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26 de jun. de 2016

OS 10 MAIORES TRUQUES USADOS PELA CIÊNCIA LIXO CORPORATIVA


A ciência lixo Corporativa é uma presença que a tudo controla em nossa sociedade. Está em toda parte. 

As revistas científicas do mundo inteiro, off-line e on-line são inundadas com tanta falsa ciência quanto possível, é triste dizer, mas tornou-se praticamente impossível para uma pessoa comum percorrer e classificar o pouco trigo no meio de tanto joio.

A falsa ciência a qual me refiro aqui não é um trabalho não intencional ou negligente, que é um problema menor no esquema das coisas (já que ele acabará por ser corrigido com o devido controle), mas sim os estudos “científicos” deliberadamente fraudulentos que são publicados pelas grandes corporações com uma agenda definida em mente, normalmente estabelecendo uma base científica de falsa “segurança” para os seus produtos, sejam eles vacinas, telefones celulares, OGM, tabaco, flúor, sucos ou refrigerantes, etc. 

Não são nada mais do que mentiras da ciência lixo corporativa e muitas pessoas incluindo médicos, cientistas e acadêmicos, foram fisgados pelo anzol da corrupção, com linha e chumbada junto.

É hora de brilhar a luz sobre este fenômeno horrível.

A ciência deveria ser uma busca da verdade e da compreensão de como nosso mundo funciona. Tornando realmente revoltante ver a forma que ela foi sequestrada para servir aos interesses corporativos, à custa de prejudicar e matar o resto da humanidade.

Investigação de Má Conduta e Falsa Pesquisa.

Um estudo recente publicado no JAMA intitulado “Investigação do FDA nos EUA” identificou improbidade em algumas coisas muito perturbadoras em uma amostra de 57 estudos analisados:

“Cinquenta e sete ensaios clínicos publicados foram identificados em uma inspeção FDA onde o centro de ensaios encontrou evidências significativas de um ou mais dos seguintes problemas: Falsificação ou apresentação de informações falsas em 22 estudos (39%). Problemas com eventos adversos do relatório em 14 estudos (25%). Violações do protocolo em 42 estudos (74%). Manutenção de registros inadequados e imprecisos em 35 ensaios (61%). Incapacidade de proteger a segurança dos pacientes e/ou problemas com a fiscalização ou consentimento informado em 30 tentativas (53%). Violações de outra forma não categorizadas em 20 estudos (35%)”.

Dê uma olhada na primeira constatação. Ela afirma que 39%, o que é cerca de 2/5 dos estudos cometeram falsificação de dados ! Como podemos confiar nesta ciência médica quando a fraude é tão evidente e generalizada ? E não foi através dos autores destes estudos saindo e admitindo isto. O estudo também constatou que:

“Apenas 3 das 78 publicações (4%) identificadas nos ensaios em que o FDA encontrou violações significativas foram divulgadas as condições ou práticas censuráveis encontradas durante a inspeção. Não existe correções, retrações, expressões de preocupação ou outros comentários, reconhecendo as principais questões identificadas pela inspeção que foram posteriormente publicadas”.


“Que em média, 2% dos cientistas admitem ter falsificado a investigação pelo menos uma vez e até 34% admitem outras práticas questionáveis de pesquisa, as frequências reais de má conduta, podem ser maiores do que isto”.

À luz de tudo isto, se queremos a verdade, precisamos olhar para toda a estrutura de como a “ciência” funciona no mundo real. 

Precisamos descobrir e divulgar os métodos que são usados por grupos inescrupulosos para promoverem sua agenda. Com isso em mente, aqui está uma lista dos 10 melhores truques usados pela corporatocracia para jogar areia nos nossos olhos através da manipulação da ciência, em vez disto podemos substituir esta falsa ciência lixo corporativa (graças a Webster Kehr do CancerTutor.com que compilou sua lista instrutiva, a partir da qual os pontos abaixo são derivados).

1. Substituindo Versões Naturais Por Sintéticas de um Nutriente

Aqueles que conhecem um pouco sobre nutrição provavelmente sabem que há uma grande diferença entre um nutriente encontrado em alimentos ou plantas, e sua contraparte sintética artificial feita em laboratório. 

Toda vitamina C não é criada igual, algumas versões são diferentes das outras. O mesmo vale para as outras vitaminas. Isto também se aplica aos minerais, uma vez que alguns são derivados de plantas ou matéria animal (“orgânico”), enquanto outros são derivados de rocha (“inorgânico”). 

O corpo não pode assimilar minerais inorgânicos, por isso todos os chamados suplementos “naturais” produzidos de rocha e cálcio derivados de energia fóssil são inúteis e na verdade prejudicam o seu corpo, causando a calcificação.

Quando a corporatocracia quer um resultado distorcido contra uma solução natural não patenteável em favor de um de seus produtos patenteáveis, eles simplesmente usam somente um principio ativo natural (a versão menos potente) desse nutriente no estudo e “publicam” que ele é ineficaz. A ciência lixo empresarial faz o seu melhor para nos enganar !

