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20 de nov de 2010

OS HABITANTES DO MUNDO ASTRAL


Não é fácil classificar e ordenar os seres astrais, tal sua variedade e complexidade, mas podemos nos esforçar para isso, começando a dividi-los em 3 grandes categorias:  

Humanos, os Não-Humanos e os Artificiais.

01.2.1 - HUMANOS:

Os cidadãos humanos do mundo astral, separam-se naturalmente em dois grupos:  Os vivos e os Mortos.

01.2.1.1 - VIVOS:
01 – Adeptos e seus discípulos:  São os humanos evoluídos, instruídos que operam tanto com o corpo mental como astral, mas muito mais com mental, pertencentes as Lojas, escolas orientais e algumas ocidentais.
02 – Indivíduos Psiquicamente adiantados: Esses não estão sob orientação de um Mestre (amparador), em geral são conscientes fora do corpo físico, mas por falta de necessário treino e experiência estão sujeitos a enganos e apreciação do que vêem. Sua lucidez é variável , variam de acordo com seu grau de desenvolvimento e em muitos casos quando voltam ao corpo físico não lembram de sua experiência.

03 – A pessoa Vulgar:  Não possuem maturidade astral, flutuam perto do corpo físico durante o sono., num estado mais ou menos inconsciente, em alguns casos numa semi-adormecido, vagueia daqui para ali, deitado seguindo algumas correntes astrais passando por toda espécie de aventuras, umas agradáveis outras desagradáveis. Quando menos evoluído for uma pessoa, mal definida será suas formas astrais, sem contornos definidos, devido a alta densidade do seu duplo etérico.
04 – O mago negro e seus discípulos:  É semelhante a primeira, porém voltada para o mal. As ordens que lidam com essas forças ocultas poderosas são várias, mas podemos citar: Dügpas Europeus, Vodoo, Obeah, Magia Negra, etc.

01.2.1.2 - MORTOS:

01 – Os Nirmânakáyas:  Seres elevados, no entanto por qualquer necessidade de missão que se julgue necessário descem para o plano Astral.

02 – Discípulos a espera de Reencarnação: Esse não é um habitante comum do mundo astral e sim do mundo mental, mas ocasionalmente pode-se encontrar um ocasionamente por isso é uma população muito reduzida.

03 – Os mortos Vulgares: É uma classe cuja população são de milhares e milhares de almas, também complexa limitar sua estadia no mundo astral, varia de algumas horas, dias, semanas, meses, anos e até séculos.

Todos sem exceção tem que passar por todos as subdivisões do plano astral no seu caminho para o mundo-céu, algumas percorrem essas subdivisões inconscientes, para as pessoas evoluídas com várias reencarnações, essa passagem é extremamente rápida.

04 - As Sombras: Quando a extinção de um indivíduo é completa é sinal que acabou sua vida Astral, ele passa para o plano Mental (Plano Devachânico). Mas, assim como ao passar para o plano físico para o Astral há um abandono do corpo físico, assim também na passagem do corpo astral para o mental, o invólucro astral é abandonado e também irá se desintegrar, neste caso o corpo astral abandonado, é um verdadeiro cadáver. Infelizmente o homem vulgar deixa-se dominar por todos os desejos inferiores, que uma parte da mente inferior se funde com o corpo dos desejos, essas partículas da matéria astral possuem vida própria e animam esse cadáver, gerando uma classe chamada: Sombras Essa sombra não é o indivíduo real, mas conserva hábitos, semelhança física, memória mas sua inteligência é limitada, pois é um farrapo de suas piores qualidades. A duração de uma sombra varia segundo a qualidade da mente inferior que a anima, mas apesar desta astúcia que engana alguns médiuns despreparados em sessões espíritas, na medida que o tempo passa ela vai perdendo a vitalidade e se degradando até cair na classe seguinte: Os invólucros (Cascões Astrais).

05 – Os invólucros (Cascões Astrais): São os cadáveres astrais, o corpo astral abandonado e em estado de desintegração, são desprovidos de qualquer espécie de consciência e de inteligência, vagueiam nas correntes astrais como nuvens impelidas por ventos contrários. {b]Não pode ser confundido com o Duplo Etérico que conserva-se a poucos metros post-mortem do cadáver físico, se desintegrando lentamente são vistos nos cemitérios essas formas azuladas com aparência de vapores, flutuando nos túmulos dos cemitérios daqueles que recentemente deixaram o mundo físico, não é um espetáculo agradável de ver. Mas os Cascões Astrais, que vagam, podem ser usados e manipulados por meio de Magia Negra.

06 – Os invólucros vitalizados: Alguns elementais artificiais, as vezes entram dentro destas cascas astrais e dão uma vida aparente a eles. Geralmente o usam de uma forma malévola,

07 – Vitimas de Morte Súbita e os Suicidas: Todo o indivíduo que for arrancado de sua vida terrena repentinamente, em pleno gozo de sua saúde e energias, vai se encontrar no mundo astral numa situação diferenciada dos demais seres que morreram por doença. No caso de suicídio ou de morte por acidente, desastre, não se realizando os preparativos naturais e graduais, compara-se como retirar o caroço de uma fruta quando esta fruta estiver verde, grande quantidade de perietérico (combustível vital), duplo etérico, alta densidade desta matéria é pertubadora para o indivíduo recém morto, esta alta densidade vibratório levará o indivíduo a cair na sétima zona astral conhecido por baixo astral (Umbral). Porém se o indivíduo for de boa índole ficará insconsciente e por pouco tempo neste mundo trevoso. O fato do suicida, é bem mais difícil, porque interromperam sua vida através do livre arbítrio, embora cada caso tem suas variantes e nem todos os suicídios são consideráveis condenáveis, como o caso de Sócrates.

08 – Vampiros e Lobisomens: É a entidade mais cruel e repelente, mas felizmente muito raras são essa criaturas, essas relíquias horrorosas de um tempo em que o ser humano era mais animalesco, são considerados fábulas da Idade Média, pertenciam a Quarta Raça da terra, como na Rússia e Hungria, apesar das lendas exageradas, no fundo tem uma verdade inquestionável. Essas criaturas apegadas ao extremo a vida terrena usavam seu corpo astral para manter íntegro seu corpo físico, roubando sangue dos vivos com seu corpo astral semi materializado, existindo casos registrados na Europa Central de aberturas de caixão encontrava-se o corpo fresco e sadio, muitas vezes mergulhado num sangue fétido.
Já os lobisomens, também de extrema raridade, nos dias de hoje, eram de uma raça extremamente carnívora que se alimentava de animais vivos, numa extrema violência, quando mortos esses indivíduos semi materializados numa espécie de Lobo e Homem atacavam nas matas outros animais.
Portanto aos estudiosos de Viagens Astrais, não se preocupem pois esses tipos são de extrema raridade nos dias de hoje e geralmente os que existem ainda, agem próximos ao seu corpo físico.

09 – Magos Negros e seus Discípulos: Pertencem ao outro extremo da escala, são espíritos desencarnados, tendem a manter-se o maior tempo possível neste plano, renegando o plano mental, são criaturas extremamente hábeis com os poderes do mundo astral, violam a lei natural da evolução , pois mantém-se no mundo astral pela manipulação de artes mágicas: MAGIA NEGRA. Deve-se frisar que para se conseguir isso, é a custa de outras vidas, roubando de outrem o tempo de vida legítimo.

01.2.2 - NÃO HUMANOS:

01 – Corpos Astrais dos Animais: Apesar de extraordinariamente numerosa, esta classe ocupa um lugar subalterno no plano astral, visto ser muito curta a permanência neste plano dos membros que a compõem. Os animais em sua grande maioria ainda não adquiriram ainda uma individualização permanente e quando morrem a essência monádica que os animava volta ao stratum especial donde vieram. Geralmente essa existência não passa de uma espécie de sonho inconsciente impregnado, ao que parece de uma perfeita felicidade. Quanto aos animais domésticos que já atingiram a individualidade, o caso de alguns gatos e alguns cachorros, esses tem uma vida astral mais longa e mais ativa, mas caindo por fim num estado passivo subjetivo que dura pouco. Dos animais selvagens os que já atingiram a individualização encontra-se os Macacos Antropóides, que forma uma classe interessante, visto que se aproximam de reencarnarem como seres humanos.

