde para o que você realmente é, e fique impressionado com o que você pode criar.

Nós somos ilimitados !

©Jeff Street

Fonte: 
https://wakeup-world.com/2017/12/27/mind-over-matter-consciousness-and-the-nature-of-reality/

Tradução: https://portal2013br.wordpress.com

http://despertardegaia.blogspot.com.br/

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28 de jul. de 2017

NIKOLA TESLA - TECNOLOGIA ANTIGRAVIDADE


Como explicado pelo próprio Tesla, a Terra é “… como uma bola de metal eletricamente carregada movendo-se pelo espaço”, o que cria forças eletrostáticas enormes e variáveis que diminuem em intensidade ao quadrado da distância da Terra, assim como a gravidade. Uma vez que a direção de propagação irradia da Terra, a chamada força da gravidade é em direção à Terra.

Nós todos sabemos que o Nikola Tesla era um homem a frente do seu tempo. Tesla imaginou um futuro no planeta Terra onde a energia livre estava disponível para todos, mas suas ideias e invenções foram muito além de eletricidade e energia.

Se não fosse Tesla, provavelmente ainda não teríamos rádio, televisão, eletricidade de corrente alternada, bobina Tesla, iluminação fluorescente, iluminação de néon, controle remoto, robótica, raios-X, radar, micro-ondas e dezenas de outras incríveis invenções.

Resultado de imagem para livro “Occult Ether PhysicsWilliam R. Lyne, um estudioso de Tesla e autor do livro “Occult Ether Physics“, afirma que entre os manuscritos encontrados na casa do cientista existiam numerosas notas sobre a antigravidade.

Em seu livro, Lyne diz que Tesla passou os últimos anos de sua vida coletando informações sobre um sistema de propulsão revolucionário que usaria a força do éter para movimentar objetos. 

O escritor baseou sua teoria nas últimas palestras dadas por Tesla, nas quais ele falou que suas descobertas seriam capazes de mudar todas as concepções relacionadas à física conhecida pelo homem.

A última patente de Tesla arquivada em 1928, (#6,555,114) foi a de uma máquina voadora que se assemelhava tanto a um helicóptero como a um avião. 

Este veículo usa um sistema de propulsão revolucionário que teria mudado tudo o que sabíamos sobre o voo.

Lyne detalha em seu livro que durante uma palestra para o Instituto de Bem Estar do Imigrante, Tesla mencionou sua Teoria Dinâmica da Gravidade, e que isto era: “Uma de duas descobertas de longo alcance, que ele trabalhou em todos os detalhes nos anos de 1893 e 1894”.

A Teoria Dinâmica da Gravidade assume um campo de força que explica os movimentos dos corpos no espaço. O pressuposto da existência deste campo de força dispensa o conceito de curvatura espacial (conforme disse Einstein). O éter tem uma função indispensável nos fenômenos (da gravidade universal, da inércia, do impulso e do movimento dos corpos celestes, bem como de toda a matéria atômica e molecular).

Curiosamente, em um artigo intitulado Grandes Realizações dos Homens, Tesla falou sobre sua Teoria Dinâmica da Gravidade dizendo que o éter luminífero preenche todo o espaço. 

O éter é acionado pela Força criadora da vida e é lançado em “giros infinitesimais” (“micro hélices”) perto da velocidade da luz, tornando-se matéria ponderável. 

Quando a força diminui e o movimento cessa, a matéria reverte para o éter (uma forma de “decaimento atômico”).

O homem pode aproveitar para:
  • Precipitar a matéria do éter.
  • Criar o que quiser com a matéria e a energia derivada.
  • Alterar o tamanho da Terra.
  • Controlar as estações da Terra (controle do tempo).
  • Guiar o caminho da Terra através do Universo, como uma nave espacial.
  • Causar colisões de planetas para produzir novos sóis e estrelas, calor e luz.
  • Originar e desenvolver vida em formas infinitas.

O chamado éter de Tesla foi rigidificado por forças eletrostáticas de rápida variação, envolvendo-se assim em efeitos gravitacionais, inércia e momentum, especialmente no espaço próximo à Terra, pois, como explicado pelo próprio Tesla, a Terra é “… como uma bola de metal eletricamente carregada movendo-se pelo espaço”, Escritos de Nicola Tesla, 1894, Capítulo XXV – Introdução – O Escopo das Conferências de Tesla.

“Eu trabalhei em todos os detalhes e espero entregar ao mundo muito em breve. Ele explica as causas desta força e os movimentos dos corpos celestes sob sua influência de forma tão satisfatória que vai pôr fim à especulação ociosa e concepções falsas, como a do espaço curvo. Somente a existência de uma força de coesão pode explicar os movimentos dos corpos como observados, e sua suposição dispensa a curvatura do espaço. Toda a literatura sobre este assunto é fútil e destinada ao esquecimento. Assim como são todas as tentativas de explicar o funcionamento do Universo sem reconhecer a existência do éter e a função indispensável que ele desempenha nos fenômenos”.

Acredita-se que Tesla tenha feito uma referência no texto acima sobre a energia ilimitada, existente no ambiente que nos cerca. 

A conversão de energia em uma força mais forte, eletro propulsão, usada para controlar a força de gravidade muito mais fraca, funcionaria melhor na mesma quantidade de tempo e produziria resultados em uma “unidade geradora”.

Fonte: ancient-code

Material de leitura adicional:

Occult Ether Physics: O Sistema de Propulsão Espacial Escondido de Tesla e a Conspiração para Escondê-lo (2ª Edição Revisada)


OBS: Com o objetivo de facilitar a leitura alguns dos links estão acionando a tradução do google, caso alguém deseja ver o texto original é só clicar no botão “original”.

Tradução: https://portal2013br.wordpress.com

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10 de jun. de 2017

QUAL A RAZÃO DA EXISTÊNCIA HUMANA?

Esta é a Terra. Você e eu moramos aqui.



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E aqui é onde estamos exatamente em nossa vizinhança, o Sistema Solar



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Esta é a distância, em escala, entre a Terra e a Lua. Não parece muito, né?



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Não é bem assim. Entre a Terra e a Lua cabem todos os planetas do Sistema Solar… A distância média entre a Terra e a Lua é de 384.400 km. Nisso cabe todos os planetas e ainda sobra cerca de 8.030 km.



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…então vamos falar de planetas. Esta mancha verde é a América do Norte em Júpiter. América do Norte comparada a Júpiter.



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E aqui está o tamanho da Terra (ou melhor, seis vezes a Terra) comparado com Saturno



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Para ilustrar melhor, olhe como seria visto os anéis de Saturno se eles estivessem na Terra. Do Equador, da Polinésia, do Alasca e de Washington.



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Aqui está um cometa. Recentemente o homem pousou uma sonda em um desses. Veja só a comparação de tamanho de um cometa com Los Angeles: Acho que você imaginou o estrago se um desses entrasse em colisão com o planeta, né?



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Mas nada se compara com o nosso Sol. 
Você está aqui....



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Esta é a vista da Lua



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E aqui está a vista de Marte



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E é assim que se vê a Terra dos anéis de Saturno



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Agora veja como nossa casa é vista de Netuno – 6.437.376.000 km de distância




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Mas vamos voltar ao Sol. Aqui está a comparação de seu tamanho em relação a Terra. Assustador, né? É isso mesmo. O Sol nem cabe na imagem.