2. Isolamento de Nutrientes Para Remover Seu Poder de Sinergia

Aqui está outro truque usado pela ciência lixo corporativa. Se ela está tentando “provar cientificamente” que uma substância natural é ineficaz, em vez de testar toda a substância, ela isola certos nutrientes a partir dele declara um único benefício para a saúde, em seguida, mostra que é ineficaz. 

Isto é como tomar um dente de alho, declarando que a alicina é a única coisa que poderia fazer algo de bom para a saúde humana, em seguida, desconsidera toda a planta porque a alicina não faz tudo o que você espera.

O mesmo vale para quando a ciência lixo corporativa intencionalmente ou não, testa o nutriente errado e declara encerrados os testes.

A natureza não funciona assim, as plantas são organismos complexos. Alguns são compostos de centenas de diferentes fitonutrientes que trabalham em conjunto em sinergia para produzir o bem-estar no corpo humano. 

A “ciência real e verdadeira” deveria testar a planta inteira e exclusivamente aberta em uma variedade de maneiras para tentar descobrir e desvendar o segredo do seu potencial de cura.

3. Contaminando os Testes

Webster Kehr menciona um caso envolvendo laetrile ou amigdalina (coloquialmente chamado de vitamina B17). 

Ele escreve que o “NIH está usando uma pílula falsa contaminada em um estudo. Laetrile natural não pode nunca ser prescrito a um paciente com os sintomas de envenenamento por cianeto. É simplesmente impossível. O NIH se recusou a permitir que um fornecedor alternativo de laetrile fornecesse o laetrile natural para o estudo onde pudessem criar uma pílula feita sob encomenda para o estudo. 

Criar a sua pílula laetrile costumeiramente falsa não foi o suficiente para eles que não usam o laetrile natural na pílula. A pílula verdadeira não teria causado a qualquer paciente os sintomas de envenenamento por cianeto. Eles também tiveram que ligar a pílula com cianeto inorgânico para que os pacientes tivessem os sintomas de envenenamento por cianeto”.

Como explicado em meu artigo “A Cura Natural do Câncer com Laetrile (Amigdalina, vitamina B17) funciona melhor do que a quimioterapia“, o cianeto contido em sementes de damasco, sementes de maçã, etc. É um assassino seletivo de células de câncer. Ele deixa as células saudáveis intactas porque elas podem desativar o cianeto.

4. A Alteração do Plano de Tratamento

Quando a ciência lixo corporativa não pode provar que uma substância natural em si é ineficaz, então ela usa o truque de alterar a forma de tratamento, de modo que as pessoas não recebam a quantidade correta dessa substância. 

Isso pode ser tão simples como prescrever uma dosagem muito baixa ou muito alta, ou combinando a substância com outros alimentos ou bebidas que desativam seus efeitos de cura, ou aquecendo-a, etc.

Assim como as drogas dos grandes laboratórios farmacêuticos, curas naturais requerem que um procedimento seja seguido com um plano de dosagem e tratamento correto para ele ser bem sucedido na cura da doença.

5. Enganando Com Estatísticas

Mark Twain disse uma vez que existem “mentiras, e mentiras das estatísticas malditas”. A ciência lixo corporativa frequentemente brinca com os números para enfatizar uma coisa e esconder outra. 

Os grandes laboratórios de biotecnologia muitas vezes fazem isto com seus estudos de OGM por exemplo, nunca permitindo um estudo superior a 90 dias (após o qual os efeitos deletérios do OGM começam a surgir).

6. A Falsa Adoração de Duplos Cegos

São sempre os estudos duplamente cegos o padrão ouro ? Como Kehr sublinha, “em muitos casos, um estudo duplo cego não faz sentido no mundo. Por exemplo, como você poderia fazer um estudo duplo cego comparando uma pessoa que recusa todos os tratamentos ortodoxos de câncer com alguém que passa por quimioterapia ? 

É um conceito estúpido, porque depois de um dia cada pessoa saberia em qual grupo ela estava. Como você pode comparar a quimioterapia com a vitamina C em um estudo duplo-cego ? 

O grupo que recebesse quimioterapia teria intensa dor, surgimento de outras doenças, seus cabelos cairiam e assim por diante. O grupo da vitamina C não teria dor, nenhuma doença acrescentada (exceto talvez, diarréia), seu cabelo não cairia, etc”.

7. Seleção de Pacientes Favoráveis à Agenda

O protocolo de seleção para determinar quais os pacientes escolher para um estudo é importante, porque, selecionando cuidadosamente os pacientes em um estudo, pode em grande medida controlar o resultado deste estudo. Kehr dá exemplos de como a Clínica Mayo escolheu uma estreita gama de cânceres em oposição a Pauling e Cameron ao testar a eficácia da vitamina C como um tratamento natural contra o câncer.

8. Subornando o Grupo de Revisão Por Pares

Em meu artigo “A evidencia da falha maciça da hierarquia científica“, eu destaquei como uma editora de uma distinta revista médica que existe há 20 anos ficou tão chocada com a corrupção flagrante da ciência lixo corporativa, ela declarou que não era mais possível acreditar na pesquisa clínica que é publicada. O processo de revisão por pares se tornou demasiado corrompido.