02 – Os espíritos Naturais: Compreende-se esta classe subdivisão tão numerosa e tão variada que pode-se dizer não serem totalmente conhecidas em sua integralidade. Classificadas por alguns escritores como ELEMENTAIS, são espíritos da natureza, tendo os da terra, do ar, da água e fogo. São entidades astrais dotadas de inteligência, definidas, que habitam e funcionam cada um desses meios. Na linguagem popular tem uma grande variedade de nomes: Fadas, pixies, brownies, salamandras, duendes, trolls, sátiros, faunos, sacis, etc. São em forma reduzida ou de baixa estatura. Em geral são invisíveis para a visão física mas alguns possuem a propriedade de se materializarem quando lhes convém. Em sua maioria evitam os seres humanos, visto não gostarem das emanações fluídicas humanas, os vícios e desejos desordenados põem em ação correntes astrais que os pertubam. Os períodos de vida desses seres variam muito, alguns muito curtos, outros maiores que as nossas vidas.

03 – Os Devas: O mais alto sistema de evolução que tem relação com a terra, são seres que os hindus chamam de Devas, no Ocidente Anjos, "Filhos de Deus", amparadores, são considerados um reino acima do humano, assim como os animais irracionais um reino inferior aos humanos, chamados também de Regentes da Terra, Anjos Celestiais, são eles agentes do Karma do ser humano. Poucas vezes se manifestam no mundo astral, estão mais presentes no mundo mental, mas quando o fazem são notáveis pela beleza e luz que irradiam, parecendo possuírem asas tal beleza de suas auras, parecem possuir uma aureola tal é a luz do seu chakra coronário.

01.2.3 - ARTIFICIAIS:

01 – Elementais criados inconscientemente: A essência elemental nos rodeia por todos os lados. É flagrante o efeito produzido por um pensamento que quando apodera-se da matéria plástica astral, ele molda instantaneamente um ser vivo, ser que uma vez criado não fica de forma nenhuma sob a influência do seu criador , mas adquire o instinto básico de qualquer réstia de vida que o INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA. A duração de um elemental (Formas-Pensamento) varia muito sendo proporcional a intensidade dos pensamentos de quem o gerou. Alguns minutos, horas, mas o pensamento forte, repetitivo, convicto pode durar alguns dias. Os elementais ficam em volta do seu criador em suspensão, circulando, tendem a provocar a repetição da idéia buscando se fortificar para viver mais tempo. Crianças criam companheiros astrais. Tem como tendência prolongar suas curtas vidas reagindo sobre o seu criador, provocando a renovação do pensamento que o originou. Existem casos de criações encontrarem energias paralelas e se alimentarem de várias ao mesmo tempo, o que prolongaria sua vida por um tempo bem considerável, alguns deixam seus criadores , encontrando essa energia no próprio astral se transformam em demônios errantes. Casos de mães devotas criando para seus filhos anjos da guarda, visto por muitos clarividentes, acompanhando algumas crianças.

02 – Elementais Criados Conscientemente: Tantos os adeptos e ocultistas da Magia Branca e Magia Negra se servem freqüentemente de elementais artificiais nos seus trabalhos, neste caso essas criaturas são como escravas, poucas são as tarefas que não possam ser realizadas por essas criaturas quando cientificamente preparadas e habilmente dirigidas. Não tem sido pouco o mal que essas criaturas espalham pelo mundo. Os elementais formados conscientemente são dotados de uma inteligência superior aos formados inconscientemente, além da duração de suas vidas, serem bem maiores, por isso são mais perigosos. Da mesma forma são mais astutas para prolongar a vida, quer alimentando-se como Vampiros da vitalidade de seres humanos, quer influenciando que façam oferendas, matando animais, cuja vitalidade é direcionada e absorvida pelo elemental. Podem prolongar suas vidas por anos a fio, tem casos que são séculos. Tem um caso na índia que uma entidade protetora das lavouras, quando não lhes era ofertada as oferendas, alimentos, focos de fogos espontâneos rebentavam simultaneamente entre as cabanas, apareciam do nada.

03 – Artificiais Humanos: apesar de ser pouco numerosa esta entidade existe, guardiões de Lojas Brancas, Demônios da Idade Média, líderes que já reencarnaram, mas seu ser artificial ainda continuam vivo no mundo astral e são vistos por clarividentes.

http://despertardegaia.blogspot.com/
Fonte: Anie Besant, C.W. Leadbeather.

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4 de nov de 2010

DEPRESSÃO, ANGÚSTIA: Cura pela Meditação



De repente, vem aquele aperto no peito! 

Pode ser em qualquer momento, hora ou lugar. Como se uma grande mão apertasse seu peito... e vem uma sensação bem esquisita de opressão. Você quer se livrar dela, mas não consegue. O coração bate mais rápido ou então você sente uma apreensão. 

Medo do futuro? Quase como se descesse de montanha russa.... aquele friozinho na barriga terrível.

Em alguns momentos, você está bem e a apreensão surge sem pedir licença. Em outros, está associada a alguma preocupação ou sensação de insegurança. Se você vive um momento confuso ou difícil, a angústia pode se instalar na sua mente e no seu coração.

A angústia pode ser um sinalizador para a depressão. Pessoas deprimidas sentem angústia e a ansiedade pode surgir de repente. A ansiedade está associada à respiração também. A pessoa ansiosa respira muito rápido ou sente uma sensação de sufocamento, "peito apertado".

O que fazer quando você sentir esta sensação desagradável?

A angústia é mais comum nas mulheres. Quando sentir esta sensação desagradável, primeiro afaste a possibilidade de causa orgânica como: distúrbios hormonais como: menopausa, climatério, entre outros. Anemia, problemas cardíacos e depressão, por exemplo.

Geralmente, a angústia está associada à depressão e algumas pessoas são predispostas a sofrer de angústia periódica. Nem sempre quem sente angústia ocasionalmente, sofre de depressão. A angústia pode ser uma manifestação da ansiedade. A ansiedade é o receio do futuro.

A ansiedade é um recurso utilizado por nós para nos preparar, de certa forma para acontecimentos futuros. Quando temos uma prova, um encontro importante, uma decisão a tomar, podemos sentir esta sensação de apreensão. É o receio do novo e do inusitado. Nosso organismo lança mão de uma carga extra de adrenalina.

Quando estas sensações surgem e são momentâneas fazem parte do cotidiano do ser humano. Não podemos controlar os acontecimentos e isso gera medo. Podemos controlar nossas emoções; isso é tranquilizador.

Observe a frequência desta sensação desagradável. Procure observar com cuidado. O que você está pensando quando sente esta sensação? Não tenha medo da Ansiedade ou Angústia. Não tente reprimi-la, mas mude o padrão mental. Se você está pensando em algo desagradável, modifique o pensamento. Afirmações positivas ajudam bastante nesses casos. 

Afirmações como: "Sou feliz!", "Estou calmo", "Está tudo bem", "Ficará tudo bem!".

Aprenda a respirar! Os bebês respiram corretamente, nós não. Inspire pelo nariz e exale pela boca. 

Preste atenção na respiração. Esta técnica simples é naturalmente tranquilizante. A mente se tranquiliza e os músculos também.

A angústia pode estar associada a causas psicológicas como: traumas, complexos, meio ambiente repressor ou desgastante podem desencadear sensações de opressão.

A serenidade tem a ver com a Fé e o Otimismo. Fé em Deus e em si mesmo!

Uma vida saudável feita de pensamentos sadios e atividades produtivas, tem como efeito, emoções também sadias. Pense nisso! Como estão seus relacionamentos, sua vida em família, seus desejos e problemas?. Procure se autoconhecer para disciplinar seus pensamentos.