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Veja o Sol da superfície de Marte



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Isso não é nada. Citando Carl Sagan: há mais estrelas no espaço do que grãos de areia em todas as praias da Terra



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Sabe o que isso significa? Há estrelas muito, muito maiores do que o nosso querido Sol. Veja como ele pode parecer insignificante



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Aqui está outra perspectiva. A maior estrela, VY Canis Majoris, é 1 bilhão de vezes maior que o Sol



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Mas nada disso se compara ao tamanho de uma galáxia. Pega essa: se reduzirmos o Sol ao tamanho de um glóbulo branco e reduzirmos a Via Láctea na mesma escala, o tamanho da Via Láctea seria equivalente aos Estados Unidos



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É claro que isso é porque a Via Láctea é enorme. Aqui é onde estamos...



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E isto é tudo que você consegue ver no céu: Todas as estrelas que você vê a noite estão dentro deste círculo amarelo.



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Se você ainda não se impressionou, agora sua cabeça VAI explodir. Veja o tamanho da Via Láctea em comparação com outras galáxias
IC 1011 está a 350 milhões de anos-luz da Terra. Apenas imagine tudo que pode existir neste espaço. 



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SIM, dá pra pensar maior. Apenas nesta foto tirada pelo telescópio Hubble existe milhares de galáxias, cada uma contendo milhões de estrelas e alguns planetas.




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Esta é UDF 423, uma das maiores galáxias já fotografadas. Ela está a 10 BILHÕES de anos-luz daqui. Olhar para essa imagem é olhar para bilhões de anos no passado. 



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Esta é uma imagem de uma pequena parte do universo. Uma parte insignificante do céu estrelado.



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Ah, tem mais!, é seguro afirmar que existem buracos negros por aí. Aqui está a comparação do tamanho de um buraco negro com a Terra. Buraco negro NGC 1277 > Órbita de Netuno > Órbita da Terra.



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Então se você está chateado porque seu time perdeu de novo, ou porque sua novela favorita não está seguindo o rumo que você gostaria: apenas lembre-se…

Este é o nosso lar.



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Isso é o que acontece quando temos uma visão mais ampla de nossa vizinhança, o Sistema Solar. Em vermelho está a Terra (Earth).



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Isso é o que acontece quando temos uma visão AINDA MAIS AMPLA… Em vermelho está o Sistema Solar (Solar System).



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MAIS AINDA…A Via Láctea.



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CONTINUE… Em vermelho está a Via Láctea junto a outras galáxias.



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VAMOS MAIS LONGE…
Eu já nem sei mais o que isso significa, mas todo aquele grupo de galáxias da imagem anterior está no pontinho vermelho da imagem acima.



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ATÉ ONDE ISSO VAI?




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Pronto. Aqui está tudo do universo observável e o seu lugar nele. Apenas uma formiga minúscula em um frasco gigante.


Oh. Meu. Deus...


..."O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. 

E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. 

Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. 

Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior..." - Albert Einstein

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5 de dez. de 2016

6 VERDADES ESPIRITUAIS QUE OS CIENTISTAS FINALMENTE ESTÃO COMEÇANDO A COMPREENDER


Durante muito tempo as pessoas têm tentado explicar por que as coisas são do jeito que são. Nos tempos modernos alguns cientistas têm tentado interpretar o conhecimento repassado por sacerdotes, profetas, iogues e muitos outros mestres espirituais antes mesmo de começarmos a gravar nossa história. A ciência ainda tem muito o que fazer para recuperar estes conhecimentos.

Existem certos assuntos espirituais como a existência da alma, que estão finalmente começando a receber um pouco da atenção que merecem. Vamos falar sobre os 6 mais comuns.

1. Nós somos seres espirituais em uma jornada humana. 

Resultado de imagem para Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Nós somos seres espirituais tendo uma experiência humana Pierre Teilhard de Chardin“Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Nós somos seres espirituais tendo uma experiência humana” - Pierre Teilhard de Chardin

Nós estamos habitando um corpo físico, mas isto não é tudo o que realmente somos.

Somos uma consciência de energia. 

Uma consciência energética manifesta na forma física. 

Qualquer um que tenha estudado a EFC (Experiência Fora do Corpo) ou projeção astral sabe muito bem que a vida não é o que parece.

Existe muito mais que está enterrado sob o nível de nossa consciência que lutamos para explicar porque não temos uma compreensão científica completa ainda, nem temos uma maneira fácil de acessar à vontade como (Intuição, deja vu, PES “Percepção Extra Sensorial”, etc). 

Mas isto não significa que estas coisas não são reais. Como qualquer habilidade ou capacidade física, você só tem que fazer alguma pesquisa e colocar o que aprendeu em prática para desenvolvê-la.

2. Nossas almas não morrem, nós apenas mudamos o nosso foco. 

Imagem relacionada“A energia não pode ser criada ou destruída, só pode ser alterada de uma forma para outra”. - Albert Einstein.

Graças à física quântica, alguns cientistas estão lentamente se aproximando da ideia de que realmente não podemos morrer. 

A energia não pode ser criada e não pode ser destruída. Ela só pode mudar de uma forma para outra.

A morte (excluindo mortes espetaculares) não é instantânea. 

Na verdade, mesmo na ciência médica torna-se cada vez mais difícil definir quando as pessoas estão mortas. 

Pessoas “voltam dos mortos” o tempo todo.

Existe até mesmo pessoas que voltam dos mortos com mais conhecimentos, novas linguagens e memórias que elas nunca tiveram antes da experiência.

3. Tudo é energia que vibra em uma determinada frequência. 

Resultado de imagem para NIKOLA TESLA ENERGIA“Se você quiser encontrar os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração”. - Nikola Tesla

95% da massa do Universo, a matéria escura, é atualmente invisível aos nossos sentidos e instrumentos. 

Ela é frequências vibratória, assim como tudo o mais que você é capaz de perceber com os seus sentidos.

Você é capaz de traduzir estas frequências para uma forma compreensível também. 

O primeiro passo é conhecer e aceitar que toda a massa nada mais é do que uma vibração, núcleos com elétrons em órbita em torno deles a uma taxa de velocidade de criação de força centrípeta. Não existe tal coisa como matéria sólida. É que alguns núcleos tem uma força centrípeta mais forte do que outros.

4. Nossos pensamentos criam a nossa realidade. 

“O ser humano é o produto de seus pensamentos, o que ele pensa, ele se torna”. - Mahatma Gandhi

Isto basicamente se resume a lei da atração. A força do pensamento é a chave para criar a realidade.

Tudo o que percebemos no mundo físico tem sua origem no mundo interior invisível de nossos pensamentos e crenças.

Para se tornar o mestre de seu destino, você deve aprender a controlar a natureza de seus pensamentos dominantes habituais, controlando suas preocupações e negatividade. 

Preocupar-se é simplesmente desperdiçar tempo e energia manifestando coisas que você não quer. Ao controlar seus pensamentos, você será capaz de atrair as coisas que você realmente deseja na vida.

5. O tempo é uma ilusão. 

Resultado de imagem“O tempo é uma ilusão”. - Albert Einstein

A conclusão de Einstein de uma sólida realidade indivisa estava claro para ele, tanto que ele rejeitou completamente a separação que experimentamos como o momento do agora. 

Ele acreditava que verdadeiramente não existe divisão entre passado e futuro, existe sim uma única existência.

Seu testemunho mais descritivo para esta fé veio quando Besso, seu amigo ao longo da vida morreu.

Einstein escreveu uma carta para a família de Besso, dizendo que embora Besso o havia precedido na morte isto não tinha nenhuma consequência… 

Nós os físicos acreditamos que a separação entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão, ainda que de forma convincente”.