Isto é de Webster Kehr:

“Em junho de 2002 o New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais respeitadas fez um anúncio surpreendente. Os editores declararam que eles estavam revendo sua política onde estipulava que os autores de artigos de revisão de estudos médicos não podiam ter vínculos financeiros com as empresas farmacêuticas, cujos medicamentos estavam sendo analisados”.

“O motivo ? A revista não conseguia mais encontrar especialistas independentes suficientes. Presentes das empresa farmacêuticas, “honorários de consultoria”, palestras pagas para o médico falar para si mesmo no consultório, são tão difundidos em qualquer campo que você não consegue encontrar um especialista que não foi corrompido de alguma forma pela indústria. Assim, o jornal resolveu criar um novo padrão: seus colaboradores podem ter recebido até US $ 10.000 [por ano] de empresas cujo trabalho eles vão julgar. Isso não é reconfortante ?”

9. Controlando a Divulgação do Resultado

A maioria dos cientistas assinam contratos com a corporatocracia que contêm uma cláusula proibindo-os de divulgar resultados que seus financiadores não gostam. 

Isto significa que os grandes laboratórios farmacêuticos, os grandes laboratórios de agronomia, os grandes laboratórios de biotecnologia ou quem quer que seja, tem o direito legal de suprimir os resultados de qualquer estudo que não gostarem, inclusive sendo capaz de proibir os cientistas de apresentar estes estudos para uma revista da área.

10. Controlando o Financiamento e Ocultando os Financiadores

A ciência tem em certa medida, pelas admissões de um de seus ramos a “física quântica”, base no estado do observador. Assim, não é surpreendente que ela possa ser manipulada, colocando as pessoas que obedecem ao seu ponto de vista no controle. 

Um resultado esperado é mais provável de ser gerado quando você tem pessoas esperando por ele (ou inconscientemente tem a intenção) daquele resultado. Além de tudo isso, os resultados podem ser comprados e o verdadeiro financiamento por trás que suborna pode ser escondido por meio de grupos de frente, grupos de reflexão, empresas de fachada, organizações de bases falsas e muitos outros meios.

Estes são os 10 truques, mas é claro que existem muitos além destes, existe uma categoria maciça de falsificação de dados, onde as corporações omitem e distorcem os resultados a vontade através de todos os tipos de trapaças (por exemplo, não relatando os pacientes que sofrem efeitos colaterais e, em vez disto rotulando-os como “não conforme”).

A ciência lixo corporativa é como um câncer parasitando fora do hospedeiro, destruindo a tentativa da humanidade de utilizar a ciência para obter conhecimento, objetividade, e cura efetiva das doenças. 

Chegou a hora de expô-la e trabalhar somente com a verdade e a honestidade.

©Makia Freeman

Origem: wakeup-world

http://despertardegaia.blogspot.com/

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20 de mar. de 2016

MACONHA, A CURA DO CÂNCER - Documentário Revelador


No último dia 16 de dezembro, foi publicada no Diário Oficial da União uma resolução que autoriza médicos brasileiros a prescreverem o canabidiol para seus pacientes. 

A substância derivada da maconha pode ser receitada apenas para o tratamento de epilepsias em crianças e adolescentes. Mas há ainda mais restrições nessa permissão.

Além de não autorizar o tratamento com canabidiol (CBD) para adultos, a resolução do Conselho Federal de Medicina exige que os pacientes já tenham antes tentado usar medicamentos convencionais e não conseguido melhoras.

Outra restrição é que somente neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras podem receitar o CBD. 

E que fique claro: a resolução proíbe expressamente o uso medicinal da Cannabis in natura, assim como de qualquer outro derivado dela que não seja o canabidiol. Só daqui a dois anos essa norma será revista, quando os resultados de até então serão avaliados.

Por um lado, a permissão é um importante passo rumo ao fim do tabu que envolve a maconha no Brasil. Por outro, é ainda um avanço tímido. 

Porque, trocando em miúdos, a resolução é permitida apenas para um tipo de enfermidade, apenas para crianças e adolescentes, o CBD pode ser receitado apenas por alguns especialistas e apenas em último caso. 

Muito pouco quando comparamos à experiência internacional já acumulada no uso medicinal da erva, que envolve inclusive o tratamento para câncer com resultados excepcionais.

No YouTube é possível assistir a dois documentários que mostram isso. O primeiro se chama“Run From the Cure”, e conta a história de Rick Simpson.




Rick é um canadense nascido em 1949 que sempre trabalhou na área de saúde. No ano de 1997, ele sofreu um ferimento na cabeça e os médicos receitaram uma série de remédios, que Rick começou prontamente a tomar.

Passado algum tempo, ele não percebeu melhoras. Muito pelo contrário: sentia que os efeitos colaterais dos medicamentos estavam piorando sua situação. Já era 1999 quando Rick assistiu a um programa na TV sobre maconha medicinal e decidiu tentar a sorte. 

Um amigo conseguiu ilegalmente um cigarro de maconha e o resultado foi que ele se sentiu muito melhor do que com as doses cavalares de comprimidos que vinha tomando. Mas, ao solicitar uma prescrição de maconha para seu médico, teve o pedido recusado.

