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20 de ago de 2010

DEFUMAÇÃO E INCENSOS


Ninguém sabe quando a humanidade começou a usar as plantas aromáticas.

Estamos razoavelmente seguros de que os sentidos do homem antigo eram bem mais aguçados, e o sentido do olfato foi crucial para sua sobrevivência. 

Há evidência do período Neolítico de que ervas aromáticas eram usadas em culinária e medicina, e que ervas e flores eram enterradas com os mortos. 

A fumaça ou fumigação foram provavelmente um dos usos mais antigos das plantas, como parte de oferendas rituais aos deuses. 

Era provavelmente notado que a fumaça de várias plantas aromáticas tinha, entre outros, efeitos alucinógenos, estimulantes e calmantes. 


Gradualmente, um conjunto de conhecimentos sobre as plantas foi acumulado e passado a centenas de gerações de xamãs.

As plantas aromáticas têm sido honradas de um modo especial desde os tempos antigos. 

Eram utilizadas em rituais religiosos e mágicos, assim como nas artes curativas. 
Estas três práticas eram fundamentais para a existência humana (ainda hoje continuam sendo).

Egípcios


Figura: Seti acende um incenso sobre a oferenda aos deuses (Templo de Abydos)

A antiga civilização egípcia era devotada em direcionar os sentidos em direção ao Divino.

O uso das fragrâncias era muito restrito. Inicialmente, sacerdotes e sacerdotisas eram as únicas pessoas que tinham acesso a estas preciosas substâncias.


As fragrâncias dos óleos eram usadas em perfumes, na medicina e para uso estético, e ainda, para a consagração nos rituais, queimados como incenso.


Sobre as paredes das tumbas dos templos antigos perdidos no deserto, podemos ver com freqüência uma fumaça que sai de um pote, ou um incensário horizontal muito parecido com os atuais. Quando o Egito se fez um país forte, seus governantes importaram de terras distantes incenso, sândalo, mirra e canela.


Esses tesouros aromáticos eram exigidos como tributo aos povos conquistados e se trocavam inclusive por ouro. Os faraós se orgulhavam em oferecer às deusas e aos deuses enormes quantidades de madeiras aromáticas, gomas, resinas e perfumes de plantas, queimando milhares de caixas desses materiais preciosos. Muitos chegaram a gravar em pedras semelhantes façanhas.

Os materiais das plantas aromáticas eram entregues como tributos ao estado, e doados a templos especiais, onde se conservavam sobre altares como oferendas aos deuses e deusas.


Todas as manhãs as estátuas eram untadas pelos sacerdotes com óleos aromáticos. Se queimava muito incenso nas cerimônias do templo, durante a coroação dos faraós e rituais religiosos. Se queimavam também em enterros, para neutralizar odores e afugentar maus espíritos.

Sem dúvida o incenso egípcio mais famoso foi o Kyphi.


O Kyphi se queimava durante as cerimônias religiosas para dormir, aliviar ansiedade e iluminar os sonhos, e acreditava-se inclusive que pudesse reavivar a sexualidade dos mortos.

Sumérios e Babilônios


É difícil separar as práticas destas culturas distintas já que os Sumérios tiveram uma grande influência dos babilônios, e transcreveram muita da literatura dos seus antepassados para o idioma sumério. Sem engano sabemos que ambos os povos usavam o incenso.


Os Sumérios ofereciam bagas de junípero como incenso à deusa Inanna. Mais tarde os babilônios continuaram um ritual queimando esse suave aroma nos altares de Ishtar.

Tudo indica que o junípero foi o incenso mais utilizado, eram usadas outras plantas também.


Madeira de cedro, pinho, cipreste, mirto, cálamo e outras, eram oferecidas às divindades. O incenso de mirra, que não se conhecia na época dos Sumérios foi utilizados posteriormente pelos babilônios.


Heródoto assegura que na Babilônia queimaram uma tonelada de incenso. Daquela época nos tem chegado numerosos rituais mágicos. 

O Baru era um sacerdote babilônio esperto na arte da adivinhação. Acendia-se incenso de madeira de cedro e acreditava-se que a direção que a fumaça levantava determinaria o futuro, se a fumaça movia-se para a direita o êxito era a resposta, se movia-se para a esquerda a resposta era o fracasso.

Hindus e Budistas



 A Aromaterapia tem sido uma parte essencial do ritual religioso Hindu desde o tempo dos Vedas, cuja idade pode ser estimada em 5.000 a.C.


 O incenso favorece um estado meditativo, por isso ele também foi incorporado pelos budistas, que são naturalmente avessos a rituais externos.


É usado na iniciação de Lamas e Monges, e é oferecido aos bons espíritos nos cultos diários.

Gregos e romanos


Estes povos acreditavam que as plantas aromáticas procediam dos deuses e deusas.


Queimavam o incenso como obrigação e para proteção das casas. Em Roma usava-se nas ruas e em especial na adoração do Imperador.


O povo chegou a consumir tantos materiais aromáticos que no ano de 565 foi decretada uma lei que proibia utilizar essências aromáticas pelas pessoas, com temor de não se ter suficiente incenso para queimar nos altares das divindades.

Nativos americanos


Os nativos americanos vivem em harmonia com a terra, reverenciam-na como geradora de vida. Desde muito eles conhecem as propriedades de cura das plantas de poder, usadas em tendas de suor, dança do tambor etc.