COMO MEDITAR:

DICAS


1. Eliminar Distrações

A primeira coisa que se deve certificar é que consegue ter tempo só para si, sem que ninguém possa interromper. Desligue o telemóvel, o computador, isole-se e empenhe-se neste momento só seu. Lembre-se, nem que sejam 10 ou 15 minutos, o importante é que consiga assumir este compromisso consigo própria(o) e o cumpra.


2. Organize-se e determine o tempo que vai despender


É importante estabelecer um tempo exato de meditação para não correr o risco de ser demasiado vago e eventualmente desistir. É recomendável começar de forma modesta, nas primeiras vezes, entre 5 e 15 minutos é perfeitamente razoável.


3. Descontraia


É fundamental para meditar com resultados positivos. Fazer alongamentos antes de começar vai ajudá-la(o) a descontrair e ficar mais confortável enquanto está meditando. Caso não se sinta descontraída(o), o seu corpo vai reagir durante a meditação e o exercício terá o efeito contrário.


4. Sinta-se confortável


Assim que esteja a sentir-se descontraída(o), encontre um local onde  possa sentar ou mesmo deitar. Não é obrigatório adotar a clássica posição de meditação “Lotus”. Pode sentar-se como quiser, garanta apenas que tem a coluna direita e que se sente perfeitamente confortável na posição escolhida.


5. Concentre-se


Nas primeiras sessões, a sua mente vai tender a complicar as coisas. Assim que esteja estabelecida(o), pense em algo em que se consiga concentrar, como a sua respiração, os seus músculos ou, por exemplo, uma vela. Há quem use música calma ou reprodução de sons da natureza. O importante é que a sua escolha lhe permita concentrar-se e não pensar em nada mais.

Dicas para Principiantes

Assuma o controle lentamente.


A sua mente irá querer divagar e dará por si a pensar em problemas de trabalho ou a distrair-se com assuntos do dia-a-dia. Não perca o ânimo e não se descontrole, aprenda a retomar a concentração calmamente.


Deixe os pensamentos passarem


No início, os seus pensamentos parecerão quase caóticos e vai achar que se está a deixar levar por eles, perdendo todo o sentido da meditação. Aceite que este fato é normal e só com tempo de treino vai conseguir minimizar estes picos. É, por isso, perfeitamente normal. Leve a sua consciência de volta ao ponto onde estava e vá fazendo isto sempre. Com o tempo, diminuirá os pensamentos caóticos e notará que consegue controlar melhor a forma como quer que a sua mente funcione. Isto é meditação.


Postura


Manter a coluna direita e uma boa postura é fundamental, especialmente quando está sentada(o). Permite que a energia no seu corpo flua pelo seu corpo. Não se estique demasiado, mantenha apenas uma postura que seja confortável para si e com a qual sente que se consegue abstrair o suficiente para meditar.


Sorria


Manter uma expressão de semi-sorriso enquanto medita pode influenciar os pensamentos que passam pela sua mente. Mesmo que não tenha vontade de sorrir, tente e veja o que acontece. Muitas mudanças sutis no seu físico podem influenciar substancialmente o seu humor e a forma de pensar e encarar a vida.

Melhoramento



Não se pode encarar a meditação como uma corrida. Ao meditar, você aprende a desfrutar cada segundo do processo, sem pensar no resultado final. Foque-se num melhoramento incremental. Talvez o seu objetivo possa aumentar em 10 segundos por dia no seu tempo de meditação. Esta é apenas uma das muitas formas de progredir.


Música


Para algumas pessoas, ouvir música relaxante pode ajudar com a meditação. Se para si esta for uma forma de melhorar a sua meditação, avance sem receio. Atualmente existem também CDs específicos para meditação que podem ser uma boa alternativa.

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20 de out de 2010

FORMAS PENSAMENTO, LARVAS ASTRAIS E OVÓIDES

Larvas astrais, vibriões psíquicos e aparelhos astrais são, todos, formas-pensamento. Já ovóides não são formas-pensamento, mas consciências que tomaram a forma oval por motivos que vamos explicar em outro tópico.

Qual a diferença e por que fazer essa diferenciação? Porque explicando formas-pensamento já teremos facilitado bastante as coisas e andado metade do caminho.

FORMAS PENSAMENTO

Formas-pensamento são criações mentais modeladas em matéria fluídica ou matéria astral. Podem ser criadas por encarnados e desencarnados com características boas ou ruins, positivas ou negativas. 

Como o próprio nome diz, elas são resultado da ação da mente sobre as energias mais sutis que estão à nossa volta, criando formas correspondentes ao pensamento externado. As energias que nos rodeiam são altamente plásticas e sensíveis à ação das ondas mentais.

Quando pensamos, as vibrações que emitimos atuam sobre essas energias, condensando ou dispersando-as, dando-lhes formas, cores e brilhos que correspondem à natureza e à essência do que pensamos. Se o pensamento é passageiro, muitas vezes nem chega a criar nada, ou, se cria, a forma não se mantém, pois não é realimentada. No entanto, se o pensamento é persistente, revivido continuamente por imagens mentais, a forma criada se estabelece, ficando cada vez mais forte.


Se é uma forma-pensamento positiva, sadia, elevada, ela se alimentará dos pensamentos e sentimentos positivos do seu criador, ao mesmo tempo em que o abastecerá de bons fluidos agregados, por sintonia, de outras mentes e formas-pensamento de mesmo teor.



Se, no entanto, se trata de uma forma-pensamento negativa, densa, doentia, ela também se alimentará dos pensamentos do seu criador, levando-o a intensificar cada vez mais a mesma idéia e projetando sobre ele todos os fluidos com que tenha sintonia, até que o emissor não consiga mais se desvencilhar de sua própria criação. Sua mente passa, então, a ser preenchida apenas por aquela idéia, num círculo vicioso. 

É assim que muitos processos de obsessão começam, com formas-pensamento criadas e mantidas pela própria pessoa, já que muitos obsessores se aproveitam dessas criações, manipulando-as para assustar, atormentar e drenar as energias das pessoas que são os seus alvos. 

É importante observar também que formas-pensamento podem ser "incorporadas" por médiuns, como se fossem espíritos. A diferença é que, como não são consciências e não têm mente, ou seja, não são individualidades, não são capazes de se comunicar de forma lógica, mas podem ser acopladas aos médiuns, à sua aura e ao seu perispírito, para drenagem de energias e conseqüente desintegração da forma, desligando-a de outras consciências encarnadas e desencarnadas. 

Essas são muitas das manifestações que acontecem nos grupos de desobsessão em que não há diálogo, mas se nota um enfraquecimento gradativo do fenômeno, como se a "entidade" estivesse, literalmente, derretendo, desmanchando-se, para logo deixar o corpo do médium.

LARVAS ASTRAIS E VIBRIÕES PSÍQUICOS

Segundo o Dicionário Houaiss, "vibrião" é a designação comum às bactérias móveis em forma de bastonetes. E larva vem do latim larvae, que significa máscara, boneco, espantalho, demônio, espectro que se apodera das pessoas. 

Entre os antigos romanos, a palavra larva designava o espectro ou fantasma de pessoa que teve morte violenta ou de criminoso que se supunha vagar entre os vivos para atormentá-los. 

Já em Zoologia, passou a designar o estágio imaturo, pós-embrionário, de um animal, quando este difere sensivelmente do adulto, como os insetos, por exemplo, porque nesse estágio o animal estaria "mascarado", disfarçado.Como vemos, portanto, larvas astrais ou vibriões psíquicos são formas-pensamento semelhantes a micróbios físicos, criados pela viciação mental e/ou emocional da consciência, em atitudes, pensamentos e sentimentos desequilibrados. 

