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4 de mar. de 2016

MANEIRAS DE AUMENTAR A SUA VIBRAÇÃO


De acordo com os inúmeros ensinamentos de sabedoria, Lao Tzu, Edison, Gregg Braden, Carl Jung, Joseph Campbell, Buda, Ken Wilber, Louis Hay, Paramahansa Yogananda, o Dr. Wayne Dyer, e mil outros especialistas, tanto modernos como os de antigamente, revelam que o nosso mundo interior afecta o mundo exterior. 

Esse é o grande segredo que todas as outras culturas conhecem, excepto o Ocidente – Egito, Bolívia, Tibet, Polinésia, China, Japão, Peru, aldeias nas montanhas dos Andes, etc – até agora.

As nossas suposições científicas do passado estiveram erradas mais do que uma vez.

O primeiro pressuposto errado é que o espaço que nos rodeia está vazio. Não está.

Ele é cheio de uma essência viva, que estamos apenas a começar a entender. Esta essência é como um canal que é afetado pelos nossos pensamentos. As freiras e os monges sabem disso. É o que eles usam para oração e meditação.

Ele carrega o pensamento para interagir com essa essência. Nós chamamos de milagres, mas é entrar em contato com este canal – esse espaço vazio, que carrega as nossas frequências mentais para o campo da possibilidade.

O segundo pressuposto errado é que as nossas circunstâncias externas simplesmente acontecem. Está errado.

Nós criamos essas circunstâncias. Como oscilações de uma nota musical…aquelas com que interagimos interessam.

Você tem-na ouvido em todo o lado. A sua vibração, ou o padrão dos seus pensamentos, atitudes e ações, é o que cria a sua realidade.

Se você quer mudar aquilo que vive, as suas experiências, então precisa de mudar a sua vibração. Existe um milhão de maneiras de fazer isso, mas aqui estão algumas delas:

Existe algo que tem que se aprender. Você não pode desistir ao tentar mudar os seus pensamentos, e, assim, a sua vibração, nunca!

Você tem que praticar – uma e outra vez.

Use um diário para registar todo esse processo, os seus pensamentos novos – aqueles que refletem as suas experiências como você gostaria de vê-las acontecer, não necessariamente o que a sua vibração atual está a criar.

Existem milhares de neurónios, que são recrutados para escrever um pensamento fisicamente, ao invés de apenas digitando-o num computador.

Encontre algo com beleza aprecie. Pode ser uma flor que cresce de uma racha na calçada. Pode ser o brilho nos olhos de um amante. Pode ser o sorriso do seu filho, ou uma prateleira de livros recém-organizada.

Basta apenas uma coisa. É tudo o que você precisa.


Faça uma lista de tudo o que você é grato. 

A razão pela qual diários ou lista de gratidão resulta é porque, assim como o treino cognitivo-comportamental, você pode fazer alterações neuro-farmacológico e neuro-biológico com uma mudança focada na gratidão.

Comece com pequenas coisas: Eu posso respirar. Eu estou aqui, agora. Eu tenho pelo menos um amigo. Eu sou capaz de mudar com a minha própria vontade. Em seguida, expanda estas tarefas ao fazer a sua própria lista.

Medite – Pense em nada. Isto é mais do que provável um lugar mais neutro e, portanto, mais positivo para elevar a sua vibração.

Ajude alguém – Ajudar outra pessoa muda o seu pensamento de “Eu não tenho o suficiente, para, eu tenho mais do que suficiente para dar aos outros.” Abundância é uma vibração elevada.

Mude o seu DNA – Também tem uma vibração. Existem frequências de som que quando ouvidas frequentemente, mudam a sua vibração para 528hz. Existem gravações pela internet fora.

Ouça a música que você ama – A música muda sua frequência, fazendo-o feliz.

Pare de reclamar e de mexericar – As coisas de que você fala traz-lhe mais do que você quer? Pare de reclamar e começe a encontrar maneiras para se alegrar.

Mova-se – Exercício. Seja ativo. Dance! Não só o movimento muda a sua perspectiva, ele também cria endorfinas, que o ajudam a sentir-se feliz. Quanto mais feliz você se sente, mais vai atrair experiências felizes para si mesmo, porque você está a operar numa frequência diferente.