Queima-se sálvia branca, cedro, pinho e resinas para limpeza de objetos de poder e rituais de adoração. 


É usada para a saúde e o bem-estar da tribo. Na América do sul resina aromática de copal é oferecida ainda hoje pelos descendentes Maias e Astecas para suas divindades ancestrais.

Judeus


De acordo com o Zohar, oferecer incenso é a parte mais preciosa do serviço do Templo para os olhos de Deus. A honra de conduzir este serviço é permitida somente uma única vez na vida.


Diz-se que quem teve o privilégio de oferecer o incenso está recompensado pela sorte com riqueza e prosperidade para sempre, neste mundo e no seguinte.

Católicos


Como esquecer a historia maravilhosa dos três Reis Magos, que presentearam com o Líbano e Mirra o Mestre Jesus, quando ele nasceu?


Essas resinas aromáticas são presentes mágicos, são incensos de alta importância e fragrância.


Em varias igrejas católicas, misturas de incensos contendo resinas de Olíbano e Mirra são queimados durante os rituais.


A fumaça aromática

Hoje percebe-se um aumento do interesse pelos incensos naturais de antigamente, e isso se deve ao fato que querermos que nossa casa seja um lugar mais aconchegante, convidativo e mais agradável.


Infelizmente incensos comerciais raramente contém resinas ou óleos essenciais, e são feitos com essências sintéticas, carvão e derivados de petróleo que, na verdade, não trazem grandes beneficios.


Prefira os feitos com sândalo (sandalwood) ou serragem (sawdust powder).

Várias pessoas associam incensos com rituais religiosos ou espiritualidade; realmente varias religiões usam fumaça aromática em seus rituais e suas cerimônias.
 
A fumaça que sai do incenso é usada para santificar, purificar ou abençoar, e acredita-se que a fumaça é o mensageiro para o reino dos céus.


Nossos ancestrais faziam uso de incensos em suas casas porque pensavam que podiam protegê-los das pragas e doenças.


Essa teoria possui alguma verdade: incensos feitos de ervas, incluindo tomilho e capim limão, há muito são usados por suas propriedades anti-sépticas e curativas. Estas e outras ervas eram queimadas em quartos de doentes, em hospitais, antes da descoberta dos antibióticos.


Quando queimamos incensos naturais, moléculas de óleos essenciais são soltas no ar.


Então elas acham seu próprio caminho, pelo sistema olfativo ou pelos poros da pele, e atuam no cérebro, onde se processam efeitos químicos que podem mudar seu ânimo, evocar boas memórias e lembranças.


Essa fumaça aromática pode relaxar, estimular e aumentar nossa energia, nos levando para um momento de paz e tranquilidade.


Umbanda


A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda, bem como nos ambientes domésticos.


Este ritual é praticado com o objetivo de purificar o ambiente (terreiro/residência), bem como o corpo do mediúm e a assistência (pessoas que irão participar da gira), retirando as energias negativas e preparando o local para que a gira possa ocorrer em harmonia.

Existem dois tipo de defumação:

DEFUMAÇÃO DE DESCARREGO:  Serve para afastar seres do baixo astral, e dissipar larvas astrais que impregnam qualquer ambiente, tornando-o carregado e ocasionando perturbações nas pessoas que neles se encontram. 

Ervas utilizadas:

ALECRIM DO CAMPO: Defesa dos males, tira inveja e olho gordo, protege de magias.

ARRUDA: Descarrego e defesa dos males, proteção e remove o efeito de feitiços.

BELADONA: Limpeza de ambientes

BENJOIM RESINA e CANELA: Limpa o ambiente e destrói larvas astrais.

CARDO SANTO: Defesa, quebra olho gordo

CIPÓ CABOCLO: Elimina todas as larvas astrais do ambiente

FOLHA DE BAMBU: Afasta vampiros astrais

GUINÉ: Atua como um poderoso escudo mágico contra malefícios.

INCENSO: Tanto a erva como a resina (pedra) são bons para limpeza em geral.

MIRRA: Descarrego forte, afasta maus espíritos

PALHA DE ALHO: Afasta más vibrações
    Modo de usar: Varra a casa ou local a ser defumado, acenda uma vela para seu anjo de guarda, depois acenda um braseiro e coloque dentro do mesmo três tipos diferentes de ervas. Defume de dentro para fora, mantendo o pensamento firme de que está limpando sua casa, sua família e seu corpo.

    DEFUMAÇÃO LUSTRAL: Além de afastar alguns remanescendes astrais que por ventura tenham se mantido após a defumação de descarrego, esta defumação atrai para o ambiente correntes positivas das entidades, que se encarregarão de abrir seus caminhos. 

    Ervas usadas:

    ABRE CAMINHO: Abre o caminho atraindo bons fluidos dando força e liderança.

    ALFAZEMA: Atrativo feminino, deixa o lar mais suave, limpa, purifica e traz o entendimento

    ANIS ESTRELADO: Atrativo. Chama dinheiro

    COLÔNIA: Atrai fluidos benéficos

    CRAVO DA ÍNDIA: Atrativo e chama dinheiro e dá força á defumação.

    EUCALIPTO: Atrai a corrente de Oxossi

    LEVANTE: Abre os caminhos do ambiente

    LOURO: Abre caminho, chama dinheiro, prosperidade e dá energia ao ambiente

    MADRESSILVA: Desenvolve a intuição e a criatividade, favorece também a prosperidade.