Nos anos seguintes, o canadense vivenciou uma piora nos sintomas. Foi quando decidiu produzir o próprio remédio por sua conta e risco. 

Assim, Rick começou a plantar maconha, já com a ideia de produzir um óleo concentrado que potencializasse os efeitos medicinais da erva.





O óleo é feito cozinhando as flores da planta misturadas a solvente. No processo, a mistura vai sendo reduzida até ficar bem concentrada e com uma cor semelhante à da gasolina. Em média, 500 gramas de Cannabis produzem 56 gramas de óleo.




Consumindo pequenas doses diárias do remédio caseiro, logo Rick viu sua vida retornar à normalidade. 

A pressão sanguínea caiu, o sono voltou, as dores foram embora. Mas o mais incrível viria a acontecer no ano de 2003, quando ele teve que retirar um câncer de pele. 

Algumas semanas após a cirurgia, o tumor voltou. Rick aplicou o óleo de maconha medicinal direto na área afetada e cobriu apenas com um band-aid. 

Poucos dias depois, o câncer simplesmente tinha desaparecido.

Percebendo que tinha nas mãos um remédio poderoso, barato e sem efeitos colaterais que a maioria das pessoas desconhecia, Rick decidiu compartilhar gratuitamente sua descoberta com o mundo. No primeiro ano, foram tratadas cerca de 50 pessoas com problemas de pele diversos. 

No ano seguinte, o óleo produzido por Rick foi bem sucedido no tratamento de um homem com um melanoma inoperável. 

E, de 2003 até hoje, já foram mais de 5 mil pacientes medicados com o óleo da maconha, que sofriam de tipos diversos de câncer, diabetes, epilepsia, dores crônicas, glaucoma, úlceras, enxaqueca, ansiedade, depressão e outros males.



A história de Rick Simpson se soma ao documentário 
“Maconha, a Cura do Câncer”


O filme faz um apanhado geral sobre a história do uso da maconha pelo homem e de como a sua proibição foi uma invenção recente. 

Até então, remédios baseados na Cannabis faziam parte da maleta dos médicos, sendo usados para tratar dores do parto, reumatismo e transtornos nervosos. Eram inclusive receitados a bebês, para que parassem de chorar por conta das dores de dente.





Foi no início do século XX que a maconha passou a ser perseguida. Com o surgimento das drogas criadas quimicamente, a indústria farmacêutica começou o lobby anti-cannabis para eliminar a concorrência. 

Em 1937, uma lei aprovada pelo congresso dos EUA proibiu médicos de receitar maconha. Em 1942, já não existia mais nenhum remédio baseado no cânhamo nas farmácias do país.

A guerra contra a maconha durou décadas. Até que a pressão popular fez com que alguns estados norte-americanos revertessem esse cenário, aprovando legislações próprias para oferecer tratamentos alternativos a seus habitantes. 

A Califórnia foi o primeiro, com sua lei sobre maconha medicinal que data de 1996. De lá para cá, mais de 20 outros estados aprovaram leis semelhantes.







A sequência do filme foca nas várias descobertas científicas dos anos recentes envolvendo o uso terapêutico da erva. 

Entre elas está o trabalho do pneumologista Donald Tashkin, da Universidade da Califórnia. Em um estudo realizado com 600 pessoas, o pesquisador demonstrou que a incidência de câncer pulmonar em quem fuma maconha diariamente é menor do que a que ocorre em quem não fuma nada.

A tese levantada pelo filme é a de que os canabinoides promovem a morte de células cancerígenas, deixando as saudáveis intocadas. 

Isso porque, ao longo da evolução, nosso sistema nervoso desenvolveu um processo interno que regula uma porção de funções fisiológicas (fome, sono, relaxamento, etc), de forma muito parecida à ação da maconha. 

Por conta da semelhança, a ele foi dado o nome de sistema endocanabinoide. O que a erva medicinal faz é estimular e reforçar esse sistema natural que já está lá no corpo humano.



Algumas estatísticas apontam que uma em cada três pessoas pode vir a ter câncer durante a vida. 

E se a cura já existe, mas não está acessível por ser considerada crime? 

Que direito alguém tem de dizer a uma pessoa com câncer se ela pode ou não tentar determinado tratamento?

O CBD, que acaba de ser regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, é apenas um entre os mais de 420 ativos químicos com propriedades medicinais encontrados na Cannabis. 

Será que cada paciente brasileiro que pode ser tratado com maconha terá de viver a mesma epopeia que o canadense Rick Simpson?

Contra o tabu e o preconceito, nós do Hypeness temos apenas uma coisa a dizer: pessoas estão sofrendo, pessoas estão morrendo. Já passou da hora de mudar o status da relação com a Cannabis.

 Assista aos documentários e tire suas conclusões.

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1 de mai. de 2015

CÂNCER - Causa e Prevenção (Alimentos Ácidos e Alcalinos)

 

Você sabia que no ano de 1931 um cientista recebeu o Prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?

Mas, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura? 