Faça algo um pouco louco – Sempre quis fazer pára-quedismo? Que tal aprender a dançar? Você sempre quis tentar falar em público? Provavelmente sente que não tem nada a perder – então arrisque. Basta fazer algo novo para reestruturar o seu cérebro.

Ouça os antigos cânticos de monges budistas e gregorianos – Eles são projetados para mudar a sua frequência.

Não sabe onde você está a vibrar? – Avalie-se a si mesmo. Como você se sente agora? Basta avaliar e, em seguida, você pode mudá-lo. A percepção começa com a consciência.

Faça repetições mentais – Diga a si mesmo 100 vezes por dia. Estou feliz ou eu sou próspero, ou eu não tenho medo da mudança. Você pode não acreditar ainda, mas com a prática você vai. As suas 100 repetições poderiam ser apenas, eu posso mudar a minha mente.

Faça Yoga, Reiki, Qigong ou outra arte marcial – Todas essas práticas visam mudar a sua vibração mental e aumentar o seu QI.

Perceba que tem mais controle sobre a sua vida – Você não é uma vítima da circunstância, passado, educação familiar, trauma ou qualquer outra coisa. Você pode mudar a sua vida num instante. Basta perceber isso. Em muitas tradições de sabedoria isso é chamado de “responsabilidade total”. Ninguém é responsável pela forma como se sente agora, se não você mesmo. Não é uma maldição. É uma bênção, pois dá-lhe o seu poder de volta.

Respire – Basta sentar-se e tentar tornar a sua respiração mais longa, mais completa e mais relaxante. Isto tem um efeito direto sobre o sistema nervoso e ajuda a acalmá-lo. A vibração calma é uma vibração elevada.

Beba água carregada de energia – Dr. Masaru Emoto tornou esta prática viral com as suas imagens em mensagens de água. Mas também é uma prática de curandeiros chineses de antigas linhagens. Você pode segurar a água com os polegares e dedos médios tocando em ambos os lados da garrafa (coração Mudra) e enviar amor para a água.

Pratique Mudra – Mudras são gestos antigos que redirecionam a energia, ou a prana, de volta para o corpo, da mesma forma que a luz é reflectida de um penhasco ou parede glacial. Ao aprender maneiras específicas sobre o posicionamento dos seus dedos, você pode direcionar a energia positiva no seu corpo.

Pular – Diz-se que o simples ato de saltar excita as células do corpo e torna-as mais saudáveis. Divirta-se num trampolim.

Pratique Ho’oponopono – Os antigos havaianos acreditavam que a tristeza, a depressão e a doença só ocorriam quando havia percepção de estarmos separados da nossa fonte, o Divino. Um dos principais temas da prática do Divino. Uma das práticas mais conhecidas é o perdão. Perdoe-se a si mesmo ou a outra pessoa e eleve a sua vibração.

Abrace alguém – A “American Psychosomatic Society” publicou um estudo afirmando que apenas 10 minutos de contacto físico positivo com outro ser humano pode reduzir muito o stress.


Fonte: http://prisaoplanetaria.com

http://despertardegaia.blogspot.com/

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20 de mar. de 2012

APAGANDO O PASSADO


Seríamos mais felizes se pudéssemos eliminar de nossa vida as sombras do passado.

Somente para o gênero humano o passado é um problema e lança suas sombras no presente.

Para um pássaro, que saúda com seu canto o nascer do sol, aquela alvorada é única.

Não há lembranças do nascer do sol passado, nem especulações sobre as auroras futuras. O pássaro é feliz ao saudar um novo sol.

Não tem consciência de ser feliz e talvez, por isso mesmo, seja feliz no agora eterno, na alegria do momento.

Da mesma forma, quando o pássaro sente dor, não se lamenta pelas dores passadas, nem acumula em sua memória a dor presente, somando-a com a dor passada. 

Apenas sente dor e expressa sua dor com piados soturnos. 

Se tiver de morrer, apenas lança um último olhar para a luz, amolece o corpo e deixa-se cair de seu galho. Não se deixa envolver com ondas de terror e incerteza diante do destino.