    MANJERICÃO: Chama dinheiro

    ROSA BRANCA: Paz e harmonia

    SÂNDALO: Atrativo do sexo oposto e também ajuda a conectar com a essência Divina

    Modo de usar: Esta defumação deve ser feita da porta da rua para dentro do ambiente.

    Na limpeza, evite escolher ervas com funções diferentes, por exemplo: Levante, Louro e cardo santo, pois duas estão abrindo o caminho, e a terceira (cardo santo) é para limpeza. Isso pode não combinar, por isso primeiro defume a casa fazendo somente a limpeza, de dentro para fora, depois use as ervas para atrair coisas boas (de fora para dentro).

    Quando for fazer defumação de café e açúcar, não faça com os 2 juntos; Primeiro defume de dentro para fora com café, jogue as brasas e os resíduos bem longe, depois defume de fora para dentro com açúcar.

    Quando for usar Incenso, Mirra e Benjoim, pode-se usar uma quarta erva para limpeza.

    Muitas pessoas não podem defumar a casa porque o marido, mulher ou vizinhos não gostam de defumação. Então, para uma defumação mais simples e funcional, faça-a com incensos, seguindo a orientação abaixo:

    PARA LIMPEZA DE AMBIENTE COM INCENSOS

    Encha um copo virgem (de vidro) de arroz cru, coloque 8 varetas de incenso, podendo ser de Arruda, Alecrim, Cânfora, Eucalipto, Madressilva ou Pimenta, passe este copo na casa inteira (começando de dentro para fora da porta de entrada) e quando chegar na porta de entrada, deixe-os queimando, no término, jogue todos os resíduos (arroz e o pó do incenso) na água corrente, e o copo guarde para a próxima defumação.

    Tabela de incensos:

    Limpeza:
    Olibano, elemi,copal,cravo da índia, junipero, louro cedro, lavanda alecrim, salvia branca, sangue de dragão, sweetgrass.


    Coragem:
    Elemi, sangue de dragão, balsamo do peru, olibano, palusanto, louro, lavanda, cedro, pinho, junipero, salvia branca, tomilho.


    Criatividade:
    Anis estrelado, copal, cravo da índia, mastic, elemi, breuzinho, olibano, capim limão, junipero.


    Relaxar:
    Lavanda, sândalo, vetiver, sandarac, nardo.


    Meditação e oração:
    Sândalo, mirra, olibano, mastic, copal, nardo, Ladano, sangue de dragão, damar, aloes madeira.


    Sono:
    Sândalo, nardo, galbano, mirra, salvia branca, lavanda.


    Sonhos:
    Aloés madeira, mastic, louro, lavanda.


    Amor:
    Sândalo, aloés copal, bejoin, mirra, vetiver, cássia, nardo, rosa patchuli.



    Histórico do incenso

    Egípcios: são, talvez, os mais antigos na arte da manufatura e do uso de incensos. O mais famoso incenso egípcio é o Kyphi (ou Khyphi), que era produzido dentro de um templo e sob ritual altamente secreto. Era um composto de efeito muito benéfico, e Plutarco o definia como: "O incenso tem dezesseis (16) ingredientes, número que constitui o quadrado de um quadrado e tais ingredientes são coisas que, à noite, deliciam.

    Tem o poder de adormecer as pessoas, iluminar os sonhos e relaxar as tensões diárias, trazendo a calma e quietude àqueles que o respiram." Um dos seus ingredientes é o popular olíbano, árvore considerada sagrada, e durante a poda ou a coleta da resina, os homens deviam se abster de contato sexual ou com a morte. Plutarco forneceu a lista dos 16 ingredientes usados na preparação desse incenso: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris.

    Hindus: sempre foram apaixonados por aromas agradáveis e, a Índia (nos tempos antigos) sempre foi celebre por seus perfumes. A importação de incenso da Arábia foi uma das primeiras, mas outros materiais aromáticos também eram usados, como: - benjoim, resinas, cânfora, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas. O sândalo era um dos itens mais populares da época. Esses materiais eram queimados em rituais públicos ou em casa.

    Judeus: no Velho Testamento encontram-se várias referências ao seu uso entre os judeus. Geralmente os pesquisadores concordam que a queima do incenso só foi introduzida no ritual judaico em torno do século VII antes de Cristo. O primeiro incenso era composto de poucos ingredientes: estoraque, onicha, gálbano e olíbano puro, e sua preparação era semelhante aos sacerdotes egípcios.

    Gregos: começou a ser difundido no século VIII a.C., vindo da Fenícia.

    Budistas: começou a ser difundido por volta do século VII a.C.; e junto com os perfumes, constituía uma das sete oferendas sensoriais, que formam um dos sete estágios de adoração.

    Romanos: muito utilizado na Festa do Pastor, junto com ramos de oliveira, louros e ervas, assim com da mirra e açafrão.

    Cristãos: foram os que mais demoraram a adotar o incenso em seus ritos. Só após o século V, seu uso foi aumentando lentamente. Por volta do século XIV, tornou-se parte da Missa Solene e outros serviços.

    Islâmicos: não há refêrencia ao seu uso no sentido religioso, mas a tradição nos mostra que o seu perfume pode ser usado como uma referência aos mortos.

    Outros cultos: é um acessório comum às cerimonias mágicas, para neutralizar as energias negativas, por exemplo, ou usado nos métodos de encantamentos. As letras do nome da pessoa para qual é feito o encantamento indicam qual o perfume necessário. Os materiais mais usados são: olíbano, benjoim, estoraque, sementes de coentro, aloés (babosa), entre outros.