6. A ascensão não envolve ir a outro lugar.

Resultado de imagem para DESPERTAR DE GAIAAscensão não é sobre deixar o planeta, sendo resgatado por ETs ou voar para o céu. 

Não se trata de assistir a mudança acontecer online ou ficar à espera do mundo externo fornecer evidências de uma mudança interna.

A ascensão é uma escolha consciente para se envolver na sua evolução. 

Ascensão é um estado de ser. 

Um foco na expansão da consciência e despertar para uma frequência de vibração mais elevada.

É para o que fomos criados !

Para “ir adiante e experimentar”, e retornar as experiências junto à Fonte em um loop infinito de cocriação e maestria.

Como um bônus adicional, aqui está um episódio de Espírito da Ciência que explica a ascensão em muito mais em profundidade:

Espírito da Ciência 14 - Percepções da Ascensão



©Lara Starr


Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível

http://despertardegaia.blogspot.com.br/

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14 de jan. de 2016

UNIVERSOS PARALELOS - Mensagem do Arcanjo Uriel


Mensagem do Arcanjo Uriel do Sol 
Conselho da Luz Lemuriano da Terra

Saudações, Queridos.

Muitas pessoas da Comunidade dos Trabalhadores da Luz verdadeiramente estão numa busca pela Verdade, o que é Real, o que não é… 

Vocês essencialmente estão vivendo em seu próprio Universo, parte de um jogo de realidade virtual.

Enquanto vocês somente percebem a realidade que vocês criam, vocês acreditam ser a única existente, mas há um número infinito de realidades coexistindo.

Vocês estão mudando de Realidades Paralelas para Realidades Paralelas todos os Momentos Presentes.

De acordo com como vocês mudarem sua frequência vibracional, vocês entrarão em um Universo Paralelo compatível com essa mesma frequência, não muito diferente do anterior em sua percepção, mas completamente diferente em vibração e energia.

Trata-se de calibrar sua frequência para empatar com a realidade que vocês querem criar para si e para outros, que não é muito diferente de girar o botão de sintonia de um receptor de rádio.

Esse jogo trata-se de realinhar com seus Verdadeiros Eus Criadores e criar seu Bem Maior e o Bem Maior de Todos ao mesmo tempo em seu Próprio Universo.

Trata-se de ser o Criador Lúcido de seu Ambiente Vibracional, como em um Estado de Sonho, mas é igual no Mundo Físico, apenas em outro nível dimensional.


É isso que explica a Teoria de Albert Einstein sobre a relatividade.

Vocês essencialmente são os Filhos da Luz em seu próprio mundo, presentes para expandir o Amor e Criar a mais Bela Realidade que vocês gostariam de experimentar. 

Dessa perspectiva nada pode ser verdadeiro ou não verdadeiro, só há Uma Verdade que engloba tudo no Único Criador Deus Pai Mãe.

Vocês estão em Deus e Deus está em Vocês, vocês não estão separados de nada em existência. Vocês são Únicos e o Todo ao mesmo tempo. Vocês são o Microcosmo do Macrocosmo, o Centro de seu Próprio Universo.

Então, somente vocês podem criar separação em seu mundo por acreditar que não são Deus ou venerar qualquer entidade/alguém externo a vocês como sendo Deus.

Por acreditar na separação, vocês dão seu poder e não criam bem sua própria realidade. Vocês podem acreditar na existência de uma entidade negativa que os separa de Deus, vocês podem chamar de “ego”, mas isso é só uma ilusão, pois nada é separado de Deus.

Não se trata de liberar seu ego ou se repreender por ter um ego, pensamentos ou emoções negativas, mas trata-se de aceitar que é seguro para vocês experimentar essas emoções e ter pensamentos negativos, não importa como negativos eles são, porque isso é apenas o Universo sendo muito criativo.

Vocês não têm que se culpar por experimentar e vivenciar o Arco-íris Inteiro.

É seu Trabalho serem Gentis com vocês mesmos e Amarem-se no processo, Confiarem no Processo. Cabe a vocês reconhecer que vocês já são Um com Deus, reivindicar seu Poder e Criar com Amor para Si e para Todos em sua Realidade.

Portanto, vocês podem ter qualquer Verdade que ressoa profundamente em seu Coração, esta será sempre aquela que vocês experimentarão em seu Mundo de Percepção e Reflexão.

Vocês podem dar qualquer significado que queiram para qualquer coisa, quaisquer símbolos, isso será a História de Criação de seu próprio Universo.

A Criação não aconteceu no Passado, se Tudo está no Agora então ainda é Agora. Eventos do Passado e do Futuro são criados da Energia do Agora, o Infinito é o Agora. Sua própria frequência vibratória é o que dita qual Realidade vocês estão no Agora.

Perguntem-se: “Posso me amar tanto quanto Deus me ama?”, então vocês conhecem o que é o Real Amor Incondicional, sem quaisquer julgamentos.

Deste Amor Infinito, vocês expandem sua Frequência Vibracional e ficam mais e mais alinhados com seu Eu Criador Lúcido Eterno.

Por amar seu próprio Coração, vocês abençoam todos os outros Corações igualmente, com a mesma quantidade de Amor.

Do Amor vocês podem estabelecer suas Poderosas Intenções e Significados para tudo que vocês fazem ou percebem. Vocês podem se lembrar de como é fácil criar. Por ver a Beleza de Todas as Coisas, vocês criam mais Beleza.

Por dizer, por exemplo: “Cada bocado de alimento traz Abundância Infinita para Todos”, ou “Cada gota de água que eu bebo Purifica todos os Oceanos”, vocês estabelecem Intenções muito Poderosas que são reconhecidas e que são realizadas pelo Universo.

Se vocês realmente quiserem criar Abundância para Si, comecem Abençoando todos com Abundância Infinita, comecem a perceber tudo como Símbolos de Abundância. 

Os significados que vocês dão para tudo é o que cria seu ambiente vibracional. Quanto mais positivos vocês são, mais positiva será sua realidade.

Então, Queridos Deuses Criadores Humanos, eu desejo que vocês convivam com Amor Infinito por Vocês e criem a Realidade mais Bela que vocês poderiam experimentar para Vocês e Todos os Seres Vivos de seu próprio Universo.

Eu lhes envio meu Apoio e Amor Infinitos – Saibam que todos os Seres dos Reinos Superiores sempre estão esperando para ajudá-los – a única coisa a fazer é pedir e confiar que essa ajuda sempre será proporcionada não importa qual seja.


Eu sou Uriel do Sol 
Conselho da Luz Lemuriano da Terra

Fonte: http://lightworkers.org/channeling/

Tradução: Blog Sintese 

http://despertardegaia.blogspot.com/

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25 de jun. de 2015

OS CIENTISTAS DA NOVA ERA - Gregg Braden e A Matriz Divina


“É o poder do sentimento humano, que é a linguagem que abre a porta para as possibilidades daquilo que criamos no nosso mundo.”  Gregg Braden

Gregg é reconhecido internacionalmente como um pioneiro na ciência que liga sabedoria antiga e o mundo real. Por mais de 27 anos, Gregg tem explorado aldeias no alto de montanhas, mosteiros remotos e textos esquecidos para fundir seus segredos intemporais com a melhor ciência de hoje.

Suas descobertas são compartilhadas em 33 países e 38 línguas através de livros inspiradores. Ao fazê-lo, ele redefiniu o nosso relacionamento com nossos mundos interiores e exteriores, ao compartilhar sua vida, afirmando mensagem de esperança.