Bela pergunta e motivo para nossa reflexão. (*)

causaprimaria1O Dr. Otto Heinrich Warburg (1883-1970) recebeu este prêmio por sua tese "A causa primária e a prevenção do câncer".
Segundo o Dr. Otto, o câncer é a consequência de uma alimentação e um estilo de vida ANTIFISIOLÓGICOS (antivida). 

Tradução: dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, gera no organismo humano um ambiente ÁCIDO.
Este ambiente por sua vez, EXPULSA o OXIGÊNIO das células! 

Elas sufocam...
Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro." Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em suas células, em seu organismo!
Outra afirmação interessante: "As substâncias acidificantes repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinizantes atraem e fixam o oxigênio." Ou seja, um ambiente ácido será rico em prótons e pobre de oxigênio.
E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."
Ainda segundo o Dr. Otto: "Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio (respiração celular = ciclo de krebs = ciclo do ácido cítrico), porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção." Ou seja, todas as células vivas desejam vida, que é respirAR, inspirAR.

E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos (pobres em oxigênio), enquanto que os tecidos saudáveis são levemente alcalinos (ricos em oxigênio)."


Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). 

Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio, afinal são células da morte) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE sempre que o ambiente está livre de oxigênio... 

Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.
Resumindo:
- Células sadias vivem em um ambiente levemente alcalino e oxigenado, o qual permite seu funcionamento vital e sano.
- Lembrar que somente uma alimentação sadia fornece o tanto de antioxidantes para lidar com a potência da vida (respirAR, inspirAR, expirAR), que depende desta boa oxigenação.
- Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio. Mas, o ambiente ácido facilita a degeneração e transmutação das células saudáveis.
O ideal:
Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a sua qualidade qualidade nutricional (fisiológica), gerarão uma condição metabólica de acidez ou alcalinidade. Ou seja, a saúde celular depende massivamente da alimentação! Aliás, você come ou se alimenta?
O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada pH, cujos valores vão de 0 a 14, sendo pH 7, o ponto neutro. Para as células funcionarem de forma adequada a um metabolismo sano, o pH dos líquidos corporais deverá ser ligeiramente alcalino: entre 7,36 a 7,42.

Vamos conhecer os vilões?

Os Vilões = Alimentos Acidificantes = 
ANTIFISIOLÓGICOS
(o organismo humano não foi projetado para digeri-los)
- Açúcar refinado.
- Carnes e todas as proteínas de origem animal como os leites e todos os seus derivados: queijos, requeijão, iogurtes, etc.
- Sal refinado.
- Farinhas refinadas e todos os seus derivados: massas, bolos, biscoitos, etc.
- Produtos de padaria: contém margarina, sal, açúcar e conservantes.
- Margarinas.
- Refrigerantes, sucos industrializados (líquidos e em pó).
- Cafeína - café, chás pretos, chocolate.
- Álcool.
- Tabaco.
- Remédios sintéticos, antibióticos...
- Qualquer alimento cozido - o cozimento elimina o oxigênio e o transforma em alimento indigesto e acidificante - inclusive as verduras cozidas.
- Tudo que contenha sintéticos como adoçantes, conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados.
Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não entrar em acidez metabólica, para garantir o bom funcionamento celular e dos sistemas. 

O organismo DEVERIA obter dos alimentos as bases enzimáticas e minerais para neutralizar a acidez dos meios. Porém todos os alimentos citados acima, ao contrário, desmineralizarão (sobretudo os refinados) e causam atrasos e/ou impedimentos digestivos.
Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, os antifisiológicos são consumidos em quantidade elevada e pelo menos 3 vezes/dia, 365 dias/ano.



Os Heróis = Alimentos Alcalinizantes:
- Todas as verduras CRUAS (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo têm ação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio); cruas produzem oxigênio, cozidas não.
- Frutas frescas, maduras, da estação e cruas (máximo desidratadas ao sol). Não se deixe enganar pelo seu gosto ácido, ok? As frutas são alcalinizantes e produzem quantidades saudáveis de oxigênio!
- Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente mineralizantes e alcalinizantes, como por exemplo as sementes oleaginosas: girassol, linhaça, gergelim, nozes, amêndoas e castanhas brasileiras (caju e Pará).
- Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis! Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidificantes saudáveis. Alguns cereiais podem ser consumidos germinados (tornam-se alcalinizantes) e outros só podem ser consumidos cozidos, portanto evite excesso destes.
- A clorofila das plantas (de qualquer planta) é altamente alcalinizante. Bons exemplos são as folhas verdes, a aloe vera e as ramas de tubérculos.
- Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. "A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas", afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.
- A atividade física moderada oxigena todo o organismo. Já o sedentarismo o desgasta, desvitaliza e causa danos a todo o sistema cardiovascular e respiratório.
causaprimaria4O Dr. George W. Crile (Cleveland/EUA), um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente: 

"Todas as mortes mal chamadas de "naturais", são na verdade o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo."
Concluindo, será impossível a manifestação e proliferação de um câncer em uma pessoa que libera seu organismo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinizantes. 

Como?