    Tipos de Incensos

    Os incensos devem ser acesos para energizar e transmutar as energias aonde se encontram. Funcionam como purificadores e condutores de vibrações, sejam das pessoas ou dos locais.

    Para cada uso, existe um tipo específico e uma essência a ser utilizada. Podem ser em pastilhas, palitos, pó, e outras formas existentes no mercado.


    Segue-se abaixo, uma pequena lista de alguns tipos e suas propriedades.

    Arruda: confere proteção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e sua purificação.
    Acácia: evita pesadelos e transmite um sono tranqüilo.
    Absinto: favorece a clarividência, e também, para proteção e amor.
    Alecrim: afasta a depressão, purifica o local em questão, e eleva o nível de pensamentos.
    Alfazema: eleva o astral e transmite tranqüilidade.
    Almíscar: aumenta a sorte e o sucesso, assim como a intuição.
    Angélica: aumenta a proteção.
    Artemísia: faz aflorar a clarividência.
    Anis estrelado: atrai a boa sorte.
    Benjoim: aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos.
    Camomila: melhora as finanças e acalma emocionalmente.
    Canela: é indicado para questões financeiras e tranqüiliza o ambiente.
    Cânfora: aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa.
    Cedro: aumenta a força física. Muito indicado para purificar os ambientes, pois atrai vibrações de harmonia. Quanto aos negócios, ajuda a ter sucesso com as vendas.
    Cipreste: aumenta a concentração, a firmeza e o equilíbrio. Proporciona prosperidade e fortuna.
    Coco: traz o equilíbrio emocional necessário para a tomada de decisões.
    Cravo: abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança.
    Erva cidreira: confere felicidade e sucesso; assim como promove o encontro de verdadeiro amor.
    Erva doce: eficaz contra "olho gordo"; como também promove a harmonia e paz.
    Eucalipto: renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do local.
    Hortelã: anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica.
    Jasmim: aumenta a resistência física e melhora os negócios. Acalma o ambiente.
    Lavanda: elimina a depressão e confere um sono tranqüilo.
    Manjericão: traz sorte, felicidade, prosperidade e proteção.
    Mirra: estimula a intuição.
    Noz moscada: alegra o ambiente e atrai dinheiro, da maneira justa e merecida.
    Orquídea: indicado para purificar o ambiente de trabalho e ajudar a encontrar soluções para problemas práticos.
    Patchuli: traz abundância e reativa a fertilidade.
    Pimenta da jamaica: elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte.
    Pinho: atrai proteção e aumenta a fertilidade.
    Rosa branca: limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor.
    Sândalo: ajuda no desenvolvimento e expansão da intuição.
    Sândalo branco: traz sucesso, proteção e aumenta o poder da meditação.
    Vertiver: é a fragrância que protege o comércio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte.
    Violeta: ajuda a espantar as energias negativas.



    Os Incensos e os Signos

    Áries: mirra ou cipreste, almíscar, angélica, ópium, rosa musgosa, alecrim.
    Touro: sândalo, camomila, arruda, orquídea.
    Gêmeos: canela, âmbar, indiano e eucalipto.
    Câncer: cânfora, jasmim, maça rosada.
    Leão: amor perfeito, cedro, lótus, rosa branca, sândalo vermelho.
    Virgem: canela, cravo da índia, rosa musgosa, angélica, benjoim.
    Libra: eucalipto, calêndula, cedro, jasmim, orquídea.
    Escorpião: almíscar canforado, flor do campo, lótus.
    Sagitário: alfazema, alecrim, sândalo amarelo.
    Capricórnio: arruda, benjoim, cravo da índia, sândalo vermelho.
    Aquário: cedro, flores do campo, eucalipto, rosa branca.
    Peixes: cânfora, jasmim, mirra, opium, sândalo amarelo.



    Maneiras de se acender o Incenso

    Se preferir acender com um isqueiro, é sinal que acredita em sua força mental e em seu pensamento positivo, para a limpeza que será feita.

    Se preferir acender com um fósforo, significa que acredita que os elementos do ar, os silfos e silfídes, estarão ajudando na limpeza de sua casa. Ao acender o incenso, mentalize uma oração (a que mais lhe agradar).


    Limpeza dos Ambientes

    Segure o incenso com a mão esquerda, e percorra cada canto dos cômodos de sua casa. Não pare a sua oração mental ou falada, pois tudo o que é negativo está impregnado nos cantos e deve diluir-se o mais rápido possível.

    Para preservar por mais tempo essa limpeza, jogue um pouco de sal nos cantos. Encare o incenso como um primeiro socorro à sua casa, procurando queimar pelo menos um, todos os dias, pois assim manterá o ambiente sempre limpo e bem protegido.

    Senão puder acender um, todos os dias, faça-o pelo menos de 3 em 3 dias.

    Se algumas pessoas sentirem-se incomodadas com o perfume ou até mesmo acabarem brigando com você, lembre-se de que o gênio contrário ou os espíritos inferiores não suportam ficar no mesmo espaço físico onde existam perfumes mágicos e acabam tentando fazer com que o seu uso seja interrompido.