A Matriz Divina, seu best-seller de 2007, foi recentemente selecionada como fonte para o recurso feito para a televisão, “Entanglement”, e agora é um livro-texto para cursos de nível universitário explorando novas descobertas da ciência e da nossa relação com o mundo.


Uma introdução ao conceito de Gregg Braden

A ciência já provou através da física quântica que somos energia e que estamos todos conectados através de nossa vibração.

O Plenum Cósmico/Deus é puro amor, é energia e por ser energia, não morre, não desaparece, é imortal e está em todos os lugares.


E como somos a imagem e semelhança Dele, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso.

Somos seres espirituais eternos e não apenas seres perenes. Durante muito tempo achava-se que a menor partícula de uma célula, o átomo, era feito de matéria.

Depois descobriram que na verdade a maior parte de um átomo é vácuo, então achava-se que o núcleo, que é muito pequeno, seria material.

Esta ideia caiu por terra quando através do uso de microscópios eletrônicos muito potentes, verificou-se que o núcleo de um átomo é apenas uma energia condensada, não é matéria.

Mas se tudo o que existe no mundo “material” é feito de um conjunto de células, estas são feitas de átomos e se um átomo de qualquer coisa não é material, então…

No nível microscópio, nada é material, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada. Vivemos num universo de vibração e nossos corpos são feitos a partir da vibração da energia que emanamos constantemente.

A Matriz Divina - Post-24.06.2015

A física quântica já foi apelidada de Física das Possibilidades, por nos dizer que tudo o que imaginamos encontra-se disponível como uma das possibilidades que vamos assimilar em nossas vidas.

A partir desta perspectiva, nossos desejos baseados nos sentimentos deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado no mundo vibracional (quântico, atômico) das infinitas possibilidades.

Ou seja, nada é impossível, quando temos um desejo sincero e este desejo torna-se parte das nossas possibilidades futuras no nível quântico e só precisamos sintonizá-lo. Só devemos “atrair” o que desejamos através do “pensamento”.

Então, já que a ciência atual consegue provar através da teoria quântica que pensamento é energia, que toda energia tem uma vibração e que a vibração cria o mundo material, nossos corpos e todo o restante ao nosso redor foi e continua sendo criado através das nossas mentes coletivas.

Também sabemos que a luz é uma fonte de energia, então cabe a indagação: a que estão conectadas as partículas de luz? 

Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo. Vejamos o que diz Gregg Braden sobre tudo isso.

Fonte: http://www.eftbrasil.net.br/corpo-mente/medicina-quantica/gregg-braden/#sthash.O0NVTbfP.dpuf

Assistam o vídeo  “A Ciência dos Milagres” – Imperdível



Gregg Braden e a Matriz Divina

A Matriz Divina - Post-24.06.2015-1


Assim como toda a vida provém de quatro bases químicas que criam nosso DNA, o universo aparentemente se fundamenta em quatro características da Matriz Divina que fazem tudo funcionar da maneira que funcionam.

O segredo para usufruirmos os poderes conferidos pela Matriz reside em nossa habilidade de apreender as quatro memoráveis descobertas que a unem à nossa vida de um modo sem precedentes:

Descoberta 1:

Existe um campo de energia conectando toda a criação.

Descoberta 2:

Esse campo desempenha o papel de receptáculo, ponte e espelho para nossas crenças íntimas.

Descoberta 3:

O campo está em toda a parte e é holográfico. As partes estão ligadas entre si e cada uma espelha o todo em escala menor.

Descoberta 4:

Nossa comunicação com o campo se faz pela linguagem da emoção. Está ao nosso alcance reconhecer e aplicar essas realidades, que são determinantes de tudo, da restauração de nossa saúde ao sucesso em nossas carreiras.

No final das contas, nossa sobrevivência como espécie pode estar diretamente ligada à nossa capacidade e desejo de compartilhar práticas afirmativas de vida provenientes de uma visão do mundo quântico unificado.

Para fazer justiça aos imensos conceitos decorrentes da Divina Matriz, escrevi este livro em três partes, cada qual cobrindo uma das implicações-chave do campo. Em vez de criar uma conclusão formal no final de cada parte, ressaltei os conceitos importantes sob a forma de um sumário em linha e chamei o conceito de “princípios” designados por um número (princípio 1, princípio 2, e assim por diante).

A Matriz Divina - Post-24.06.2015-2

“Descobrindo a Matriz Divina, o mistério que une todas as coisas”, explora o duradouro sentimento humano que nos une ao campo de energia que liga todas as coisas; descrevi um único experimento que fez os cientistas recuarem cem anos na busca pelo mencionado campo unificado.

Nessa seção, também comentei a pesquisa do século XX que foi responsável por avanços na física quântica e que levou os cientistas a examinarem mais uma vez o experimento original, pelo qual nos informaram que todas as coisas são separadas umas das outras.

Isso inclui três experimentos (que veremos mais adiante) que são representativos e mostram a mais recente documentação sobre determinado campo de energia, não reconhecido anteriormente.

Brevemente, os resultados demonstraram:

A Matriz Divina - Post-24.06.2015-3

1 – O DNA humano exerce efeito direto na matéria que constitui o mundo.

2 – A emoção humana exerce efeito direto sobre o DNA que afeta a matéria que constitui o mundo.

3 – A relação entre as emoções e o DNA transcende limites espaciais e temporais.

Os efeitos são os mesmos, independentemente da distância. Pouca dúvida ainda haverá ao se chegar ao final da Parte I quanto à existência da Matriz Divina.

Quer sua descrição seja feita de uma perspectiva espiritual ou científica, é claro que existe algo – um campo de energia que conecta tudo o que fazemos, somos e experimentamos.

As questões lógicas então passam a ser formuladas assim: “O que fazemos com essa informação?” e “Como poderemos usar a Matriz Divina em nossa vida?” (Gregg Braden).

A Matriz Divina - Post-24.06.2015-4

Será que estamos conectados? Realmente conectados?

A ciência moderna está a ponto de resolver um dos maiores mistérios de todos os tempos.

Provavelmente não vamos ter notícias sobre isso pelos “telejornais no horário nobre da televisão”, nem vamos ver manchetes noticiando o fato nos principais jornais.

Mas, apesar de tudo, aproximadamente setenta anos de pesquisas na área da ciência conhecida como a “nova física” está apontando para conclusões irrefutáveis. Todas as coisas do mundo estão ligadas a todas as outras coisas.

Quer dizer: realmente ligadas. Essa é a novidade que altera tudo e que abala, sem dúvida alguma, os alicerces da ciência como hoje a conhecemos.

“Muito bem”, podemos dizer, “já ouvimos isso antes. O que torna essa conclusão tão diferente? O que realmente significa estar conectado?” 

Essas são ótimas perguntas e as respostas poderão surpreendê-los. A diferença entre as novas descobertas e o que acreditávamos anteriormente é que, no passado, simplesmente nos diziam que a conexão existia.

Mediante frases técnicas como “sensível dependência das condições iniciais” (ou “efeito borboleta”) e por teorias sugerindo que o que é feito “aqui” tem um efeito “ali”, podíamos observar, de maneira superficial, a atuação da conexão em nossa vida.

Os novos experimentos, entretanto, nos levam a um passo adiante. Além de provar que estamos ligados a tudo, as pesquisas agora demonstram que a conexão existe por nossa causa. Nossa conectividade nos dá o poder de ajeitar as coisas para que nos favoreçam, no que diz respeito à transformação de nossa vida.