Vejamos algumas descrições de André Luiz, no capítulo 3 do livro Missionários da Luz, ao examinar mais de perto alguns candidatos ao desenvolvimento mediúnico:

"Fiquei estupefato. As glândulas geradoras emitiam fraquíssima luminosidade, que parecia abafada por aluviões de corpúsculos negros, a se caracterizarem por espantosa mobilidade. Começavam a movimentação sob a bexiga urinária e vibraram ao longo de todo o cordão espermático, formando colônias compactas nas vesículas seminais, na próstata, nas massas moncosas uretrais, invadiam os canais seminíferos e lutavam com as células sexuais, aniquilando-as. As mais vigorosas daquelas feras microscópicas situavam-se no epidídimo, onde absorviam, famélicas, os embriões delicados da vida orgânica. Estava assombrado. ... Seriam expressões mal conhecidas da sífilis?"

Ao que o instrutor Alexandre responde:  

 "Não, André. Não temos sob os olhos o espiroqueta de Schau-dinn, nem qualquer nova forma suscetível de análise material por bacteriologistas humanos. São bacilos psíquicos da tortura sexual, produzidos pela sede febril de prazeres inferiores. O dicionário médico do mundo não os conhece e, na ausência de terminologia adequada aos seus conhecimentos, chamemos-lhes larvas, simplesmente".

"Têm sido cultivados por este companheiro, não só pela incontinência no domínio das emoções próprias, através de experiências sexuais variadas, senão também pelo contato com entidades grosseiras, que se afinam com as predileções dele, entidades que o visitam com freqüência, à maneira de imperceptíveis vampiros". 

Observando outro candidato habituado a ingerir álcool em excesso, André Luiz nos dá a seguinte descrição: 

"Espantava-me o fígado enorme. Pequeninas figuras horripilantes postavam-se, vorazes, ao longo da veia aorta, lutando desesperadamente com os elementos sanguíneos mais novos. Toda a estrutura do órgão se mantinha alterada." Ainda no mesmo capítulo, ele examina também uma mulher com distúrbios alimentares e diz: "Em grande zona do ventre superlotado de alimentação, viam-se muitos parasitas conhecidos, mas, além deles, divisava outros corpúsculos semelhantes a lesmas veracíssimas, que se agrupavam em grandes colônias, desde os músculos e as fibras do estômago até a válvula ileocecal. Semelhante parasita atacava os sucos nutritivos, com assombroso potencial de destruição." 

Para entender como surgem as larvas astrais, vamos continuar com o que diz o instrutor Alexandre a André Luiz, no capítulo 4 do livro Missionários da Luz: 

 "Você não ignora que, no círculo das enfermidades terrestres, cada espécie de micróbio tem o seu ambiente preferido. (...)Acredita você que semelhantes formações microscópicas se circunscrevem à carne transitória? Não sabe que o macrocosmo está repleto de surpresas em suas formas variadas? No campo infinitesimal, as revelações obedecem à mesma ordem surpreendente. André, meu amigo, as doenças psíquicas são muito mais deploráveis. A patogênese da alma está dividida em quadros dolorosos. A cólera, a intemperança, os desvarios do sexo, as viciações de vários matizes, formam criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima. Quase sempre o corpo doente assinala a mente enfermiça. A organização fisiológica, segundo conhecemos no campo das cogitações terrestres, não vai além do vaso de barro, dentro do molde preexistente do corpo espiritual. Atingido o molde em sua estrutura pelos golpes das vibrações inferiores, o vaso refletirá imediatamente." 

Ainda no mesmo capítulo, Alexandre continua: 

"Primeiramente a semeadura, depois a colheita. Não tenha dúvida. Nas moléstias da alma, como nas enfermidades do corpo físico, antes da afecção existe o ambiente. As ações produzem efeitos, os sentimentos geram criações, os pensamentos dão origem a formas e conseqüências de infinitas expressões. E, em virtude de cada Espírito representar um universo por si, cada um de nós é responsável pela emissão das forças que lança em circulação nas correntes da vida. A cólera, a desesperação, o ódio e o vício oferecem campo a perigosos germens psíquicos na esfera da alma. E, qual acontece no terreno das enfermidades do corpo, o contágio aqui é fato consumado, desde que a imprevidência ou a necessidade de luta estabeleça ambiente propício, entre companheiros do mesmo nível. (...) Cada viciação particular da personalidade produz as formas sombrias que lhe são conseqüentes, e estas, como as plantas inferiores que se alastram no solo, por relaxamento do responsável, são extensivas às regiões próximas, onde não prevalece o espírito de vigilância e defesa". 

Como vemos, as larvas astrais surgem dos excessos e desequilíbrios físicos, emocionais e espirituais de toda sorte, da repetição contínua de uma mesma conduta, física e/ou mental, o que causa o acúmulo de energias mais densas em determinadas regiões do organismo, as quais se organizam na forma de colônias de microrganismos astrais. As conseqüências são as mais variadas, podendo ir desde problemas físicos, graves ou não, até perturbações espirituais, que, se não combatidas a tempo, podem se transformar em sérios distúrbios psíquicos, acarretando sérias complicações para o encarnado, nesta vida e nas próximas. 

Larvas astrais são bastante "aderentes" e se multiplicam com muita facilidade, bastando para isso que se lhes ofereçam as mínimas condições mentais e energéticas. 

Dependendo da extensão do problema, serão necessárias muitas aplicações energéticas para limpeza, desinfecção e re-harmonização da região afetada, o que pode exigir a atuação de vários aplicadores, em várias sessões, para que essas colônias sejam enfraquecidas e não possam mais se expandir, vindo a desaparecer. 

Mas, como em qualquer tratamento físico, a colaboração do "paciente" é imprescindível, uma vez que essas larvas são criadas e alimentadas pelas energias geradas por seus próprios pensamentos e sentimentos. Assim, além das aplicações energéticas, é necessário que se oriente e conscientize a pessoa sobre como e por que mudar seus hábitos mentais e suas atitudes, garantindo que ela mesma não mais oferecerá condições para que essas larvas se instalem e espalhem. 

Se larvas astrais são criações mentais, geradas a partir de pensamentos e sentimentos desequilibrados, também aqui a prevenção se faz pelo equilíbrio e o controle do que pensamos e sentimos. Não há outro meio. Como já dito muitas vezes, sintonia é a "alma" do universo. Tudo funciona segundo suas leis e só viveremos com aquilo que nós mesmos criarmos ou atrairmos a partir do que geramos dentro de nós.

OVÓIDES

Parasitas ovóides são, como diz o Dr. Ricardo Di Bernardi, “espíritos humanos que, pela manutenção de uma idéia fixa e doentia (monodeismo), acabam estabelecendo uma vibração de baixa freqüência e comprimento de onda longo que com o passar do tempo, produz uma deformação progressiva no seu corpo espiritual.

Ovóides são, portanto espíritos em estado tão profundo de perturbação que perderam a consciência de sua natureza humana de seu perispírito.

Portanto não perdem o seu perispírito (psicossoma), ele fica tão deformado que perde a sua forma humana, apenas uma forma ovalada.

Di Bernardi, afirma que se trata de um monodeismo auto-hipnotizante. Ele vibra de forma contínua e constante, gerando uma energia que gira sempre de maneira igual e repetida pelo mesmo pensamento desequilibrada.

Ao vibrar repetidamente na mesma freqüência e em desequilíbrio com a Lei cósmica Universal, gera este circuito arredondado que vai deformando e tornando-se ovóide.

Na prática são espíritos que entram em pensamentos, sentimentos repetitivos e negativos, excesso de apego, remorso, vingança, faz com que perca a noção do tempo e espaço e vai aos poucos se atrofiando, por falta de função nos órgãos do psicossoma, assumindo a forma de sua própria onda mental, um círculo vicioso em que vive mentalmente.

QUANDO A PESSOA ESTÁ NO ESTADO VEGETATIVO encarnada, no físico, não tem mais capacidade de manifestar com ele, não perde o seu perispirito, porque existe atividade no duplo etérico que mantém as formas humanas no perispírito (psicossoma).

As moléculas do perispírito são moldáveis pelo sentimento, tomam forma de acordo com a vibração do espírito. Assim se tornam brilhantes, opacas, densas ou leves.