- Maior consumo de água estruturada e alimentos FISIOLÓGICOS
- Menor consumo, ou melhor, zerar o consumo dos ANTIFISIOLÓGICOS, que são acidificantes, portanto intoxicantes.
Em geral o câncer não se contrai nem se herda... o que se herda são os maus hábitos alimentares, péssimas condições ambientais e o estilo de vida que produz o câncer.
Mencken escreveu: "A luta da vida é contra a retenção de ácido"... "O envelhecimento, a falta de energia, o estresse, as dores de cabeça, as enfermidades do coração, as alergias, os problemas de pele, os problemas respiratórios, renais entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos."
causaprimaria5
O Dr. Theodore A. Baroody em seu livro "Alkalize or Die" (Alcalinizar ou Morrer) escreveu: 

"Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. 

O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no organismo!"

causaprimaria6O Dr. Robert O. Young disse: 

"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. 

Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam as diversas doenças."






E a quimioterapia?
Sem entrar em detalhes, a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (cálcio, magnésio, potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. 

É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um pH ácido significaria a morte.
Eis a resposta da reflexão inicial: existe sim a indústria do câncer, do pânico, do medo. 

Leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica. 

E a quimioterapia, nos moldes da indústria farmacêutica, é um dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia.
É necessário dizer que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade? 

Você se dá conta do que significa isto?

 
Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! 

E para fabricar tanta gente doente, é necessário muito alimento industrializado, muita embalagem (que acidifica o planeta, nossas águas, solos e ares), muita propaganda... 

Money, money!
Ou seja, um produz para dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, certo?
Mas, essa corrente só pode ser interrompida pelo consumidor que é a grande vítima, mas também a engrenagem fundamental deste fluxo. 

Se o consumidor não consumir destas indústrias terão que rever suas estratégias. 

Porque JAMAIS serão os que lucram que vão interromper esta corrente, concorda?
Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: "É.... poderia acontecer com qualquer um..." 

Com qualquer um? 

Passivamente assim?
Essa é a corrente que alimenta o poder e fragiliza a vítima: O MEDO, que aliás é ACIDIFICANTE.
Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?
A ignorância justifica, o saber condena. O saber (praticado) liberta... Portanto, praticar é essencial!
Você conhece a quimioterapia da VIDA?
Investir seu tempo, seus estudos, suas reflexões e dinheiro nos alimentos FISIOLÓGICOS. Aliás, eles já contêm no seu pacote alquímico e natural a melhor água estruturada do mundo.
E, um dever de casa desta quimio da vida é praticar atividade física, ócio criativo, ler, informar-se para praticar melhor e mais consciente a Alimentação da VIDA: Não podemos ser ácidos!
"Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento." 
Hipócrates


Se você quiser dar um impulso na alcalinização, aí vão duas ótimas receitas:

RECEITA 1

INGREDIENTES

1/3 colher (chá) de bicarbonato de sódio (use o vendido em farmácias)
2 colheres (sopa) de suco de limão espremido na hora

Como preparar: coloque o suco de limão no copo e vá adicionando o bicarbonato de sódio aos poucos.

A combinação de ácido/base começará imediatamente e fará um "fizz", aquela reação típica de efervescentes.
Continue adicionando bicarbonato de sódio até que o fizz pare.
Em seguida, encha o copo com 200mL de água.
Hipertensos, por causa do bicarbonato, não devem consumir esta bebida alcalina.
Para eles, o melhor é a receita seguinte.

RECEITA 2

Veja o vídeo abaixo e, a seguir, a explicação com texto:




INGREDIENTES

2 litros de água
1 limão

Como preparar: ponha 2 litros de água numa jarra.

Corte 1 limão em 8 partes, sem espremer e sem tirar a casca.
Deixe descansar durante 8 horas.

Fontes:

http://www.universomistico.org/
http://www.curapelanatureza.com.br/
http://ydecazio.blogspot.com.br/
http://www.docelimao.com.br/
http://despertardegaia.blogspot.com/

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15 de jul. de 2012

GARRAFAS DE ÁGUA PET podem conter Xenoestrogênios ou estrogênios ambientais

Resultado de imagem

Garrafas plásticas de água, em embalagens PET, polietileno tereftalato, podem conter quantidades substanciais de produtos químicos que 'imitam' ou alteram o hormônio estrógeno.

Dentre estes produtos químicos que possuem esta capacidade de atuar como Xenoestrogênios ou estrogênios ambientais destacam-se os controversos ftalatos e o bisfenol-A (BPA).

A pesquisa [Endocrine disruptors in bottled mineral water: total estrogenic burden and migration from plastic bottles] foi realizada por cientistas da Johann Wolfgang Goethe University, em Frankfurt, e publicada na edição online da revista Environmental Science and Pollution Research. 

Diversas pesquisas anteriores já haviam demonstrado os riscos à saúde das embalagens feitas com policarbonato, com bisfenol-A (BPA), mas esta pesquisa avaliou um plástico diferente e amplamente utilizado para vasilhames de água e refrigerante.