Para absolutamente tudo, da busca pelo romance à cura dos nossos entes queridos e à satisfação de nossas mais profundas aspirações, somos uma parte integral do que experimentamos todos os dias.

O fato das descobertas mostrarem que podemos usar nossa conexão conscientemente, abre as portas para nada menos do que a oportunidade de tirar partido do mesmo poder que movimenta todo o universo.

Por meio da unidade que está no interior do seu corpo, do meu e do corpo de todos os seres humanos do planeta, temos uma comunicação direta com a mesma força que cria tudo, dos átomos às estrelas e ao DNA da vida.


No entanto, existe uma pequena armadilha: nosso poder para fazer isso está adormecido até que o despertemos. 

O segredo para acordar esse impressionante poder, é fazer uma pequena mudança no modo como estamos habituados a ver o mundo.

Assim, com uma ligeira mudança de percepção podemos usufruir a mais poderosa força do universo para lidar com as situações aparentemente mais impossíveis de serem resolvidas. Isso acontece quando nos permitimos perceber de outro modo nosso papel no mundo.

Como o universo parece realmente ser um lugar muito grande – quase vasto demais para que a gente pelo menos consiga conceber seu tamanho -, podemos começar por nos ver de outro modo no dia-a-dia.

A “pequena mudança” de que precisamos, consiste em começar a nos ver como parte do mundo, não como se estivéssemos separados dele. 

A maneira de nos convencermos de que realmente Somos Um com tudo o que vemos e experimentamos, é compreender como estamos unidos e o que a tal conexão significa. Para usufruirmos da força do universo propriamente dito, precisamos nos ver como parte do mundo, não como se estivéssemos separados dele.

Pela conexão que une tudo, a “coisa” da qual o universo é feito (ondas e partículas de energia) aparentemente quebra as leis do tempo e do espaço da maneira como estamos habituados a interpretá-las. Ainda que os detalhes pareçam mais algo ligado à ficção científica, eles são bem reais.

As partículas de luz (fótons), por exemplo, já foram observadas como capazes de dupla localização – isto é, de se situarem, precisamente no mesmo instante, em dois locais diferentes separados por muitos quilômetros.

Do DNA de nosso corpo aos átomos de todo o restante, as coisas na natureza parecem compartilhar informações com mais rapidez do que foi previsto por Albert Einstein para o deslocamento de qualquer coisa – mais rapidamente do que a velocidade da luz.

Em alguns experimentos, os dados chegam aos respectivos destinos até mesmo antes de deixarem seus locais de origem.

Historicamente, acreditava-se que tais fenômenos fossem impossíveis, mas, aparentemente, eles não apenas são possíveis, como também podem nos mostrar algo mais do que simplesmente as interessantes anomalias de pequenas unidades da matéria. A liberdade de movimento que as partículas quânticas demonstram, pode revelar como o restante do universo funciona quando olhamos além dos conhecimentos da física.

Conquanto esses resultados possam ser parecidos com algum enredo futurístico de um episódio de Jornada nas Estrelas, eles estão sendo observados agora, sob o escrutínio dos cientistas de hoje em dia. Individualmente, os experimentos que produzem tais efeitos são certamente fascinantes e merecem uma investigação mais detalhada.

Considerados em conjunto, entretanto, eles também sugerem que nós podemos não estar tão limitados pelas leis da física quanto imaginávamos. Talvez as coisas sejam capazes de viajar mais rapidamente do que a velocidade da luz e talvez elas possam estar em dois lugares ao mesmo tempo.

E se as coisas têm essa capacidade, será que nós também temos? Essas são precisamente as possibilidades que entusiasmam os inovadores de hoje e que mexem com nossa imaginação.

É a associação da imaginação – a ideia de que alguma coisa possa ser como imaginamos – com a emoção que dá vida a uma possibilidade de que ela se transforme em realidade.

A manifestação se inicia com o desejo de abrir espaço em nossas crenças para alguma coisa que por hipótese não existe.


Criamos essa “alguma coisa” pela força da consciência e da percepção. 

O poeta William Blake reconhecia que o poder da imaginação era a essência da nossa existência, mais do que algo que simplesmente experimentávamos de vez em quando, durante nossos períodos de folga. “O homem é todo imaginação”, ele dizia e explicava: “O corpo eterno do homem é a imaginação, isto é, o próprio Plenum Cósmico/Deus”.

O filósofo e poeta John Mackenzie explicava mais ainda nosso relacionamento com a imaginação, e sugeria que “a distinção entre o que é real e o que é imaginário não é algo que possa ser mantido detalhadamente (…) todas as coisas são (…) imaginárias”.

Nessas duas descrições, os eventos concretos da vida devem primeiramente ser antevistos como possibilidades, antes de se transformarem em realidade.

Entretanto, para que as ideias do imaginário de um momento no tempo se transformem na realidade de outro momento, deve existir algo que interligue ambos. De alguma maneira deve existir no tecido do universo a conexão entre fantasias passadas e realidades presentes e futuras. 

Einstein acreditava firmemente que o passado e o futuro estavam intimamente entrelaçados com coisas de uma quarta dimensão, e que formavam uma realidade que ele chamou de espaço-tempo.

“A distinção entre o passado, o presente e o futuro”, ele dizia, “não passa de uma ilusão persistentemente obstinada”. 

Dessa maneira, por meios que nós apenas começamos a compreender, concluímos estar conectados não somente com tudo aquilo que vemos em nossa vida hoje, mas também com tudo o que já existiu, bem como com coisas que nem aconteceram ainda.

E o que estamos experimentando agora, é o resultado dos eventos que ocorreram (pelo menos parcialmente) no âmbito do universo visível.

As implicações desses relacionamentos são imensas.

Em um mundo onde um campo inteligente de energia conecta tudo, desde a paz mundial até as curas pessoais, e o que pode ter parecido mera fantasia e milagres antigamente, de repente se transforma em um acontecimento possível de suceder em nossa vida.

Com essas conexões em mente, devemos começar a pensar em um modo de nos relacionarmos com a vida, com nossa família e até mesmo com nossos relacionamentos casuais de uma nova e poderosa perspectiva.

Bom ou mau, certo ou errado, tudo, desde as mais leves e belas experiências da vida, até as ocasiões do mais horrível sofrimento humano, nada poderá mais ser considerado como obra do acaso.


Claramente o princípio para a cura, a paz, a abundância e a criação de experiências, carreiras e relacionamentos que nos trazem alegria é a compreensão da profundidade da ligação que temos com toda nossa realidade.


Buscando a Matriz

Em um passado não muito distante, os cientistas tentaram resolver o mistério da existência ou não de uma ligação nossa a um campo de energia inteligente, mediante a demonstração cabal da própria existência ou não de tal campo.

Ainda que a ideia da investigação fosse boa, cem anos depois ainda estamos nos recuperando da forma pela qual esse famoso experimento foi interpretado.

Como resultado disso, durante a maior parte do século XX, se algum cientista ousasse mencionar a existência de um campo unificado de energia interligando todas as coisas de um espaço que estaria vazio sem o tal campo, certamente seria alvo de chacota na sala de aula e arriscaria sua posição acadêmica na universidade.

Com raras exceções, essa não era uma concepção aceita, nem mesmo tolerada, em discussões científicas sérias. Entretanto, nem sempre as coisas foram assim. Ainda que continue sendo um mistério essa conectividade no universo, têm ocorrido inúmeras tentativas de batizar tal fenômeno, de dar-lhe um nome como uma maneira de reconhecer sua existência.