Quando um OVÓIDE se liga a uma consciência encarnada ou desencarnada, fica caracterizada o processo obsessivo por parasita ovóide.

Existe um envolvimento de adesão, colado ao corpo físico, no qual, distorce os pensamentos, opiniões e atitudes do encarnado.

O ovóide é incapaz de manipular energias, locomover-se ou interagir conscientemente de livre e espontânea vontade, mas pode fazê-lo no automático, atraído por sintonia, mesmo em estado precário.

O OVÓIDE PODE CHEGAR A AURA de uma pessoa somente por atração que essa pessoa exerce sobre ele. Nada mais é necessário como ponte. Basta a sintonia entre os dois. Basta a sintonia entre os dois. Como ímãs.

Um processo obsessivo é mútuo por força de sintonia, existe um consentimento, mesmo que inconsciente para o acoplamento obsesssivo. Originado é claro pelos pensamentos, tais como: ódio, raiva, egoísmo, apego excessivo a coisas ou pessoas, etc. Os ovóides podem ser hipnotizados por outras consciências, no caso aqueles que manipulam a hipnose podem perfeitamente prejudicar uma pessoa mantendo um ovóide parasitária numa aura de uma pessoa afim de prejudicá-la.

Não confundir um OVÓIDE, com o CORPO MENTAL sem o perispírito (psicossoma). Um espírito sem o psicossoma é um espírito oriundo do plano mental, superior ao plano astral, geralmente são espíritos de luz que se manifestam em qualquer plano.





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Fonte: planetaazul.ning.com

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5 de out de 2010

LIMPEZA DE CRISTAIS


Dentro da estrutura molecular existe a tendência , depois de algum tempo de uso do cristal, ao acúmulo de energia negativa ou energia estática. 

Isto se deve à sensibilidade dos cristais a influências energéticas, tais como : poluição eletrônica, formas negativas de pensamento, energias negativas ao se trabalhar com emoções, etc.

Essa negatividade não afeta, no entanto, as camadas mais profundas de energia do cristal, não influenciando, portanto, a programação dos mesmos.

Somente as camadas mais superficiais são afetadas por essa poluição.
Sabendo disso, devemos freqüentemente limpar todos os cristais que usamos diretamente sobre o nosso corpo, pois eles estão continuamente expostos às mais diversas energias negativas: nossas e do meio ambiente.Siga uma dessas técnicas para limpar seu cristal, seja ele novo ou não:

Técnicas de limpeza

Coloque imersos em água com sal grosso, por 24 a 48 horas.
Mergulhe os cristais em sal grosso, por 24 a 48 horas.

Enterre os cristais no chão, por dois a sete dias.

Deixe os cristais expostos à luz solar, no mínimo por seis horas, ou deixe exposto à luz lunar, ficando a noite inteira.

Pegue um ou dois cristais de cada vez. Segure-os na mão, deixando a água da torneira cobrir os cristais, imaginando uma luz dourada penetrando no cristal. Permaneça com os cristais na água por 2 minutos ou mais.

 
Carregar e ativar cristais

Após a limpeza dos cristais, deve-se carregar a estrutura molecular com energia positiva, além de ativá-los.

Ao carregar um cristal, estamos fazendo crescer a energia, tal como fazemos quando carregamos uma bateria.

O processo de ativação visa a catalisar áreas dormentes do espírito energético do cristal.

Este procedimento é importante, pois, na maioria dos cristais, o potencial energético não está totalmente desenvolvido. Para carregar e ativar os cristais, devemos então coloca-los (sobretudo o cristal branco) em ambiente que vai infundir-lhe uma freqüência energética primária.

Técnicas para carregar e ativar cristais

A técnica mais freqüente é a de colocar o cristal dentro da água, fora de casa, em contato direto com a luz solar e/ou da lua (quarto crescente ou lua cheia), por 24 a 48 horas.

Expor o cristal ao arco-íris.

Colocar um círculo de cristais ativados, com o cristal a ser ativado no centro. Se forem usados cristais de uma ponta para esse fim, as pontas devem todas convergir para o cristal a ser ativado no centro.

Tempestades – expor os cristais a intensas tempestades, chuvas, ventanias, trovoadas, etc. Esta técnica é mais para ativação do cristal.

Após a limpeza, coloque o cristal (já carregado) na sua mão esquerda, mantenha uma postura que permita sua coluna ficar reta, trabalhe com a respiração, inspirando ar pelo nariz e soltando pela boca, num ritmo lento e profundo, eleve seu pensamento e imagine estar dentro de seu cristal, sentindo sua temperatura e recebendo em todo o seu corpo sua luz cromática (conforme a cor do seu cristal)

Fique um tempo banhando-se com essa luz. 

Saia mentalmente do cristal, mas continue recebendo sua luz.

Passe o cristal para a mão direita e doe essa energia para as pessoas que estão mais próximas de você, para as pessoas que lhe vierem a mente, para a cidade toda, para o mundo todo, e traga-a de volta para você. Fazendo esse exercício diariamente numa hora de repouso, renovará seu espírito, equilibrará suas energias e lhe dará a sensação de estar comungando com o universo o tempo todo.



E não esqueça: “a gente não escolhe os cristais, eles nos escolhem”!

http://despertardegaia.blogspot.com/

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14 de set de 2010

MINISTRANDO ENERGIA ETÉREA



Nós somos ministradores de energia, ou seja, a todo momento nós administramos e utilizamos as energias que recebemos de nosso Pai Celestial.

Deus nos deu poderes para comandar Seus anjos e transformar o mundo. Quando pensamos, imaginamos, desejamos, falamos, agimos, enfim, todas as formas de expressão espiritual, mental, emocional ou física, são formas de administrar a energia que Deus nos dá em abundância.

A energia divina que utilizamos vem diretamente da nossa Presença EU SOU e penetra nosso chakra da coroa, passa pelo nosso chakra do coração, indo até a base da nossa espinha, onde deve ser armazenada, para depois subir e ser distribuída através do chakra do coração para os outros chakras.

O chakra do coração é o chakra de doze pétalas que administra os doze raios.

É o Espírito de Deus atuando em nosso coração potencializando nossas energias Alfa e Ômega.

 Este processo é a ativação dos cinco raios secretos, que ensinamos a desenvolver em nossa apostila de mudras.


Mas como podemos fazer para ministrar energia corretamente? Primeiro vamos dar um exemplo de alguém ministrando energia erroneamente, digamos: Uma pessoa que está com problemas de saúde, alguém que tenha um filho que está com fortes dores nas costas.  É comum encontrarmos pessoas com problemas assim, repetindo para todos os amigos que encontram pelo caminho: “Meu filho está com dor nas costas. Meu filho está sofrendo com muita dor. Não sei o que fazer para curá-lo . . .”, um monte de afirmações negativas.

Ao fazer isto, ele está administrando mal as energias que recebeu de Deus, elevando-as do chakra da base diretamente para o chakra da garganta sem as bênçãos de seu Sagrado Coração. Ele está transferindo energia para que as forças dos anjos caídos piorem ainda mais a situação de seu filho. Pura magia negra, por completa ignorância da lei.

E como alguém com um problema assim deveria proceder?

Em primeiro lugar, deveria comunicar esta dor de seu filho apenas para as pessoas que pudessem fazer algo para curá-lo ou que estivessem de alguma forma, envolvidas na situação.

Em segundo, deveria confiar em seu poder de ministrar energia divina para anjos de Luz atuarem, colocando a mão esquerda em seu coração, a direita sobre as costas de seu filho e pedindo, com toda a emoção, para que o Espírito Santo atue na cura das costas de seu filho.

Neste momento, além da invocação, com muita devoção, ele poderia entoar um mantra de cura ou ficar afirmando a cura de seu filho por um bom tempo, sempre com a imposição das mãos.

Ministrar a energia exige um tempo de dedicação, deixando a energia fluir através de seu coração para sua mão esquerda e da mão esquerda para a direita, ministrando a cura de seu filho.