Os pesquisadores utilizaram o molusco Potamopyrgus antipodarum (Gastropoda), como especime de teste, considerando que é especialmente sensível ao estrogênio. Comunidades foram 'hospedadas' em garrafas/embalagens de vidro, de PET e de Tetra Pak, de forma que fosse possível acompanhar a sua reprodução.

Os espécimes 'hospedados" nas garrafas PET tiveram uma taxa de reprodução equivalente ao dobro das garrafas de vidro. Os espécimes jovens, nascidos nas garrafas PET apresentaram elevados índices de estrogênio, equivalente a 25 nanograms por litro de água de ethinylestradiol, um potente estrogênio sintético de pílulas anticoncepcionais.

Os pesquisadores, para fins de avaliação da extensão potencial da contaminação, estudaram 20 marcas conhecidas de água mineral, sendo 9 em garrafas PET, 9 em vidro e 2 Tetra Pak.

A água foi testada em tubos de ensaio para identificar o estrogênio, usando como referencia o 17-beta estradiol, um dos mais potentes estrogênios de espécies mamíferas.

As garrafas de vidro mostraram uma pequena ou inexistente contaminação por estrogênio. Das 9 marcas embaladas em PET, 5 apresentaram grande presença de estrogênio. O mesmo ocorreu nas embalagens Tetra Pak com grande presença de PET em sua constituição.

A variação pode indicar que a contaminação seja decorrente do processo industrial da embalagem PET. 

Os pesquisadores recomendam novos estudos, mas, de qualquer forma, ficou demonstrado o risco potencial das embalagens de polietileno tereftalato. Cabe destacar que a contaminação química que potencialmente tenha efeitos adversos na saúde ocorre, em geral, por bioacumulação, exigindo uma exposição intensa e continuada.

A pesquisa "Endocrine disruptors in bottled mineral water: total estrogenic burden and migration from plastic bottles", publicada na revista Environmental Science and Pollution Research está disponível para acesso integral. Estudo do IPO - Muito Importante.

Procure nas embalagens de produtos que usa em casa estas substâncias...são prejudiciais à saúde e ao ambiente.

METODOLOGIA

As seguintes substâncias foram detectadas após análise toxicológica e alergológica de produtos de higiene (sabonetes ;perfumes;leite protetor; elixires; desodorizantes; xampu e loção corporal), comprados em grandes superfícies, optando-se por marcas de qualidade.

Alpha-isomethyl ionone - Desregulador do SNC (sistema nervoso central) .

Benzyl salicylate - Sensitizador dérmico.

BHT - Teratogénico. Suspeito de ser carcinogénico. Irritante para olhos e pele.

Butyl methoxydibenzoylmethane - Causa erupções cutâneas. É um foto-alergénio, o que significa que a luz do sol desencadeia a reacção. Sofre fotodecomposição, o que pode  levar à formação de compostos tóxicos.

Butylphenyl methylpropional - Uso restrito no UK devido ao elevado potencial de sensitização. Em animais causa deformações em esperma e perturbaçãos no SNC.
Butylparaben - Desregulador hormonal.

Cetyl alcohol - Causa dermatite.

CI 15510 - Efeitos por estudar.

CI 16035 - Associado a tumores linfáticos.

CI 17200 - Efeitos por estudar.

CI 42053 - Carcinogénico em animais, irritante para os olhos, pele e aparelho respiratório.

CI 47005 - Corante que pode causar asma, dermatite e sensitização de contacto. Pode conter impurezas que são neurotóxicas e carcinogénicas. Proibido na Austrália, EUA e Noruega.

C12-15 alkyl benzoate - Efeitos por estudar.

CI 42090 - Pode causar hiperactividade, erupções cutâneas e é um agente carcinogénico potencial.

CI 59040 - Proibido na UE para quaisquer usos em que possa entrar em contacto com as mucosas dos olhos, boca, nariz, aparelho respiratório e orgãos genitais.

CI 60730 - Efeitos por estudar Carrageenan - Associado com cancro gastrointestinal em animais. É possível que actue como desencadeador de cancro da mama em humanos.

Citronellol - Pode causar irritação dérmica severa. Também usado como pesticida.

Cocamidopropyl betaine - Detergente irritante para a pele e olhos, pode estar contaminado com diethanolamine que, quando combinado com formaldeído (há ingredientes que o libertam durante armazenamento), poduz nitrosaminas que são carcinogénicas.

Coumarin - É absorvido rapidamente por via dérmica ou oral. Vários tipos de coumarin foram já proibidos na UE. Em animais pode causar cancro do pulmão e do fígado. Tóxico para os rins.

Dimethicone - Irritante para a pele. É um amaciador sintético à base de silicone que forma um filme à superfície da pele (dá a sensação de pele macia) e impede que ela respire.

Disodium EDTA - Irritante para a pele e olhos. Altera a estrutura dérmica e facilita a penetração de outros compostos.

Distearyldimonium chloride - Estudos sobre eventual impacto na saúde são inexistentes.

Etidronic acid - Irritante para a pele e aparelho respiratório, muito irritante para os olhos com risco de danos oculares, LD50 para ratos é 1,8 g/kg.

Ethylparaben - Desregulador hormonal.

Ethylhexyl methoxycinnamate - Aumenta o risco de cancro da pele. Desregulador hormonal.