O pensamento que diferencia o homem dos demais seres da natureza é que faz a glória e a miséria da condição humana. Sem o pensamento, não teríamos construído pontes, aviões e aparelhos de TV. Esse mesmo pensamento é a causa da inveja, da ambição, da ansiedade e da culpa humana.

Jung disse que: 

“já que não podemos voltar à condição pré-humana, não temos outra escolha senão avançar para uma condição super-humana”.
   
 Antes disso, porém, temos de alcançar a plenitude humana.

Há diversos paradoxos no caminho da plenitude humana. 

O zen ensina que não praticamos a meditação para nos tornarmos Buda e sim para darmos expressão ao Buda que já somos. Quando damos expressão ao “Buda que já somos”, criamos condições propícias para que ele se manifeste através de nós.

Isso significa que nós nos realizamos quando nos superamos... mas só nos superamos quando nos realizamos.

É estranho que tenhamos de ir tão longe para atingir algo que está tão perto.

Um dos fatores que nos impedem de alcançar a plenitude humana é nos afastarmos do momento presente, levados pelo pensamento, que, por sua vez, é conduzido pela memória, sendo esta o repositório do passado.


Caminhamos pelo mundo sempre envolvidos pela sombra do passado. Ressentimento, culpa e autopiedade são fantasmas de nosso passado, resíduos de experiências mal resolvidas, que ficam “martelando” nossa mente e alimentando o karma futuro.

Se já não bastasse o karma físico das ações, ainda criamos o karma mental das fixações e lembranças sombrias. Criamos nossos próprios fantasmas. Enchemos nossa vida de escuridão e depois ficamos surpresos de estar tudo escuro em nossa vida.

Toda essa tristeza aumenta os sulcos causados em nossa mente, causados pelos acontecimentos.

Se olhássemos a vida com lucidez e clareza, notaríamos que o que nos afeta não são tanto os fatos, mas a maneira como reagimos a eles. 

Fatos são fatos, sendo impossível que todos os fatos que ocorrem em nossa vida nos sejam agradáveis e favoráveis.

Se tivéssemos uma visão panorâmica de nossa vida, notaríamos que a maioria dos momentos são calmos e suavemente agradáveis. 

O problema é que esses bons momentos são gravados na areia. 

E os piores momentos, em pedra.

Sempre somos indagados sobre o como apagar o passado. O "como” também faz parte do passado. 

No terreno psicológico, o “como” é uma forma antiga e pronta para se chegar ao novo.

Pode-se chegar ao novo através do velho? 

Só se pode chegar ao novo, absorvendo-se totalmente naquilo que é novo. 

E tudo o que acontece é novo por si mesmo, porque a vida se renova a cada instante. 

A mente velha é que faz o novo parecer velho, porque a mente é sempre velha, como ensinava Krishnamurti.

Para atingir uma metanóia ou transmentalização, capaz de permitir uma visão renovada da realidade, é preciso superar a própria mente. 

Transmentalização significa literalmente transpor os limites da mente que nos mantém presos ao passado e que lança as sombras do passado em nosso presente.

É justamente esse o sentido do ensinamento de Jesus de que é necessário tornar-se criança para chegar ao reino dos céus. 

Não se trata de infantilidade nem de inocência pueril.

Trata-se de ver o mundo com o encanto e com a leveza dos olhos da criança, como se cada momento fosse único. Cada momento é mesmo único. Nunca houve e nunca haverá outro momento semelhante, com as mesmas combinações de influências, com a mesma ambiência, com as mesmas ameaças e oportunidades.

É claro que cada momento novo carrega muita coisa do velho: os mesmos móveis estão ali, as mesmas paredes, as mesmas pessoas com seus hábitos fixos e inalterados.

Mesmo que todas as coisas e pessoas sejam as mesmas, elas estão em um contexto emocional, e situacional diferente: as combinações são diferentes, para quem tem olhos para ver o novo.


O presente é o maior presente que Deus ofereceu a humanidade. 

Somos seres agraciados por ter sempre um presente. 

Entretanto só poderemos ver e desfrutar esse presente se conseguirmos apagar as sombras do passado.

Fonte: www.sociedadeteosofica.org.br

http://despertardegaia.blogspot.com/


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