Nos sutras budistas, por exemplo, o reino do grande deus Indra é descrito como o lugar onde se origina toda a rede que interliga a totalidade do universo. “Muito distante, na morada celestial do grande deus Indra, existe um ninho maravilhoso feito por um ardiloso artesão de tal modo que ele se estende em todas as direções”.

Na história do surgimento da tribo Hopi, diz-se que o ciclo atual do globo terrestre começou há muito tempo, quando a Aranha Avó emergiu no vazio do mundo. A primeira coisa que ela fez foi girar a rede que interliga todas as coisas e, por meio dela, criar o lugar onde seus filhos pudessem viver. Os que acreditavam, desde os tempos dos antigos gregos, no campo universal de energia interligando todas as coisas davam-lhe o nome de Éter. O Éter era considerado como a própria essência do espaço na mitologia grega, era descrito como “o ar respirado pelos deuses”.

Tanto Pitágoras como Aristóteles o identificavam como sendo o misterioso quinto elemento da criação, aquele que se seguia aos quatro primeiros tão conhecidos: fogo, ar, água e terra.


Posteriormente, os alquimistas continuaram a usar as palavras dos gregos para descrever nosso mundo – uma terminologia que persistiu até o nascer da ciência moderna.

Contradizendo a visão tradicional da maioria dos cientistas de hoje em dia, algumas das maiores mentes da história não somente acreditavam na existência do éter, como levaram tal crença a um patamar superior.

Diziam que era necessário que o éter existisse para que as leis da física funcionassem como funcionam.

Sir Isaac Newton, o “pai” da moderna ciência, durante os anos de 1600 usou a palavra éter para descrever a substância invisível que permeava todo o universo, e que ele acreditava ser a responsável pela força da gravidade e pelas sensações experimentadas pelo corpo humano.

Ele a imaginava como um espírito vivo, ainda que reconhecesse a falta de um equipamento adequado para validar sua crença nos tempos que vivia.

Foi somente no século XIX que James Clerk Maxwell, autor da teoria eletromagnética, veio a oferecer formalmente uma descrição científica do éter que interliga todas as coisas. Ele o descreveu como uma “substância material de espécie mais sutil que os corpos visíveis e que se supunha existir em regiões do espaço aparentemente vazias”.

Muito recentemente, já no século XX, algumas das mentes científicas mais respeitadas ainda faziam uso da terminologia antiga para descrever a essência que preenche o espaço vazio. Imaginavam o éter como uma substância real e com uma consistência que o situava entre a matéria física e a energia pura.


Era através do éter, raciocinavam os cientistas, que a luz se movia de um ponto ao outro, navegando no que, se não fosse por ele, pareceria tratar-se de um espaço vazio.

“Não posso senão pensar no éter, possível base de um campo eletromagnético com energia e vibrações, como provido de um certo grau de consistência, por mais diferente que possa ser de toda a matéria comum”, afirmou em 1906 o físico ganhador do prêmio Nobel Hendrik Lorentz. As equações de Lorentz foram as que deram a Einstein o instrumental para desenvolver sua revolucionária teoria da relatividade.

Ainda que suas teorias parecessem prescindir do éter no universo, o próprio Einstein acreditava que alguma coisa seria descoberta para explicar como o vazio do espaço era ocupado, e afirmava: “O espaço sem o éter é inimaginável.”

De uma forma semelhante ao modo de pensar de Lorentz e dos antigos gregos, que acreditavam ser essa substância o meio através do qual as ondas se deslocavam, Einstein afirmava que o éter era necessário para que as leis da física pudessem existir:

“No espaço (sem o éter) não apenas seria impossível a propagação da luz, mas também não seria possível existir padrões para o espaço e o tempo”. 

Embora por um lado parecesse que Einstein concordava com a possibilidade do éter, por outro lado ele advertia que o éter deveria ser considerado como energia no seu sentido mais usual. “O éter não pode ser imaginado como provido das qualidades características de um meio ponderável, como se consistisse de partes (partículas) que pudessem ser acompanhadas ao longo do tempo.” Assim, ele descrevia como conseguia manter a compatibilidade entre a existência do éter – mesmo levando em conta sua natureza não-convencional – e suas teorias. Ainda hoje, a simples menção de campo de éter provoca debates acalorados sobre sua possível não existência.

Do que é feita a Matriz Divina? 
por Gregg Braden

Os experimentos mostram que a Matriz é feita de uma modalidade de energia que não se assemelha a nada conhecido no passado – e foi por esse motivo que os cientistas levaram tanto tempo para descobri-la.

Conhecida como “energia sutil”, ela simplesmente não funciona da maneira que um campo elétrico convencional típico funciona. Em vez disso, ela tem a aparência de uma rede de malha bem apertada e forma o tecido da criação, o mesmo que denomino Matriz Divina.

Dentre as muitas definições possíveis para a Matriz Divina, talvez a mais simples seja pensá-la como sendo formada de três coisas básicas:

1 – é o receptáculo dentro do qual existe o universo;

2 – é a ponte entre nosso mundo interior e o exterior;

3 – é o espelho que reflete nossos pensamentos diários, nossos sentimentos, emoções e crenças.

Existem mais três atributos que colocam a Matriz Divina em uma posição separada de todas as energias da mesma espécie. 

Em primeiro lugar, ela pode ser descrita como estando presente em toda parte todo o tempo, então, ela já existe.

Contrariamente à irradiação da TV ou da radioemissora, que deve ser criada em determinado lugar e ser transmitida para algum outro lugar, esse campo já aparenta estar presente em toda parte.

Em segundo lugar, aparentemente esse campo surgiu juntamente com a criação do universo – com o Big Bang, ou seja lá o que tenhamos escolhido chamar de “o princípio”.

Obviamente, ninguém se encontrava por aqui para nos dizer o que havia antes, mas os físicos acreditam que essa enorme liberação de energia lançadora do universo no campo da existência foi o próprio ato da criação do espaço propriamente dito.

Como o Hino da Criação do antigo Rig Veda nos sugere, antes do começo “nem ao menos o nada existia, não havia o ar ainda, nem nenhum firmamento”.

Como a existência do “nada” explodiu de “alguma coisa” do espaço, o que ficava entre o nada nasceu.

Podemos conceber a Divina Matriz como um eco desse momento em que o tempo surgiu, como um elo feito de tempo e espaço nos conectando à criação de todas as coisas.

É a natureza dessa conexão sempre presente que possibilita a não-localidade das coisas que existem dentro da Matriz.

A terceira característica desse campo, talvez aquela que o torna tão significativo para nossa vida, é a sua aparente “inteligência”.

Em outras palavras, o campo responde ao poder das emoções humanas.

Na linguagem de outros tempos, as tradições antigas fizeram o melhor possível para compartilhar esse grande segredo conosco.

Inscritas nas paredes do templo, confinadas em pergaminhos gastos pelo tempo, firmemente estabelecidas na vida das pessoas, as instruções nos dizem como nos comunicar com a energia que conecta todas as coisas e que foram deixadas pelos que vieram antes de nós. 

Nossos ancestrais tentaram nos mostrar como curar nosso corpo e dar vida aos nossos mais profundos desejos e maiores sonhos.

Somente agora, aproximadamente 5.000 anos depois que a primeira dessas instruções foi registrada, a linguagem da ciência redescobriu as mesmas relações entre nosso mundo e nós mesmos. 

A energia descoberta nesses experimentos (e teorizada por outros) é tão nova que falta ainda aos cientistas concordar sobre um único termo para descrevê-la.