    Fonte: Grupo Pas
    somostodosum.ig.com.br
    http://despertardegaia.blogspot.com/

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    19 de ago de 2010

    SAIBA COMO FAZER PAPEL RECICLADO


     O QUE VOCÊ PRECISA:

    · papel e água
    · bacias: rasa e funda
    · balde
    · moldura de madeira com tela de nylon ou peneira reta
    · moldura de madeira vazada (sem tela)
    · liquidificador
    . jornal ou feltro
    · pano (ex.: morim)
    · esponjas ou trapos
    · varal e pregadores
    · prensa ou duas tábuas de madeira
    · peneira côncava (com "barriga")
    · mesa

    ROTEIRO:

    A - Preparando a polpa:

    Pique o papel e deixe de molho durante um dia ou uma noite na bacia rasa, para amolecer. Coloque água e papel no liquidificador, na proporção de três partes de água para uma de papel. Bata por dez segundos e desligue. Espere um minuto e bata novamente por mais dez segundos. A polpa está pronta.

    B - Fazendo o papel:

    1. Despeje a polpa numa bacia grande, maior que a moldura.
    2. Coloque a moldura vazada sobre a moldura com tela. Mergulhe a moldura verticalmente e deite-a no fundo da bacia.
    3. Suspenda-as ainda na posição horizontal, bem devagar, de modo que a polpa fique depositada na tela. Espere o excesso de água escorrer para dentro da bacia e retire cuidadosamente a moldura vazada.
    4. Vire a moldura com a polpa para baixo, sobre um jornal ou pano.
    5. Tire o excesso de água com uma esponja.
    6. Levante a moldura, deixando a folha de papel artesanal ainda úmida sobre o jornal ou morim.

    C - Prensando as folhas

    Para que suas folhas de papel artesanal sequem mais rápido e o entrelaçamento das fibras seja mais firme, faça pilhas com o jornal da seguinte forma:

    · Empilhe três folhas do jornal com papel artesanal. Intercale com seis folhas de jornal ou um pedaço de feltro e coloque mais três folhas do jornal com papel. Continue até formar uma pilha de 12 folhas de papel artesanal.
    · Coloque a pilha de folhas na prensa por 15 minutos. Se não tiver prensa, ponha a pilha de folhas no chão e pressione com um pedaço de madeira.
    · Pendure as folhas de jornal com o papel artesanal no varal até que sequem completamente. Retire cada folha de papel do jornal ou morim e faça uma pilha com elas. Coloque esta pilha na prensa por 8 horas ou dentro de um livro pesado por uma semana.

    Efeitos decorativos

    Misture à polpa: linha, gaze, fio de lã, casca de cebola ou casca de alho, chá em saquinho, pétalas de flores e outras fibras.

    Bata no liquidificador junto com o papel picado: papel de presente, casca de cebola ou de alho.

    Coloque sobre a folha ainda molhada: barbante, pedaços de cartolina, pano de tricô ou crochê.

    Neste caso, a secagem será natural - não é necessário pressionar com o pedaço de madeira.

    Para ter papel colorido: bata papel crepom com água no liquidificador e junte essa mistura à polpa.

    Outra opção é adicionar guache ou anilina diretamente à polpa.

    Dicas importantes

    A tela de nylon deve ficar bem esticada, presa à moldura por tachinhas ou grampos.

    Reutilize a água que ficar na bacia para bater mais papel no liquidificador
    Conserve a polpa que sobrar: peneire e esprema com um pano.
    Guarde, ainda molhada (em pote plástico no congelador) ou seca (em saco de algodão).
    A polpa deve ser ainda conservada em temperatura ambiente.


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    Fonte: Reciclagem Net


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    RE-EDUCAÇÃO ALIMENTAR - Se tornando Vegetariano


     Em termos um pouco simplistas podemos afirmar que o vegetarianismo é a adesão, através da prática de uma alimentação selecionada, a uma nova forma de vida e bem estar com o seu corpo e com a Natureza.

    Não existe meio termo para se ser vegetariano, assim como não existe o conceito de semi-virgem ou de católico não praticante. Existe, isso sim, uma fase transitória, ou, se quisermos, intercalar, onde os ditos omnívoros compensam a exclusão das carnes vermelhas do seu cardápio alimentar através da ingestão de carnes brancas, como a de frango, e também o peixe.

    Contudo, em rigor, vegetariano é todo aquele que, de modo absoluto, não consome carne de espécie alguma. Existem vários “ramos” do vegetarianismo, com diferenças significativas:


    • ovo-vegetarianos: cujo único alimento de origem animal que faz parte da dieta ovo-vegetariano são os ovos e seus derivados.

    • lacto-vegetarianos: cujo único alimento de origem animal que faz parte da dieta lacto-vegetariano é o leite e seus derivados.


    • ovo-lacto-vegetarianos: um hibridismo entre os dois grupos anteriores, ou seja, os que admitem como alimentos de origem animal os ovos, o leite e os derivados de ambos.

    • vegenos: a linha mais purista (alguns preferem chamar-lhe “radical”) do vegetarianismo, excluindo da sua alimentação todos os alimentos de origem animal, inclusive os seus derivados. Na sua vida também não está incluído o uso de qualquer produto de origem animal como por exemplo, roupas, sapatos, utilização de peles em roupas ou mobiliário, etc.


    • crudívoro: os que apenas consomem alimentos crus, ou amornados até à temperatura de 40º.

    Ser vegetariano é, antes de mais, uma escolha de múltiplas faces na medida em que a mudança de hábitos alimentares tem consequências a vários níveis. Em primeiro lugar, mudar hábitos alimentares requer força de vontade e algum conhecimento.