Habituamo-nos a ver pastores, benzedeiras e homens santos de todos os credos e religiões fazerem este trabalho de cura que na verdade, não são eles que o fazem, mas o mundo espiritual que age através deles.

Nem de perto podemos pensar que somos nós que atuamos neste processo de cura. Esta é a hora de sermos apenas a ponte do Senhor Deus e de Seus enviados. É a força do Espírito de Deus que atua através de nossa compaixão, disponibilidade e vontade em servir ao nosso próximo. Acredite que você é um ser de luz que pode fazer a ponte para que os anjos de Luz possam fazer o trabalho de cura.

Ahhhh, dizem os incrédulos, mas eu não consigo esta proeza. Com certeza nenhum de nós consegue, mas se você permitir, o Espírito Santo com certeza o fará através de você. Ele fluirá através daqueles que se colocarem à disposição, assim como Jesus demonstrou tão bem, ministrando a Luz do Senhor, pelo bem daqueles que necessitam de intercessão divina.

Os magos negros dedicam horas de trabalhos malignos para conseguirem o que querem.

Os filhos da Luz ficam sonhando e esperando por um milagre, mas não interagem com o divino. Dizem, "Pai nos ajude!", mas não sabem o que é ministrar energia. Os milagres só podem ocorrer se ministrarmos a energia dos chakras para a ação dos Elohim, Anjos e Mestres de Luz.



Quando vejo alguém sofrendo e contando seu sofrimento aos outros, a resposta é sempre a mesma, a maioria das pessoas, sempre diz . . .  estou orando por você . . . ou . . .  vou rezar por você . . .  Mas na verdade, muitos não passam disso; dedicar um tempo em oração e mudras de luz (com a imposição das mãos), isso é demais para eles . . . . É como se o simples dizer que estou orando, já fosse uma oração. . . triste ilusão. 

A magia branca está em ministrar corretamente a energia para a cura, tornando-se um instrumento da Luz para proteção, para iluminação, para união, para alegria e satisfação, para elevação de consciência, para conseguir suprimentos. 

Sim, Jesus demonstrou isso quando encheu o barco de Pedro com peixes do mar; também podemos ministrar energia para termos uma vida mais rica e abundante.

Deus quer que seus filhos ministrem a energia para o bem do próximo como também para si mesmos. Mas sempre dando o louvor a Deus.

http://despertardegaia.blogspot.com/
Fonte: www.grandefraternidadebranca.com.br




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20 de ago de 2010

DEFUMAÇÃO E INCENSOS


Ninguém sabe quando a humanidade começou a usar as plantas aromáticas.

Estamos razoavelmente seguros de que os sentidos do homem antigo eram bem mais aguçados, e o sentido do olfato foi crucial para sua sobrevivência. 

Há evidência do período Neolítico de que ervas aromáticas eram usadas em culinária e medicina, e que ervas e flores eram enterradas com os mortos. 

A fumaça ou fumigação foram provavelmente um dos usos mais antigos das plantas, como parte de oferendas rituais aos deuses. 

Era provavelmente notado que a fumaça de várias plantas aromáticas tinha, entre outros, efeitos alucinógenos, estimulantes e calmantes. 


Gradualmente, um conjunto de conhecimentos sobre as plantas foi acumulado e passado a centenas de gerações de xamãs.

As plantas aromáticas têm sido honradas de um modo especial desde os tempos antigos. 

Eram utilizadas em rituais religiosos e mágicos, assim como nas artes curativas. 
Estas três práticas eram fundamentais para a existência humana (ainda hoje continuam sendo).

Egípcios


Figura: Seti acende um incenso sobre a oferenda aos deuses (Templo de Abydos)

A antiga civilização egípcia era devotada em direcionar os sentidos em direção ao Divino.

O uso das fragrâncias era muito restrito. Inicialmente, sacerdotes e sacerdotisas eram as únicas pessoas que tinham acesso a estas preciosas substâncias.


As fragrâncias dos óleos eram usadas em perfumes, na medicina e para uso estético, e ainda, para a consagração nos rituais, queimados como incenso.


Sobre as paredes das tumbas dos templos antigos perdidos no deserto, podemos ver com freqüência uma fumaça que sai de um pote, ou um incensário horizontal muito parecido com os atuais. Quando o Egito se fez um país forte, seus governantes importaram de terras distantes incenso, sândalo, mirra e canela.


Esses tesouros aromáticos eram exigidos como tributo aos povos conquistados e se trocavam inclusive por ouro. Os faraós se orgulhavam em oferecer às deusas e aos deuses enormes quantidades de madeiras aromáticas, gomas, resinas e perfumes de plantas, queimando milhares de caixas desses materiais preciosos. Muitos chegaram a gravar em pedras semelhantes façanhas.

Os materiais das plantas aromáticas eram entregues como tributos ao estado, e doados a templos especiais, onde se conservavam sobre altares como oferendas aos deuses e deusas.


Todas as manhãs as estátuas eram untadas pelos sacerdotes com óleos aromáticos. Se queimava muito incenso nas cerimônias do templo, durante a coroação dos faraós e rituais religiosos. Se queimavam também em enterros, para neutralizar odores e afugentar maus espíritos.

Sem dúvida o incenso egípcio mais famoso foi o Kyphi.


O Kyphi se queimava durante as cerimônias religiosas para dormir, aliviar ansiedade e iluminar os sonhos, e acreditava-se inclusive que pudesse reavivar a sexualidade dos mortos.

Sumérios e Babilônios


É difícil separar as práticas destas culturas distintas já que os Sumérios tiveram uma grande influência dos babilônios, e transcreveram muita da literatura dos seus antepassados para o idioma sumério. Sem engano sabemos que ambos os povos usavam o incenso.


Os Sumérios ofereciam bagas de junípero como incenso à deusa Inanna. Mais tarde os babilônios continuaram um ritual queimando esse suave aroma nos altares de Ishtar.

Tudo indica que o junípero foi o incenso mais utilizado, eram usadas outras plantas também.


Madeira de cedro, pinho, cipreste, mirto, cálamo e outras, eram oferecidas às divindades. O incenso de mirra, que não se conhecia na época dos Sumérios foi utilizados posteriormente pelos babilônios.


Heródoto assegura que na Babilônia queimaram uma tonelada de incenso. Daquela época nos tem chegado numerosos rituais mágicos. 

O Baru era um sacerdote babilônio esperto na arte da adivinhação. Acendia-se incenso de madeira de cedro e acreditava-se que a direção que a fumaça levantava determinaria o futuro, se a fumaça movia-se para a direita o êxito era a resposta, se movia-se para a esquerda a resposta era o fracasso.

Hindus e Budistas



 A Aromaterapia tem sido uma parte essencial do ritual religioso Hindu desde o tempo dos Vedas, cuja idade pode ser estimada em 5.000 a.C.


 O incenso favorece um estado meditativo, por isso ele também foi incorporado pelos budistas, que são naturalmente avessos a rituais externos.


É usado na iniciação de Lamas e Monges, e é oferecido aos bons espíritos nos cultos diários.

Gregos e romanos


Estes povos acreditavam que as plantas aromáticas procediam dos deuses e deusas.


Queimavam o incenso como obrigação e para proteção das casas. Em Roma usava-se nas ruas e em especial na adoração do Imperador.


O povo chegou a consumir tantos materiais aromáticos que no ano de 565 foi decretada uma lei que proibia utilizar essências aromáticas pelas pessoas, com temor de não se ter suficiente incenso para queimar nos altares das divindades.

Nativos americanos


Os nativos americanos vivem em harmonia com a terra, reverenciam-na como geradora de vida. Desde muito eles conhecem as propriedades de cura das plantas de poder, usadas em tendas de suor, dança do tambor etc.


Queima-se sálvia branca, cedro, pinho e resinas para limpeza de objetos de poder e rituais de adoração. 