Portanto, existem muitos nomes diferentes que estão sendo usados para identificar o campo que interliga tudo.

Por exemplo, Edgar Mitchell, o primeiro astronauta da nave espacial Apollo batizou-a de “a mente da natureza”.

O físico e coautor da teoria das supercordas, Michio Kaku, descreveu essa energia como o “Holograma Quântico“.

Conquanto esses sejam rótulos modernos para a força cósmica que se acredita responsável pelo universo, encontramos temas semelhantes, até mesmo palavras semelhantes, em textos criados milhares de anos antes da física quântica.

Por exemplo, os evangelhos gnósticos que datam do século IV também usaram a palavra mente para descrever essa força dizendo como “do poder do Silêncio surgiu um grande poder, a Mente do Universo, que dirige todas as coisas”.

Por mais diferentes que os nomes pareçam ser, todos, aparentemente, estão descrevendo a mesma coisa – a essência viva que é o tecido de nossa realidade.

É a essa mente que Planck faz referência quando estava em Florença, na Itália, em meados do século XX. Durante a palestra que apresentou em 1944, ele fez uma declaração que muito provavelmente não foi nem mesmo completamente compreendida pelos cientistas daquela época.

Em palavras proféticas, que seriam tão impactantes no século XXI como foram quando pronunciadas há tantos anos, Planck disse:”Na qualidade de alguém que devotou a vida inteira à ciência mais esclarecida, ao estudo da matéria, posso fazer a seguinte afirmativa como resultado de minhas pesquisas sobre os átomos: a matéria, como matéria propriamente dita, não existe! Toda matéria se origina e existe apenas em virtude da força que faz vibrar as partículas de um átomo e que consegue manter unido esse extremamente diminuto sistema solar. Devemos assumir que por trás dessa força existe uma Mente consciente e inteligente. Essa Mente é a matriz de toda a matéria”.


Sem sombra de dúvida, os experimentos e a discussão  nos mostram que a matriz de Planck existe. O campo que interliga toda a criação é real, ele existe independentemente de uma designação adequada ou de uma lei da física que explique seu funcionamento. 

Ele se encontra aqui neste exato momento, existe tanto quanto eu e você. É o universo dentro de nós assim como o universo que nos cerca, a ponte quântica entre tudo o que é possível em nossa mente e o que é real no mundo. 

A mesma matriz da energia que explica por que os três experimentos funcionaram daquela forma, também demonstra que os sentimentos positivos que se encontram dentro de nós são muito eficazes em torno de nós. 

Contudo, a nossa ligação à Matriz de toda a matéria vai além disso … ela continua em coisas que não podemos ver. 

A Matriz Divina está em toda parte e em todas as coisas. 

Toda matéria existe dentro do mesmo invólucro de realidade, do pássaro voando no céu às partículas cósmicas que passam através de nosso corpo e casa como se fôssemos espaço vazio: é a Matriz Divina. 

E o que preenche o vazio entre você, leitor, e as palavras desta página. É aquilo que constitui o próprio espaço. Quando se pensa sobre a Matriz e quando nos perguntamos sobre sua localização, podemos ficar tranquilos que onde quer que o espaço exista também estará presente essa energia sutil.


O que tudo isso significa afinal?

Como um grande segredo do qual todos suspeitam, mas raramente é alvo de conversas, pela Matriz Divina estamos todos conectados do modo mais íntimo que possamos imaginar.

Mas o que significa essa conexão?

Qual o significado de compartilharmos o espaço quântico puro onde vive a imaginação e onde a realidade nasce e de nos envolvermos tão profundamente com nosso mundo e com a vida de outras pessoas?

Se verdadeiramente formos mais do que simples observadores casuais de nossa vida e o mundo “acontecer” em torno de nós, até que ponto poderemos “crescer” mais?

Os experimentos anteriores demonstraram que dentro de nós existe um poder diferente de qualquer um já criado por máquinas de laboratório.

É uma força que não é limitada pelas leis da física – pelo menos não pelas leis que compreendemos hoje. E não precisamos de um experimento de laboratório para que essa conexão exista.

Quantas vezes telefonamos para alguém só para descobrir que essa pessoa já estava na linha quando tiramos o fone do gancho … ou quantas vezes discamos um número e depois descobrimos que a linha estava ocupada porque a mesma pessoa com quem queríamos falar estava ligando para falar conosco?


Em quantas ocasiões nos encontramos nos divertindo com amigos em uma rua movimentada, em um shopping ou no aeroporto, e somos assaltados pela estranha sensação de que já estivemos naquele lugar antes, ou com aquelas pessoas anteriormente, fazendo exatamente o que estamos fazendo naquele momento?

Ainda que esses exemplos simples gerem comentários divertidos, eles são mais do que circunstâncias aleatórias.

Embora não possamos provar cientificamente por que essas coisas acontecem, nós todos sabemos que elas ocorrem. Em tais momentos de conectividade e déjà vu, nos encontramos, espontaneamente, transcendendo os limites impostos pelas leis físicas.

Nesses breves instantes, somos lembrados de que provavelmente existe mais sobre o universo e sobre nós do que possamos conscientemente conhecer. Esse é o mesmo poder nos dizendo que somos mais do que simples observadores neste mundo.

O segredo para nos experimentarmos nesse sentido é criar essas experiências intencionalmente – é ter percepções transcendentais quando bem desejarmos, em vez de apenas quando elas parecem “acontecer”. 

Com exceção de poucas pessoas com dotes especiais, aparentemente existem boas razões para não podermos estar em dois lugares ao mesmo tempo, fazer viagens através do tempo e nos comunicarmos mais rapidamente do que permitem as leis da física. Tudo se resume no que acreditamos sobre nós mesmos e sobre o papel que acreditamos desempenhar no universo.

Somos criadores – e mais que isso ainda, somos criadores e estamos interligados. Por meio da Matriz Divina participamos da constante mudança que dá significado à vida. A questão que se coloca diz menos respeito ao fato de sermos ou não observadores passivos, e refere-se mais à definição de como poderemos criar de forma intencional.


DNA e as Emoções 
Experiências e respostas do DNA em relação às nossas emoções 
Por Gregg Braden.

A seguir, três assombrosos experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e sua autocura em consonância com os sentimentos da pessoa.

Experimento 1:

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico. Nessa experiência começou-­se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixado dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição desses fótons e descobriu-­se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro desse recipiente. Esse era o resultado esperado. Então, foi colocada, dentro do recipiente, uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Desta vez os fótons haviam se organizado em linha com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito não-­físico nos fótons. Depois disso a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons permaneceram ordenados e alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.

Experimento 2:

Este experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Essas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nessa experiência, o doador era colocado em um local e submetido a “estímulos emocionais” provenientes de video-clipes que geravam emoções ao doador. O DNA era colocado em um lugar diferente de onde se encontrava o doador, mas no mesmo edifício. Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas), o DNA expressava respostas idênticas e ao mesmo tempo. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA coincidiram exatamente com os altos e baixos do doador. Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 quilômetros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o mesmo resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão, o DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isso? Gregg Braden diz que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Essa energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Essa não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.


Experimento 3:

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: “Efeitos locais e não locais de frequências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA”. Esse experimento relaciona-­se diretamente com a situação e com o antrax. Nesse experimento, tomou-­se o DNA de placenta humana (a forma mais próxima de DNA) e colocou­-se em um recipiente onde se podia medir suas alterações; 28 amostras foram distribuídas em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.


Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu relaxando-­se e seus filamentos esticando-­se. O DNA tornou-­se mais grosso. Quando os pesquisadores sentiram raiva, medo ou stress, o DNA respondeu apertando­-se. Tornou-­se mais curto e apagou muitos códigos.

Você já se sentiu alguma vez “descarregado” por emoções negativas? Agora já sabe por que seu corpo também se descarrega. Os códigos de DNA conectaram-­se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Essa experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo. Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram respostas de imunidade 300.000 vezes maiores que as que tiveram sem eles.

Assim, temos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor: mantendo-­se os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço.

Essas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentir amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA.


Gregg Braden diz que isso ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Essa energia parece ser uma rede estreitamente tecida que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente essa rede de criação por meio de nossas vibrações.

RESUMO: que tem a ver os resultados dessas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que faculta escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça.

Como Gregg explica em seu livro “O Efeito de Isaías”, basicamente, o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro) mas é também profundidade.

A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam.

Essencialmente, suas orações já foram respondidas.

Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos sentimentos.

É assim que criamos nossa realidade quando a escolhemos com nossos sentimentos. Esses sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede de criação que conecta a energia e a matéria do universo.


Lembre-­se de que pela Lei do Universo atraímos aquilo que colocamos em nosso foco. 

Se você focar em temer qualquer coisa, seja lá o que for, estará enviando uma forte mensagem ao Universo para que lhe envie aquilo que você mais teme. 

Em troca, se você puder se manter com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão e focar-­se em trazer mais disso para sua vida, automaticamente conseguirá afastar o negativo.

Com isso, você estaria escolhendo uma linha de tempo diferente com esses sentimentos. Pode-­se prevenir o contágio do antrax ou de qualquer outra gripe ou vírus, ao se permitir sentimentos positivos que mantêm um sistema imunológico extraordinariamente forte.

Sendo assim, essa é uma proteção para o que vier.

Busque algo pelo qual você possa estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos.

Esta é a mais fácil e melhor das proteções que você poderá ter. Aliás, os mestres de sabedoria de todos os tempos sempre afirmaram isso que se comprova cientificamente hoje.


Como descobrir o que os sentimentos de atração dizem

Todos nós dominamos a arte de desistir de partes de nós mesmos, quando sentimos que no momento é uma medida necessária para nossa sobrevivência física ou emocional.

Quando fazemos isso, é fácil nos vermos como “inferiores” e sermos iludidos pelas nossas crenças sobre o que restou. Para algumas pessoas, a compensação ocorre antes da percepção, sem que cheguem a compreender o que ocorre, enquanto para outras, trata-se de uma escolha consciente.

Convido-o a mergulhar em si mesmo no momento em que encontrar alguém que lhe desperte um sentimento de proximidade e empatia. Algo de raro e precioso está acontecendo com ambos nesse instante: você acaba de encontrar quem guardava suas partes perdidas que você tanto procurava.

Frequentemente trata-se de uma experiência de mão dupla, pois a outra pessoa sente-se atraída pela mesma razão.

Usando seu poder de discernimento, você percebe que deve iniciar uma conversa. Comece falando sobre alguma coisa – qualquer coisa – para manter o contato pelo olhar.

Enquanto fala, mentalmente proponha a si mesmo a seguinte pergunta: O que vejo nesta pessoa que perdi em mim mesmo, que desisti, ou que tiraram de mim?


Quase imediatamente uma resposta surgirá em sua mente.

Pode ser alguma coisa tão simples como um sentimento de realização ou algo tão claro como a voz interior que você reconhece e que tem estado desde criança em sua companhia.

As respostas frequentemente são palavras simples ou frases curtas, e seu corpo saberá o que tem sentido para você.

Talvez você simplesmente perceba algo de belo nessa pessoa de que você sente falta em si mesmo naquele momento. Trata-se de você encontrando uma parte sua em outra pessoa, algo que você tem, bem como o sentimento do que seria despertar alguma coisa assim no seu íntimo.

Para os que têm a coragem de reconhecer o sentimento de familiaridade de tais encontros, o medo da perda, provavelmente, desaparece.

Encontramos uma sensação de plenitude em nós mesmos quando os outros espelham em nós a verdadeira natureza deles.

Coletivamente, estamos olhando para nossa plenitude, e criamos individualmente as situações que nos levam a encontrá-la, professores, pessoas mais velhas, jovens, pais e filhos, o sexo oposto, todos são catalisadores de sentimentos.

Nesses sentimentos encontramos as coisas que ansiamos ter em nós mesmos, o que ainda existe em nós, mas está oculto pelas máscaras do que acreditamos que somos. É natural e humano.

A compreensão do que nossos sentimentos realmente nos contam a respeito dos outros, pode se transformar no mais poderoso instrumento para descobrirmos nosso potencial máximo.

NOTA E CONCLUSÃO

Quase universalmente, compartilhamos uma sensação de que existe mais em nós do que os olhos vêem. Em algum lugar, emergindo da névoa da memória coletiva de um passado distante, sabemos que temos poderes mágicos e miraculosos dentro de nós. Desde a época de nossa infância, fantasiamos sobre nossa capacidade de fazer coisas além da razão e da lógica. E por que não? Quando ainda somos crianças temos que “aprender” a regra de que milagres não são coisas que acontecem todos os dias. Os lembretes de nosso potencial miraculoso estão a nossa volta. De acordo com todos os experimentos e pesquisas, juntamente com a demonstração dos que transcenderam os limites de suas próprias crenças, acreditamos que a resposta seja sim. Se as partículas das quais somos feitos podem se comunicar instantaneamente entre si, existir em dois lugares ao mesmo tempo, viver tanto no passado como no futuro e até mesmo mudar a história mediante escolhas no presente, então nós também podemos. A única diferença entre nós e aquelas partículas isoladas é que somos feitos de uma quantidade enorme delas, mantidas juntas graças à própria Consciência. A mística dos tempos antigos lembra ao nosso coração, e as experiências modernas têm comprovado perante a razão, que a força mais poderosa do universo vive no interior de cada pessoa. E que o grande “conhecimento secreto” da própria criação é: ter o poder de criar o mundo que imaginamos em nossas crenças. Ainda que isso possa parecer muito simples para ser verdade, acreditamos que o universo funciona precisamente desse modo. Se pudermos nos lembrar de que somos não só a obra de arte como também o artista que a criou, talvez então nos lembremos de que somos a semente do milagre, tanto quanto o milagre em si mesmo. Se pudermos operar essa pequena mudança, já estaremos curados na Matriz Divina.

Fontes: 

http://portal2013br.wordpress.com
http://www.greggbraden.com/
http://www.rialian.com/rnboyd/dna-phantom.htm

Post relacionado sobre o livro de Gregg Braden “Awakening to Zero Point” –

Bibliografia para consulta

1 – A Matriz Divina – Gregg Braden
2 – O Efeito Isaías – Gregg Braden
3 – The Sciense of Miracles – Gregg Braden
4 – O Código de Deus – Gregg Braden
5 – Segredos de um modo Antigo de Rezar – Gregg Braden
6 – Fractal Time – Gregg Braden
7 – Awakening to  Zero Point – Gregg Braden
8 – Verdade Profunda – Gregg Braden
9 – O Segredo de 2012 – Gregg Braden
10 – Spontaneous Healing and Belief – Gregg Braden
11 – The Turning Point – Gregg Braden 


LEIA TAMBÉM, CLIQUE:



http://despertardegaia.blogspot.com/

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