    Não basta decidir ser vegetariano; temos de procurar fazê-lo de forma adequada através de uma alimentação variada e, de modo essencial, sabendo combinar acertadamente os alimentos. 

    O fato de se seguir uma alimentação vegetariana não isenta o aderente a este tipo de alimentação de poder cometer substanciais erros alimentares de base, como acontece, com maior razão de ser, na alimentação omnívora.

    No entanto, é certo que os vegetarianos apresentam, em qualquer circunstância, um melhor padrão alimentar que se reflecte em termos de saúde numa menor prevalência das mais variadas doenças degenerativas quando comparados com os restantes grupos alimentares.

    Propõe-se, por isso, uma mudança progressiva e harmónica nos hábitos alimentares, dando tempo ao organismo de se adaptar a um conjunto de novas assimilações proteicas. 

    Pode, complementarmente, aproveitar-se a imensa quantidade de informação disponível e credível sobre os fundamentos e a prática do vegetarianismo, que hoje em dia se encontra ao alcance de todos nós nos mais variados meios audiovisuais, para saber justificar perante nós próprios o porquê da mudança, para podermos trocar idéias ou, ainda, tirar dúvidas há muito enraizadas no nosso espírito.

    Se tudo isto for feito de modo sistemático e consolidado estarão lançadas as bases sólidas para a mudança, não só de hábitos alimentares, mas também para o entendimento de uma nova perspectiva humanista onde o respeito pela vida, em geral, é um princípio fundamental. Esse respeito pela vida é, aliás, a pedra de toque do vegetariano.

    Quando digo respeito pela vida quero significar, de modo abrangente, o respito pelo Planeta e todos os seus limitados recursos como a terra, a água ou as espécies animais, e onde o nosso próprio corpo se integra, de modo harmonioso e compreensível, no meio ambiente.

    Não se pense que o maior problema que enfrenta o vegetariano reside em encontrar o equilíbrio nutricional perfeito. Não, de todo. O maior problema que o vegetariano, ou pretendente a vegetariano, enfrenta é uma sociedade que não está, de todo, formatada para acolher, ou promover, os paradigmas do vegetarianismo na vida quotidiana.

    É por isso que o vegetarianismo, e por consequência, o vegetariano, procura um acordar para a Vida, através da modificação de um conjunto de hábitos socio-culturais perversos, enraizados e cada vez mais generalizados devido ao fenómeno da globalização, e que carecem de uma reaprendizagem em todos os domínios desde a gestão do tempo, o primado do útil em detrimento do consumismo, a re-educação da convivência do homem com outros seres vivos e, finalmente, de uma nova concepção integracionista com o Ambiente.

    http://despertardegaia.blogspot.com/
    Fonte: Revista Zen


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    A DESINTOXICAÇÃO ALIMENTAR


    É salutar aliviar o organismo da sobrecarga alimentar.

    A energia normalmente consumida para realizar a digestão de alimentos pesados servirá então para realizar uma limpeza e uma regeneração do corpo físico.

    Os produtos da natureza (frutas, hortaliças, ervas e grãos) são os alimentos que exigem o menor trabalho digestivo.

    Além disso, são dotados de extraordinárias propriedades despoluidoras, ou seja, depurativas. A sua riqueza em fibras assegura uma verdadeira "limpeza" no tubo digestivo, levando, junto com as fezes, uma grande quantidade de toxinas e resíduos.

    Graças a seu elevado teor de vitaminas, sais minerais, oligoelementos, enzimas e substâncias biologicamente activas de todo tipo, os vegetais fornecem aos órgãos de eliminação os elementos de que necessitam para funcionar perfeitamente. Além disso, quando consumidos crus, fornecem ao corpo uma água cheia de vitalidade.

    A maioria das hortaliças demanda calorias ao se deslocarem de uma extremidade à outra do tubo digestivo. Na realidade, para digeri-las, o organismo queima mais calorias do que recebe. Isso gera um balanço calórico negativo, provocando uma perda de peso por combustão das gorduras em excesso.

    Em alguns trabalhos que consultei, os alimentos estão classificados em quatro categorias, de acordo com o seu grau de VITALIDADE.

    Acho este conceito de extrema sabedoria, e toda vez que acesso um esclarecimento de forma tão clara e objetiva, não resisto, compartilho imediatamente:


    1) Alimentos que GERAM VIDA - chamados BIOGÊNICOS

    São a base ideal da alimentação, usando um ponto de vista qualitativo. São os germes e os brotos dos grãos, dos cereais, das leguminosas, das ervas e das hortaliças.

    Germes e brotos são as plantas no início de seu crescimento, portanto extremamente ricas em substâncias que os cientistas chamam de micronutrientes. São as vitaminas, sais minerais, oligoelementos, aminoácidos, enzimas, hormônios vegetais, estimulantes biológicos, etc.).

    Ao ingerirmos esse tipo de alimento cru irão reforçar a vitalidade das células e permitir que elas se regenerem constantemente.

    2) Alimentos que ATIVAM A VIDA - chamados BIOATIVOS

    São a base ideal da nossa alimentação do ponto de vista quantitativo.

    São as frutas, ervas, hortaliças, leguminosas, nozes (sementes oleaginosas), os bagos, grãos e cereais que já estão maduros e são consumidos em perfeito estado, crus ou deixados de molho.