É usada para a saúde e o bem-estar da tribo. Na América do sul resina aromática de copal é oferecida ainda hoje pelos descendentes Maias e Astecas para suas divindades ancestrais.

Judeus


De acordo com o Zohar, oferecer incenso é a parte mais preciosa do serviço do Templo para os olhos de Deus. A honra de conduzir este serviço é permitida somente uma única vez na vida.


Diz-se que quem teve o privilégio de oferecer o incenso está recompensado pela sorte com riqueza e prosperidade para sempre, neste mundo e no seguinte.

Católicos


Como esquecer a historia maravilhosa dos três Reis Magos, que presentearam com o Líbano e Mirra o Mestre Jesus, quando ele nasceu?


Essas resinas aromáticas são presentes mágicos, são incensos de alta importância e fragrância.


Em varias igrejas católicas, misturas de incensos contendo resinas de Olíbano e Mirra são queimados durante os rituais.


A fumaça aromática

Hoje percebe-se um aumento do interesse pelos incensos naturais de antigamente, e isso se deve ao fato que querermos que nossa casa seja um lugar mais aconchegante, convidativo e mais agradável.


Infelizmente incensos comerciais raramente contém resinas ou óleos essenciais, e são feitos com essências sintéticas, carvão e derivados de petróleo que, na verdade, não trazem grandes beneficios.


Prefira os feitos com sândalo (sandalwood) ou serragem (sawdust powder).

Várias pessoas associam incensos com rituais religiosos ou espiritualidade; realmente varias religiões usam fumaça aromática em seus rituais e suas cerimônias.
 
A fumaça que sai do incenso é usada para santificar, purificar ou abençoar, e acredita-se que a fumaça é o mensageiro para o reino dos céus.


Nossos ancestrais faziam uso de incensos em suas casas porque pensavam que podiam protegê-los das pragas e doenças.


Essa teoria possui alguma verdade: incensos feitos de ervas, incluindo tomilho e capim limão, há muito são usados por suas propriedades anti-sépticas e curativas. Estas e outras ervas eram queimadas em quartos de doentes, em hospitais, antes da descoberta dos antibióticos.


Quando queimamos incensos naturais, moléculas de óleos essenciais são soltas no ar.


Então elas acham seu próprio caminho, pelo sistema olfativo ou pelos poros da pele, e atuam no cérebro, onde se processam efeitos químicos que podem mudar seu ânimo, evocar boas memórias e lembranças.


Essa fumaça aromática pode relaxar, estimular e aumentar nossa energia, nos levando para um momento de paz e tranquilidade.


Umbanda


A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda, bem como nos ambientes domésticos.


Este ritual é praticado com o objetivo de purificar o ambiente (terreiro/residência), bem como o corpo do mediúm e a assistência (pessoas que irão participar da gira), retirando as energias negativas e preparando o local para que a gira possa ocorrer em harmonia.

Existem dois tipo de defumação:

DEFUMAÇÃO DE DESCARREGO:  Serve para afastar seres do baixo astral, e dissipar larvas astrais que impregnam qualquer ambiente, tornando-o carregado e ocasionando perturbações nas pessoas que neles se encontram. 

Ervas utilizadas:

ALECRIM DO CAMPO: Defesa dos males, tira inveja e olho gordo, protege de magias.

ARRUDA: Descarrego e defesa dos males, proteção e remove o efeito de feitiços.

BELADONA: Limpeza de ambientes

BENJOIM RESINA e CANELA: Limpa o ambiente e destrói larvas astrais.

CARDO SANTO: Defesa, quebra olho gordo

CIPÓ CABOCLO: Elimina todas as larvas astrais do ambiente

FOLHA DE BAMBU: Afasta vampiros astrais

GUINÉ: Atua como um poderoso escudo mágico contra malefícios.

INCENSO: Tanto a erva como a resina (pedra) são bons para limpeza em geral.

MIRRA: Descarrego forte, afasta maus espíritos

PALHA DE ALHO: Afasta más vibrações
    Modo de usar: Varra a casa ou local a ser defumado, acenda uma vela para seu anjo de guarda, depois acenda um braseiro e coloque dentro do mesmo três tipos diferentes de ervas. Defume de dentro para fora, mantendo o pensamento firme de que está limpando sua casa, sua família e seu corpo.

    DEFUMAÇÃO LUSTRAL: Além de afastar alguns remanescendes astrais que por ventura tenham se mantido após a defumação de descarrego, esta defumação atrai para o ambiente correntes positivas das entidades, que se encarregarão de abrir seus caminhos. 

    Ervas usadas:

    ABRE CAMINHO: Abre o caminho atraindo bons fluidos dando força e liderança.

    ALFAZEMA: Atrativo feminino, deixa o lar mais suave, limpa, purifica e traz o entendimento

    ANIS ESTRELADO: Atrativo. Chama dinheiro

    COLÔNIA: Atrai fluidos benéficos

    CRAVO DA ÍNDIA: Atrativo e chama dinheiro e dá força á defumação.

    EUCALIPTO: Atrai a corrente de Oxossi

    LEVANTE: Abre os caminhos do ambiente

    LOURO: Abre caminho, chama dinheiro, prosperidade e dá energia ao ambiente

    MADRESSILVA: Desenvolve a intuição e a criatividade, favorece também a prosperidade.

    MANJERICÃO: Chama dinheiro

    ROSA BRANCA: Paz e harmonia

    SÂNDALO: Atrativo do sexo oposto e também ajuda a conectar com a essência Divina

    Modo de usar: Esta defumação deve ser feita da porta da rua para dentro do ambiente.

    Na limpeza, evite escolher ervas com funções diferentes, por exemplo: Levante, Louro e cardo santo, pois duas estão abrindo o caminho, e a terceira (cardo santo) é para limpeza. Isso pode não combinar, por isso primeiro defume a casa fazendo somente a limpeza, de dentro para fora, depois use as ervas para atrair coisas boas (de fora para dentro).

    Quando for fazer defumação de café e açúcar, não faça com os 2 juntos; Primeiro defume de dentro para fora com café, jogue as brasas e os resíduos bem longe, depois defume de fora para dentro com açúcar.

    Quando for usar Incenso, Mirra e Benjoim, pode-se usar uma quarta erva para limpeza.

    Muitas pessoas não podem defumar a casa porque o marido, mulher ou vizinhos não gostam de defumação. Então, para uma defumação mais simples e funcional, faça-a com incensos, seguindo a orientação abaixo:

    PARA LIMPEZA DE AMBIENTE COM INCENSOS

    Encha um copo virgem (de vidro) de arroz cru, coloque 8 varetas de incenso, podendo ser de Arruda, Alecrim, Cânfora, Eucalipto, Madressilva ou Pimenta, passe este copo na casa inteira (começando de dentro para fora da porta de entrada) e quando chegar na porta de entrada, deixe-os queimando, no término, jogue todos os resíduos (arroz e o pó do incenso) na água corrente, e o copo guarde para a próxima defumação.

    Tabela de incensos:

    Limpeza:
    Olibano, elemi,copal,cravo da índia, junipero, louro cedro, lavanda alecrim, salvia branca, sangue de dragão, sweetgrass.


    Coragem:
    Elemi, sangue de dragão, balsamo do peru, olibano, palusanto, louro, lavanda, cedro, pinho, junipero, salvia branca, tomilho.


    Criatividade:
    Anis estrelado, copal, cravo da índia, mastic, elemi, breuzinho, olibano, capim limão, junipero.


    Relaxar:
    Lavanda, sândalo, vetiver, sandarac, nardo.


    Meditação e oração:
    Sândalo, mirra, olibano, mastic, copal, nardo, Ladano, sangue de dragão, damar, aloes madeira.


    Sono:
    Sândalo, nardo, galbano, mirra, salvia branca, lavanda.


    Sonhos:
    Aloés madeira, mastic, louro, lavanda.


    Amor:
    Sândalo, aloés copal, bejoin, mirra, vetiver, cássia, nardo, rosa patchuli.