Geraniol - Irritante dérmico. Sensitização.

Glyceryl oleate - Alergénio dérmico.

Glyceryl stearate - É sensitizador e causa dermatites de contacto Hexyl cinnamal - Um dos alergénios de contacto mais encontrados em cosmética.

Hydrated silica - Enfraquece o esmalte devido à abrasão. Pode causar inflamação das gengivas.

Hydroxycitronellal - Alergénio de contacto. Irritante pulmonar.

Isobutane - Pode causar dores de cabeça, dificuldades em respirar, náusea, vómitos, sintomas de bebedeira e, em doses altas, convulsões e coma. Bioacumula-se no leite materno.

Isobutylparaben - Desregulador hormonal.

Isopentane - Causa dificuldades respiratórias, tem efeito anestésico na pele, pode alterar o ritmo cardíaco, desencadear dores de cabeça e irritar o nariz e garganta. É um dos componentes importantes do vapor de gasolina.

Limonene - Insecticida comum. Agente potente de sensitização. Pode causar asma. Produz tumores e defeitos de nascimento em animais.

Linalool - Irritante para a pele, olhos e aparelho respiratório. Em animais causa perturbações do SNC e afecta o controle muscular.

PEG-150 distearate - Irritante dérmico.

Methylparaben - Desregulador hormonal.

Methylchloroisothiazolinone - Alergénio forte. Persistente na pele. Causa danos neuronais. Mutagénio potencial. Suspeito de ser carcinogénio devido à sua acção corrosiva na pele.

Octocrylene - Irritante dérmico. Pertence ao grupo do cinnamates, alguns dos quais são desreguladores hormonais. Investigação preliminar aponta paraque os cinnamates, em baixas doses, causem morte prematura das células dérmicas.

Oxidized polyethylene - Pouco estudado. Considerado tóxico por ingestão.

Palmitic acid - Causa dermatites de contacto.

Paraffinum liquidum - Pode estar contaminado por PAHs, que têm sido implicados no cancro da mama.

PEG-150 distearate - Irritante dérmico.

PEG-100 stearate - Pode conter impurezas ligadas ao cancro da mama (como o 1,4 dioxane e o ethylene oxide).

PPG-15 stearyl ether - Alergénio de contacto. Tóxico para organismos aquáticos.

Phenoxyethanol - Extremamente irritante no contacto com os olhos. Muito irritante no contacto com a pele, ingestão ou inalação. Tóxico para rins, fígado e sistema nervoso.

Propylparaben - Desregulador hormonal.

PTFE - Carcinogénico. Causa defeitos de nascimento e enfraquece o sistema imunitário.
Poloxamer 407 - Surfactante potencialmente contaminado com 1,4-dioxane e ethylene oxide, impurezas ligadas ao cancro da mama.

Propylene glycol - Irritante para olhos e pele. Altera a estrutura dérmica, o que permite a outros tóxicos penetrar mais profundamente na pele.

Salicylic acid - Irritante, seca a pele e cria foto-sensitização dérmica.

Sodium benzoate - Agente alergénico e sensibilizador, pode causar asma, urticária, rinite e choque anafiláctico em exposição dérmica.

Sodium hydroxide - Irritante dérmico (muito usado em detergentes para limpeza de fornos e canos).

Sodium laureth sulfate - Detergente que causa irritação ocular e está potencialmente contaminado com 1,4-dioxane, impureza ligadas ao cancro da mama.

Sodium Lauryl Sulfate - Irritante para as mucosas. Pode causar aftas e eczema de contacto. Carcinogénio potencial.

Sodium saccharin - Carcinogénico. Proibido nos EUA.

Sodium fluoride - Pode causar fluorose dental, osteoporose, hipersensibilidade, náusea, vómitos e diarreia. Num tubo de pasta de 100 ml há fluor suficiente para matar uma criança pequena. 

Stearic acid - Alergénio dérmico.

Stearyl alcohol - Pode causar alergias ou dermatites de contacto.

Styrene/acrylates copolymer - Pode causar depressão, falhas de concentração, astenia, náusea, toxicidade hepática e renal. Carcinogénico humano provável.

Triclosan - Causa úlceras, morte prematura dos tecidos gengivais, mata a fauna microbiana patogénica mas também mata a útil, deixando o ecossistema bucal desprotegido, à mercê de oportunistas. O triclosan é químicamente muito semelhante às dioxinas (que são os químicos mais tóxicos que se conhece) e pertence à classe dos clorofenóis, um grupo implicado em cancros em animais.

Triethanolamine - Causa dermatite de contacto, pode formar nitrosaminas (que são carcinogénicas) durante o armazenamento ou na pele/no corpo após absorção. A exposição crónica causa danos ao fígado e rins.

Tetrasodium EDTA - Irritante dérmico, dermatite de contacto, alergénio de contacto.

Yellow 5 (CI 19140) - Associado a reacções alérgicas em animais.

PVM/MA Copolymer - Estudos sobre eventual impacto na saúde são inexistentes.

Fonte: Recicla Net

http://despertardegaia.blogspot.com/

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