    Os alimentos que geram a vida, e os alimentos que ativam a vida são considerados ALIMENTOS VIVOS.

    Foram previstos pela natureza para assegurar a vida e o bem estar do ser humano. Seu consumo traz vitalidade e saúde em qualquer idade.

    3) Alimentos que DIMINUEM A VIDA - chamados BIOESTÁTICOS

    São os alimentos cuja força vital foi reduzida pelo tempo (alimentos crus por muito tempo armazenados), pelo frio (refrigeração e congelamento) ou pelo calor.

    Estão incluidos aqui as carnes, o leite e derivados e os ovos.

    O consumo de alimentos bioestáticos é o resultado de hábitos sociais.

    O seu consumo assegura o funcionamento mínimo de nosso organismo, mas provoca o envelhecimento das células, pois não lhes fornece as substâncias vivas necessárias para sua saudável regeneração.

    4) Alimentos que DESTROEM A VIDA - chamados BIOCÍDICOS

    São os alimentos que predominam na alimentação moderna.

    São todos os alimentos cuja força vital foi destruída pelos processos físicos ou químicos de refino, conservação ou preparo.

    Os alimentos biocídicos foram inventados pelo homem para sua própria perda. Ganham em praticidade, perdem em qualidade. Ganham em prazer, perdem em saúde.

    Açúcar, principalmente o refinado, sal, chá preto, café, chocolate, bebidas alcoólicas, frituras, alimentos industrializados e aditivados, margarina e óleos refinados.

    Envenenam pouco a pouco as células com as substâncias nocivas que contêm. É preciso saber que, mesmo em pequenas doses, qualquer produto químico adicionado aos alimentos é tóxico.

    Os processos agrícolas modernos e a industrialização introduzem no organismo substâncias que paralisam o instinto alimentar, perturbam a assimilação e bloqueiam a eliminação.

    Enfraquecem pouco a pouco o sistema imunológico, causam vários problemas de saúde e abrem portas às chamadas doenças da civilização - doenças cardiovasculares, câncer, reumatismo, diabetes e outras doenças degenerativas, doenças mentais.

    Resumindo:

    ALIMENTOS DE ALTA VITALIDADE

    São os alimentos usados nas receitas da Alimentação Desintoxicante. São fáceis de digerir e apóiam os mecanismos de desintoxicação do corpo à BIOGÊNICOS (geram vida) + BIOATIVOS (ativam a vida).

    ALIMENTOS DE BAIXA VITALIDADE

    Exigem do organismo grande esforço para serem digeridos, intoxicam e entopem o organismo à Bioestáticos (diminuem a vida) + Biocídicos (destroem a vida).



    O trabalho com a Alimentação Desintoxicante provoca uma real mudança de contextos e hábitos que vai muito além destes conceitos de seleção dos alimentos. São os novos rituais, a serem praticados com uma consciência em estado constante de expansão.
    Existem 2 propostas neste trabalho, a da desintoxicação diária, através de sucos, sumos e lanches desintoxicantes, e a proposta de 1 ou mais dias de desintoxicação intensiva com sucos, sumos e sopas desintoxicantes.

    Esta desintoxicação intensiva deve ser realizada por pessoas que desejam sair de um processo excessivamente tóxico como parar de fumar ou beber, depressão, obesidade, relacionamentos destrutivos e etc.

    De qualquer forma, recomendo para todas as pessoas, principalmente aquelas que estão numa busca determinada por crescer, a desintoxicação diária com a desintoxicação intensiva (de 1 a 7 dias) a cada 1-2 meses.

    Existem também a indicação de alguns os novos hábitos como:

    O banho consciente

    A escovação de toda a pele do corpo

    Os exercícios respiratórios

    Os exercícios de relaxamento e harmonização dos chacras e meridianos

    O exercício de limpeza do chacra da garganta

    A prática do silêncio

    http://despertardegaia.blogspot.com/
    Fonte: Alimentação Desintoxicante - Conceição Trucom - Edição Independente

    ...
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    RAZÕES PARA TORNAR-SE VEGETARIANO

    O vegetarianismo é a tendência que mais cresce no mundo desenvolvido. Eis aqui algumas razões para adotar esse tipo de alimentação.

    ECOLOGIA

    Os países em desenvolvimento — onde milhões de pessoas passam fome — exportam grãos aos países desenvolvidos para alimentar os animais servidos nas mesas.

    Se consumíssemos os grãos que cultivamos em vez de dá-los aos animais, a escassez mundial de alimentos desapareceria praticamente da noite para o dia. 

    Lembre-se que 100 acres produzem carne para 20 pessoas, mas trigo suficiente para alimentar 240. Metade das florestas tropicais no mundo inteiro foi substituída por pasto para gado de corte. As queimadas são responsáveis por 20% dos gases que provocam o efeito estufa. Todos os anos, cerca de 1000 espécies são extintas devido à destruição das florestas tropicais. 

    Nos Estados Unidos, 260 milhões de acres de florestas foram cortados, cedendo espaço a lavouras destinadas a alimentar o gado para que as pessoas possam comer carne. Milhões de toneladas de grãos são destinadas, por ano, à nutrição de animais — para que os ricos se alimentem de carne enquanto 500 milhões de miseráveis nos países pobres passam fome. A cada seis segundos, uma pessoa morre de fome (60 milhões por ano) porque a maioria da população mundial não vive sem carne. Essas vidas poderiam ser salvas se tivessem acesso aos grãos usados para engordar o gado e outros animais — se os americanos diminuíssem em 10% o consumo de carne. 