    Histórico do incenso

    Egípcios: são, talvez, os mais antigos na arte da manufatura e do uso de incensos. O mais famoso incenso egípcio é o Kyphi (ou Khyphi), que era produzido dentro de um templo e sob ritual altamente secreto. Era um composto de efeito muito benéfico, e Plutarco o definia como: "O incenso tem dezesseis (16) ingredientes, número que constitui o quadrado de um quadrado e tais ingredientes são coisas que, à noite, deliciam.

    Tem o poder de adormecer as pessoas, iluminar os sonhos e relaxar as tensões diárias, trazendo a calma e quietude àqueles que o respiram." Um dos seus ingredientes é o popular olíbano, árvore considerada sagrada, e durante a poda ou a coleta da resina, os homens deviam se abster de contato sexual ou com a morte. Plutarco forneceu a lista dos 16 ingredientes usados na preparação desse incenso: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris.

    Hindus: sempre foram apaixonados por aromas agradáveis e, a Índia (nos tempos antigos) sempre foi celebre por seus perfumes. A importação de incenso da Arábia foi uma das primeiras, mas outros materiais aromáticos também eram usados, como: - benjoim, resinas, cânfora, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas. O sândalo era um dos itens mais populares da época. Esses materiais eram queimados em rituais públicos ou em casa.

    Judeus: no Velho Testamento encontram-se várias referências ao seu uso entre os judeus. Geralmente os pesquisadores concordam que a queima do incenso só foi introduzida no ritual judaico em torno do século VII antes de Cristo. O primeiro incenso era composto de poucos ingredientes: estoraque, onicha, gálbano e olíbano puro, e sua preparação era semelhante aos sacerdotes egípcios.

    Gregos: começou a ser difundido no século VIII a.C., vindo da Fenícia.

    Budistas: começou a ser difundido por volta do século VII a.C.; e junto com os perfumes, constituía uma das sete oferendas sensoriais, que formam um dos sete estágios de adoração.

    Romanos: muito utilizado na Festa do Pastor, junto com ramos de oliveira, louros e ervas, assim com da mirra e açafrão.

    Cristãos: foram os que mais demoraram a adotar o incenso em seus ritos. Só após o século V, seu uso foi aumentando lentamente. Por volta do século XIV, tornou-se parte da Missa Solene e outros serviços.

    Islâmicos: não há refêrencia ao seu uso no sentido religioso, mas a tradição nos mostra que o seu perfume pode ser usado como uma referência aos mortos.

    Outros cultos: é um acessório comum às cerimonias mágicas, para neutralizar as energias negativas, por exemplo, ou usado nos métodos de encantamentos. As letras do nome da pessoa para qual é feito o encantamento indicam qual o perfume necessário. Os materiais mais usados são: olíbano, benjoim, estoraque, sementes de coentro, aloés (babosa), entre outros.


    Tipos de Incensos

    Os incensos devem ser acesos para energizar e transmutar as energias aonde se encontram. Funcionam como purificadores e condutores de vibrações, sejam das pessoas ou dos locais.

    Para cada uso, existe um tipo específico e uma essência a ser utilizada. Podem ser em pastilhas, palitos, pó, e outras formas existentes no mercado.


    Segue-se abaixo, uma pequena lista de alguns tipos e suas propriedades.

    Arruda: confere proteção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e sua purificação.
    Acácia: evita pesadelos e transmite um sono tranqüilo.
    Absinto: favorece a clarividência, e também, para proteção e amor.
    Alecrim: afasta a depressão, purifica o local em questão, e eleva o nível de pensamentos.
    Alfazema: eleva o astral e transmite tranqüilidade.
    Almíscar: aumenta a sorte e o sucesso, assim como a intuição.
    Angélica: aumenta a proteção.
    Artemísia: faz aflorar a clarividência.
    Anis estrelado: atrai a boa sorte.
    Benjoim: aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos.
    Camomila: melhora as finanças e acalma emocionalmente.
    Canela: é indicado para questões financeiras e tranqüiliza o ambiente.
    Cânfora: aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa.
    Cedro: aumenta a força física. Muito indicado para purificar os ambientes, pois atrai vibrações de harmonia. Quanto aos negócios, ajuda a ter sucesso com as vendas.
    Cipreste: aumenta a concentração, a firmeza e o equilíbrio. Proporciona prosperidade e fortuna.
    Coco: traz o equilíbrio emocional necessário para a tomada de decisões.
    Cravo: abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança.
    Erva cidreira: confere felicidade e sucesso; assim como promove o encontro de verdadeiro amor.
    Erva doce: eficaz contra "olho gordo"; como também promove a harmonia e paz.
    Eucalipto: renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do local.
    Hortelã: anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica.
    Jasmim: aumenta a resistência física e melhora os negócios. Acalma o ambiente.
    Lavanda: elimina a depressão e confere um sono tranqüilo.
    Manjericão: traz sorte, felicidade, prosperidade e proteção.
    Mirra: estimula a intuição.
    Noz moscada: alegra o ambiente e atrai dinheiro, da maneira justa e merecida.
    Orquídea: indicado para purificar o ambiente de trabalho e ajudar a encontrar soluções para problemas práticos.
    Patchuli: traz abundância e reativa a fertilidade.
    Pimenta da jamaica: elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte.
    Pinho: atrai proteção e aumenta a fertilidade.
    Rosa branca: limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor.
    Sândalo: ajuda no desenvolvimento e expansão da intuição.
    Sândalo branco: traz sucesso, proteção e aumenta o poder da meditação.
    Vertiver: é a fragrância que protege o comércio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte.
    Violeta: ajuda a espantar as energias negativas.



    Os Incensos e os Signos

    Áries: mirra ou cipreste, almíscar, angélica, ópium, rosa musgosa, alecrim.
    Touro: sândalo, camomila, arruda, orquídea.
    Gêmeos: canela, âmbar, indiano e eucalipto.
    Câncer: cânfora, jasmim, maça rosada.
    Leão: amor perfeito, cedro, lótus, rosa branca, sândalo vermelho.
    Virgem: canela, cravo da índia, rosa musgosa, angélica, benjoim.
    Libra: eucalipto, calêndula, cedro, jasmim, orquídea.
    Escorpião: almíscar canforado, flor do campo, lótus.
    Sagitário: alfazema, alecrim, sândalo amarelo.
    Capricórnio: arruda, benjoim, cravo da índia, sândalo vermelho.
    Aquário: cedro, flores do campo, eucalipto, rosa branca.
    Peixes: cânfora, jasmim, mirra, opium, sândalo amarelo.



    Maneiras de se acender o Incenso

    Se preferir acender com um isqueiro, é sinal que acredita em sua força mental e em seu pensamento positivo, para a limpeza que será feita.

    Se preferir acender com um fósforo, significa que acredita que os elementos do ar, os silfos e silfídes, estarão ajudando na limpeza de sua casa. Ao acender o incenso, mentalize uma oração (a que mais lhe agradar).


    Limpeza dos Ambientes

    Segure o incenso com a mão esquerda, e percorra cada canto dos cômodos de sua casa. Não pare a sua oração mental ou falada, pois tudo o que é negativo está impregnado nos cantos e deve diluir-se o mais rápido possível.

    Para preservar por mais tempo essa limpeza, jogue um pouco de sal nos cantos. Encare o incenso como um primeiro socorro à sua casa, procurando queimar pelo menos um, todos os dias, pois assim manterá o ambiente sempre limpo e bem protegido.

    Senão puder acender um, todos os dias, faça-o pelo menos de 3 em 3 dias.

    Se algumas pessoas sentirem-se incomodadas com o perfume ou até mesmo acabarem brigando com você, lembre-se de que o gênio contrário ou os espíritos inferiores não suportam ficar no mesmo espaço físico onde existam perfumes mágicos e acabam tentando fazer com que o seu uso seja interrompido.

    Fonte: Grupo Pas
    somostodosum.ig.com.br
    http://despertardegaia.blogspot.com/

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