    A quantidade de água potável também está diminuindo por causa das fazendas de criação, sem contar que os produtores de carne são os maiores poluidores de água. Precisam de 2.500 galões de água para produzir ½ kg de carne. Se a indústria de carne americana não fosse sustentada pelo contribuinte, que paga uma grande parcela do custo da água, a carne para hambúrguer custaria 70 dólares por quilo.


    ÉTICA

    Diariamente milhares de animais são abatidos nos matadouros. Muitos sangram até morrer. A dor é constante. 


    Somente nos Estados Unidos, 500.000 animais são mortos por hora para abastecer o mercado de carne. Milhões de pintos machos recém-nascidos são mortos diariamente porque não produzirão ovos. 

    Não existem regras fixas para essa destruição em massa. Alguns pintinhos são esmagados, outros sufocados até morrer. Muitos são usados para fabricar fertilizantes ou alimentar outros animais. 

    Os animais, cuja carne chega à sua mesa, morrem solitários, aterrorizados, tristes e em sofrimento. A matança é desumana, sem um mínimo de compaixão. Alguns fazendeiros dão tranqüilizantes aos animais para mantê-los calmos. Outros, ministram antibióticos como medida rotineira para evitar infecções. 


    Ao se alimentar de carne, você está ingerindo todos esses medicamentos. 


    Nos Estados Unidos, 55% de toda a produção de antibióticos é destinada aos animais e o índice de infecções causadas por estafilococos resistentes à penicilina subiu de 13% em 1960 para 91% em 1988. Os animais sofrem dor e medo como nós. Passam as últimas horas de sua vida trancados em um caminhão, encerrados com centenas de outros animais, igualmente apavorados, e depois são empurrados para um corredor da morte ensopado de sangue. Quem come carne sustenta o modo como os animais são tratados. 

    Animais de 1 ano de idade costumam ser mais racionais — e capazes de pensamento lógico — do que bebês de seis semanas de idade. Porcos e ovelhas são muito mais inteligentes do que criancinhas. Comer esses animais é um ato bárbaro.

    PARA A SAÚDE
     
    Evitar a carne é o melhor e mais simples método de reduzir o consumo de gordura. Os animais criados nas fazendas modernas engordam à força para aumentar os lucros. 

    Comendo carne gorda, você aumenta suas chances de sofrer um ataque cardíaco ou ter câncer. Todos os anos, registram-se milhões de casos de envenenamento alimentar. A maioria é provocada pelo consumo de carne.

    A carne não contém absolutamente nada — proteínas, vitaminas ou minerais — que o corpo humano não possa obter de uma alimentação vegetariana. 

    A "carne" inclui também o rabo, cabeça, patas, reto e espinha do animal. 

    Uma salsicha pode conter intestinos moídos. 
    Quem garante que os intestinos estejam vazios e limpos ao serem moídos? 

    Você tem coragem de comer o conteúdo dos intestinos de um porco?  
     
    É muito mais fácil ficar (e continuar) esbelto se você for vegetariano. ("Esbelto" não quer dizer "raquítico" e sim, sem excesso de peso!). Se você se alimenta de carne, está ingerindo os hormônios dados aos animais. 

    Ninguém conhece os efeitos desses hormônios sobre a saúde. 

    Em certas partes do mundo, um em cada quatro hambúrgueres contém o hormônio do crescimento ministrado ao gado. 

    Consumidores de carne estão mais propensos às seguintes enfermidades: anemia, apendicite, artrite, câncer da mama, câncer do cólon, câncer da próstata, prisão de ventre, diabete, cálculos biliares, gota, pressão alta, indigestão, obesidade, hemorróidas, enfartos e varizes. 

    O índice de pessoas hospitalizadas que são vegetarianas a vida toda é 22% menor do que o das que se alimentam de carne — e o período de internação também é menor. O nível de colesterol dos vegetarianos é 20% mais baixo e isto reduz consideravelmente a incidência de enfartos e o risco de câncer.

    Os vegetarianos estão mais em forma do que consumidores de carne. 
    Muitos dos maiores atletas do mundo são vegetarianos.


     
    Para ter certeza que o organismo recebe as vitaminas e os minerais de que precisa:

    Coma refeições variadas que incluam frutas frescas, hortaliças, grãos germinados e produtos integrais — boas fontes de vitaminas e minerais (e de fibras!). As vitaminas são facilmente destruídas pelo calor. 

    Portanto, procure comer alimentos crus sempre que possível. Ao cozinhar hortaliças, use o mínimo de água necessário (para evitar a perda das vitaminas B e C, solúveis na água). 

    Não deixe cozinhar muito tempo. 

    Não mantenha os alimentos aquecidos nem os requente — isso também elimina as vitaminas. A maioria das vitaminas se aloja logo abaixo da casca de frutas e legumes. 

    Portanto, é melhor comê-los com casca. 

    Coma bastante nozes e sementes — contêm diversas vitaminas e sais minerais e são muito nutritivas.

    Livre-se das panelas de alumínio (o alumínio é um veneno que pode prejudicar o cérebro) e use utensílios de ferro, que adicionam boa quantidade desse mineral aos alimentos cozidos.


    http://despertardegaia.blogspot.com/

    Fonte: http://www.vegetarianismo.com.br

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